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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEORAFIA FÍSICA APLICADA

 

A REPRESENTAÇÃO DO RELEVO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL

 

Eliane Ferreira Campos Vieira (elianefcvieira@yahoo.com.br

 Dr. Roberto Célio Valadão (valadao@dedalus.lcc.ufmg.br

Dra. Janine Le Sann (jlesann@hotmail.com)²


 

¹Instituto de Geociências Universidade Federal de Minas Gerais

²Fundação Comunitária de Ensino Superior de Itabira


 

 

Palavras-chaves: Cartografia para escolares, representação do relevo, livro didático do Ensino Fundamental

 Eixo: 1 - Aplicação da Geografia Física ao Ensino

Sub-eixo: 1.1- Ensinos Fundamental e Médio

 

 

A representação do espaço é uma tarefa realizada desde os primórdios da humanidade. A Cartografia apresenta recursos cada vez mais aprimorados para a representação do espaço geográfico. Esses recursos constituem importantes ferramentas no ensino de Geografia e são elementos auxiliares no processo de construção de conceitos essenciais na exploração do espaço geográfico. A Geografia, como ciência que busca a compreensão do espaço geográfico, produto da articulação entre a natureza e a sociedade, oferece ao educando um saber estratégico que permite pensar o espaço e agir sobre ele, o que requer um conhecimento dos elementos topográficos e, conseqüentemente, das formas do relevo da superfície terrestre. O estudo das formas de relevo é um tema de pesquisa instigante e motivador para alunos do Ensino Fundamental. O entendimento do modelado da paisagem é importante para a interpretação dos fenômenos geográficos, sendo que o relevo, como elemento natural, é um componente básico para o entendimento do funcionamento da natureza. No ensino fundamental, o aprendizado dos conceitos elementares de geomorfologia se apóia, principalmente, nos recursos presentes nos livros didáticos. Esses livros, originalmente elaborados para ser um instrumento auxiliar na prática de ensino do professor, muitas vezes, são utilizados como única fonte de consulta e pesquisa para o desenvolvimento das aulas. No tocante à Geografia, percebe-se que muitos livros apresentam graves erros relativos aos termos geomorfológicos. Considerando a qualidade da abordagem do relevo como um elemento importante na aprendizagem, esse trabalho pretende averiguar como o tema é contemplado nos livros didáticos de Geografia e quais são os tipos de representações cartográficas (desenhos, fotografias, imagens de satélites, bloco-diagramas) utilizadas na construção dos conceitos relacionados ao relevo. Esse trabalho é parte integrante de uma pesquisa de mestrado que procura estudar as implicações do processo de aprendizagem de conceitos relacionados ao relevo utilizando-se recursos cartográficos.

Os livros didáticos, no contexto educacional brasileiro, são um dos principais instrumentos de ensino-aprendizagem, havendo muitos casos em que estes são os únicos recursos na prática escolar educativa.

Segundo OLIVEIRA apud SANTOS (2002), foi a partir da metade do século XX que começou a surgir um verdadeiro fluxo de conhecimentos acerca das teorias e filosofias do ensino e a prática da confecção de livros didáticos. É importante considerar que na presente pesquisa, livro didático é “entendido como um material impresso, estruturado, destinado ou adequado a ser utilizado num processo de ensino-aprendizagem” (RICHARDEAU apud SANTOS, 2002:81).  

Segundo o MEC, o livro didático como instrumento de aprendizagem “deve apresentar conteúdo e atividades que favoreçam a aquisição do conhecimento, por meio da reflexão e da resolução de exercícios propiciada pela observação, pela análise e por generalizações, visando ao desenvolvimento da criatividade e da crítica”. Assim, foi criado, subordinado à Secretária do Ensino Fundamental, o Projeto de Avaliação Pedagógica de Livros Didáticos de 1ª a 8ª série. Esse projeto objetiva “promover a melhoria da qualidade dos livros didáticos destinados ao ensino fundamental e utilizados nas escolas das redes públicas” e, anualmente, edita um guia contendo um parecer a respeito da avaliação dos livros, denominado Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).

A avaliação dos livros didáticos de 5ª a 8ª séries das disciplinas básicas Língua Portuguesa, Geografia, História, Ciências e Matemática, leva em consideração Critérios eliminatórios (Correção dos conceitos e informações básicas, correção e pertinência metodológicas e contribuição para a construção da cidadania) e Critérios de classificação (Aspectos visuais e livro ou orientação ao professor). A partir dessa avaliação, elabora-se o guia que subsidia a escolha do livro didático pelos professores, o Guia de Livro didático[1].

 

Atualmente, o livro didático é um elemento importante no atual discurso da competência, do saber definido. Entretanto, essa concepção considera o conhecimento como mera assimilação, memorização e não como possibilidade de produção de saber pelos alunos.  

Nas discussões a respeito dos livros didáticos, o conteúdo é uma questão problemática. No ensino de Geografia, esse conteúdo é, em muitos casos, apresentado sem correlação entre os temas. Os livros didáticos baseados na Geografia Tradicional, tendo como paradigma “A Terra e o homem”, começam com o quadro físico (Coordenadas geográficas, fusos horários, relevo, clima, vegetação) e depois temáticas constituídas pelo homem e a economia. Muitas vezes, não há integração entre os ramos da Geografia física, nem entre Geografia Física e Humana como, por exemplo, trabalhar com as correlações entre o clima e a vegetação, o relevo e o clima, os aspectos físicos e as atividades humanas ou, ainda, a distribuição da população. Esses conteúdos são compartimentados e não se relacionam entre si. 

No caso do relevo, a simples menção das formas geomorfológicas e a construção conceitual representa muito pouco no processo de ensino-aprendizagem. O estudo dos processos modeladores e da atuação das forças endógenas e exógenas possibilita a assimilação dos conceitos e a compreensão de que entender tais processos é entender a origem da vida terrestre, inclusive do homem.

O relevo é um tema de pesquisa instigante, por ser o modelado da paisagem importante para a interpretação dos fenômenos geográficos. TROPPMAIR (1983:23), discorrendo sobre a interação natureza e sociedade e o papel do ensino de Geografia nos níveis básico e superior, considera importante a abordagem do meio ambiente e ressalta que “deve-se conhecer a estrutura, o dinamismo e as interdependências dos elementos e fatores naturais e humanos” (1983:23). O relevo, como um elemento natural, é um componente básico para o entendimento do funcionamento da natureza. O autor considera ainda que “esse trabalho deve ser iniciado na escola de 1º grau” (1983:25).

No ensino fundamental (5ª a 8ª séries), o estudo dos conceitos elementares de geomorfologia se apóia principalmente nos recursos presentes nos livros didáticos. No tocante à Geografia, percebe-se que muitos livros apresentam graves erros relativos aos termos geomorfológicos. Considerando a qualidade da abordagem do relevo como um elemento importante na aprendizagem, esse trabalho pretende averiguar como o tema é abordado nos livros didáticos de Geografia e quais são os tipos de representações cartográficas (desenhos, bloco-diagramas, fotografias, imagens de satélites, etc.) utilizados na construção dos conceitos relacionados ao relevo.

A análise, aqui realizada, não tem a pretensão de esgotar as discussões acerca da abordagem do tema relevo nos livros didáticos, mas sim, de abrir a possibilidade de reflexão sobre essa questão, ressaltando ainda que existem dificuldades em se comparar livros de coleções diferentes pela ausência de uma metodologia específica. Essas dificuldades se devem a vários fatores, entre eles, às diferentes concepções dos objetivos educacionais e à ausência de consenso a respeito de quais conteúdos devem ser ensinados. A presente análise tem o objetivo de verificar a abordagem atual de alguns livros didáticos no tocante ao tema relevo. 

Foram analisadas cinco coleções de livros didáticos destinados ao ensino fundamental (5ª a 8ª séries), todas constituídas de quatro volumes. Dentre as coleções recomendadas pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD, 2002), foram selecionadas as seguintes: 

-Construindo a Geografia (ARAUJO et. al, 1999)

-Geografia (Piffer, 1999)

-Geografia Crítica (VESENTINI & VLACH, 2001)

-Construindo o espaço (MOREIRA, 2001)

-Geografia: Ciência do Espaço (PEREIRA, SANTOS & CARVALHO, 1998).

 

A coleção Construindo a Geografia (ARAUJO et. al, 1999) foi organizada, segundo seus autores, objetivando uma compreensão progressiva da realidade a partir do estudo da Geografia. Para tanto, os livros contém manual do professor que apresenta a coleção, o papel do professor ao utilizá-la, os pressupostos considerados em seu planejamento, entre outras observações. Os autores salientam que “os volumes foram estruturados objetivando a reflexão acerca da relação entre as formas de apropriação da natureza e seus determinantes sociais, políticos e econômicos” (ARAUJO et. al, 1999: VII). 

Os conceitos geográficos básicos, relacionados pelos autores, são ambiente, tecnologia, trabalho e cidadania e são abordados em todos os volumes. Para a construção do conceito de ambiente, dentro do qual se aborda o relevo, a coleção propõe a compreensão dos aspectos mais visíveis até, progressivamente, acumular elementos que possibilitem ao aluno perceber, comparar e relacionar a dinâmica da natureza com a produção do espaço geográfico.  

Nessa coleção, entre os recursos gráficos utilizados no estudo do relevo, estão fotografias, bloco-diagramas, mapas hipsométricos, gráficos, desenhos e perfis, sendo o primeiro o mais utilizado nos quatro volumes. Observou-se que os conceitos relacionados ao relevo são trabalhados de forma contextualizada com outros assuntos. São apresentados os processos naturais de transformação do relevo e, também, como a ação antrópica interfere nessa dinâmica. Em todos os volumes, nota-se uma relevância dada ao tema impacto ambiental. Os outros temas abordados são processos erosivos, formas de relevo e tectônica de placas. Ao longo do texto, os termos mais específicos recebem uma nota explicativa.

 

A coleção Geografia (Piffer, 1999) está organizada em quatro volumes assim denominados: 

Volume 1 – A ciência Geográfica em ação no contexto mineiro;

Volume 2 – A produção do espaço brasileiro;

Volume 3 – As Américas no contexto mundial;

Volume 4 – Mundo contemporâneo em transformação.

Segundo o autor, os objetivos da coleção são “ler e construir convenções cartográficas, além de interpretar mapas e entendê-los como instrumentos de representação da realidade” (Piffer, 1999:6). Quanto aos aspectos físicos, o autor ressalta que a ação do homem, através do trabalho, transforma as condições naturais do território, resultando em desorganização ambiental.

Nas orientações teórico-metodológicas contidas no manual do professor, o autor explicita que o papel do docente, considerado orientador e co-pesquisador no processo ensino-aprendizagem, deve ser o de auxiliar na busca de materiais organizando o estudo do meio além da interpretação e confecção de gráficos, tabelas e mapas. A avaliação é contemplada no manual com dicas sobre os instrumentos, objetos e critérios de avaliação. A fim de enriquecer o conhecimento do professor, são sugeridas atividades complementares juntamente com textos extras e sugestões de vídeos e bibliografia.

Os recursos utilizados na representação do relevo são fotografias, bloco-diagramas, mapas pictóricos, planisférios, perfis e mapa hipsométrico, sendo este último o recurso mais utilizado. Em relação aos conceitos de relevo, notou-se que, no primeiro volume, é dada uma noção geral de todos os aspectos, sendo aprofundado, nos volumes subseqüentes, o relevo regional (Brasil, América e demais continentes). Nessa coleção, o relevo é trabalhado de forma fragmentada, sem o estabelecimento de relações entre os elementos naturais e sociais. 

A coleção Geografia Crítica (VESENTINI & VLACH, 2001), segundo os autores, tenta unir a Geografia Crítica com o sócio-construtivismo[2] e ressaltam que a Geografia proposta na coleção não elimina o estudo da natureza, mas renova-o. Os volumes são assim denominados:

Volume 1 - O espaço natural e a ação humana;

Volume 2 - O espaço social e espaço brasileiro;

Volume 3 - Geografia do mundo subdesenvolvido;

Volume 4 - Geografia do mundo industrializado.

 O manual do professor apresenta temáticas gerais acerca da coleção, do método de ensino, da construção do saber e do papel do homem na era da globalização, além do papel do professor no processo de ensino-aprendizagem. São apresentadas e discutidas técnicas pedagógicas como trabalho em campo, dinâmicas de grupo, recursos audiovisuais e a metodologia de avaliação. Em cada volume, há metodologias específicas de trabalhos contendo um roteiro de atividades, sugerindo um trabalho de forma construtivista a cada capítulo. 

Essa coleção está voltada para as discussões em torno da Geografia humana, envolvendo, principalmente, os aspectos geopolíticos de organização do espaço mundial. A abordagem dos aspectos físicos é bastante restrita. Apresenta uma preocupação específica em torno da representação cartográfica, fazendo referências às novas tecnologias acompanhadas de textos explicativos e imagens. Entretanto, no tema relevo, o recurso gráfico priorizado foi o mapa hipsométrico. Nos quatro volumes, o relevo é tratado como conteúdo específico de cada região, ou seja, relevo brasileiro, relevo africano, relevo europeu, entre outros.  

Para a coleção Construindo o Espaço (MOREIRA, 2001), os pontos vitais no ensino de Geografia são entender o espaço como produto do trabalho e saber nele intervir. O autor adota como metodologia da coleção, o que ele chama de “Sistema da Geografia”, uma estrutura de raciocínio que parte da identificação, localização e descrição dos fatos passando pela busca de relações, comparação, até a explicação da causalidade.

Alguns pressupostos são apontados como diretrizes metodológicas: a) a prática pedagógica deve estar centrada no aluno, b) o ensino deve ser organizado em círculos concêntricos, c) o livro didático é apenas um recurso. O autor salienta que nem a linha metodológica, nem o conteúdo devem ser assumidos como programa inquestionável de ensino a ser seguido. Acrescenta, ainda, que a qualidade é muito mais importante que a quantidade dos conteúdos trabalhados. Os volumes da coleção são denominados:

Volume 1 – Construindo o espaço do homem;

Volume 2 – Construindo o espaço brasileiro;

Volume 3 – Construindo o espaço americano;

Volume 4 – Construindo o espaço mundial.

A coleção concentra, em seu primeiro volume, o Espaço do homem, todos os aspectos físicos da Geografia Escolar. O relevo terrestre é contemplado, de maneira geral, a partir do estudo das principais formas: montanhas, serras, planaltos, planícies e depressões. A abordagem é criteriosa e tenta ilustrar o relevo através de bloco-diagramas, perfis, mapas, fotografias e textos que procuram aproximar o conteúdo da vida cotidiana. Em dois capítulos são abordados os agentes internos e externos de transformação do relevo, incluindo os recursos: mapas, bloco-diagramas, fotos e perfis. Ao longo do texto observa-se um trabalho cartográfico cuidadoso através de bloco-diagramas que, associados a fotografias e mapas, facilitam o entendimento dos conceitos. O ponto negativo dessa coleção é o fato de os componentes físicos serem apresentados, separadamente, em um único volume, justamente naquele dedicado à 5ª série.

A coleção Geografia: Ciência do Espaço (PEREIRA, SANTOS & CARVALHO, 1998) apresenta sugestões de atividades que envolvem operações mentais diferenciadas em cada uma delas. Os autores procuraram distribuir, nos quatro volumes, assuntos usualmente concentrados em um único volume como Cartografia e a Geografia Física. Esta distribuição deve-se ao entendimento dos autores de que o ensino de Geografia, no nível básico, é de fundamental importância para que o aluno consiga desenvolver sua capacidade de observar o mundo, identificar a localização dos fenômenos e, por fim, desvendar seus possíveis significados. São discutidas as categorias lugar, paisagem, território e fronteira. Os quatro volumes denominam-se:

 Volume 1 – Geografia dos lugares;

Volume 2 – Um lugar chamado Brasil;

Volume 3 – Fronteiras do mundo;

Volume 4 – Espaços mundiais.

 Esta coleção concentra, no primeiro volume, um estudo mais pormenorizado do relevo, abordando alguns aspectos básicos: cadeias de montanhas do mundo, agentes internos e externos do relevo, formas do relevo, atividade antrópica. Esses conceitos podem ser visualizados através de representações gráficas como mapa hipsométrico, fotografia, planisfério, bloco-diagrama, modelo digital de terreno, imagens de satélite. Apesar da variedade de recursos ilustrativos, estes possuem uma baixa resolução resultando em imagens disfocadas comprometendo a sua qualidade.  

Algumas considerações

Como o livro didático é o principal recurso a que, normalmente, o professor e o aluno têm acesso, cabe a esse livro trazer abordagens atualizadas a respeito da representação e análise do espaço vivenciado ou não. A escola, entendida como espaço de comunicação social que tem no saber sua matéria prima, é um espaço privilegiado. É capaz de receber e processar informações transformando-as em conhecimento, e por meio desse processo, tem o dever de desenvolver a função social de formar cidadãos preparados para participações consistentes e construtivas.

Algumas questões devem ser consideradas a respeito dos livros didáticos analisados. Em relação aos recursos gráficos utilizados, a maioria dos livros utiliza mapas hipsométricos sendo que pesquisas em torno da leitura e compreensão de mapas topográficos por crianças têm constatado que existem problemas em relação à interpretação das formas de relevo utilizando esse tipo de representação. FILIPPAKOPOULOU et al (1998) em seu estudo “A study of children´s perception of cartographic landform representation” concluiu que a extração de informações hipsométricas aumenta com a idade, mas depende do método de representação do relevo utilizado.

Na maioria dos livros, ocorre apenas a citação das formas de relevo sem contextualização e discussão a respeito da relação com os outros elementos e, até mesmo, sobre a sua influência na ocupação e distribuição humana no espaço geográfico. Em muitos casos, o relevo é abordado em capítulos separados, no qual priorizam-se as formas em detrimentos dos processos.

Entende-se que a abordagem do relevo não deve se limitar a uma mera transferência de informações. É insuficiente proceder apenas à divulgação de suas características e potencialidades sendo necessário, sobretudo, refletir sobre elas e trabalhar suas relações com a dinâmica de transformação do espaço e suas relações com a vida, visando à construção do conhecimento. As questões levantadas nesta pesquisa são parte integrante de pesquisa de mestrado que examina as representações gráficas do relevo no ensino fundamental.

Referências bibliográficas

ARAUJO, Regina; GUIMARÃES, Raul Borges; RIBEIRO, Wagner Costa. Construindo a Geografia. São Paulo: Moderna, 1999.

BRASIL, Ministério da Educação. Fonte: http://www.mec.gov.br/sef/fundamental/pnbe.shtm, acessada dia 11/07/03, às 13:50.

FILIPPAKOPOULOU, Vassiliki. MICHAELIDOU, Evanthia. NAKOS, Byron. A study of children´s perception of cartographic landform representation. In: Proceedings of the joint seminar on Maps for special users. Wroclaw, Warsaw-Laski, Poland, June 2-4, 1998. International Cartographic Association.

MOREIRA, Igor. Construindo o espaço. São Paulo: Ática, 2001.

 PEREIRA, D.A.C., SANTOS, Douglas. CARVALHO, M.B. Geografia – Ciência do espaço. São Paulo: Atual, 1998.

Piffer, osvaldo. Geografia. São Paulo: IBEP, 1999.

SANTOS, Clésio. A Cartografia Temática no Ensino Médio de Geografia: a relevância da representação gráfica do relevo. São Paulo: USP-FFLCH, Dissertação de Mestrado, 2002. 

TROPPMAIR, Helmut. Natureza e sociedade. In: Simpósio Teoria e ensino de Geografia. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 1983.

VESENTINI, J. W. & VLACH, Vânia. Geografia Crítica. São Paulo: Ática, 2001.


[1]Site do MEC: http://www.mec.gov.br/sef/fundamental/pnbe.shtm, acessado dia 11/07/03, às 13:50.

[2] Linha pedagógica que vê o educando como agente social que reconstrói o conhecimento pelo aprendizado da cidadania.