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E1-1.2-T104

X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEORAFIA FÍSICA APLICADA

 

 

Importância da Prática de Análise de Solo em Campo, no Ensino da Geografia Física - Estudo de Caso: Curso de Licenciatura em Geografia na Univers.  Est.  de Feira de Santana -BA

 

 

 

 

Quitéria Elias Pereira(quiteriaelias@bol.com.br)

João Henrique M. Oliveira(jh.moura@bol.com.br)

Joselisa Maria Chaves(joselisa@uefs.br)

Elane Fiúsa  Borges(elane.borges@bol.com.br)

Karine Lima(karinegeo@yahoo.com..br)

 

 

 

 

Departamento de Ciências Exatas/Área de Geociências -Universidade Estadual de Feira de Santana- BA

 


 

 

Palavras-chave: Ciência Geográfica, Estudo do Solo, Atividade de Campo.

 Eixo 1: Aplicação da Geografia  Física ao Ensino

Sub-eixo 1.2 – Pós-graduação e formação profissional

 

 

 

 


1 – INTRODUÇÃO

 

A Geografia enquanto ciência tem como conceitos-chaves espaço, região, lugar, território e paisagem, os quais são concebidos de formas diferentes nos paradigmas científicos (CORRÊA, 1995).

As idéias geográficas em coexistência com as outras ciências avançaram a partir dos conhecimentos práticos de exploração da Terra, onde o uso do solo configurou-se como um fator primordial na produção do meio/sociedade desde os tempos mais remotos até os dias atuais. O espaço enquanto conceito chave da Ciência Geográfica compreende interrelações no que tange a compreensão sociedade e meio.

Dessa forma, a Geografia constitui-se desde sua base como uma ciência interdisciplinar, tornando-se cada vez mais pertinente o estudo da relação homem x natureza. Nessa perspectiva busca-se estudar os inúmeros fatores que interagem mutuamente na elaboração do espaço geográfica, através de uma abordagem geossistêmica e crítica rumo à compreensão da realidade.

Na concepção tradicional a produção do conhecimento dá-se entre quatro paredes, tendo como agentes o professor (detentor do conhecimento), o aluno (aprendiz) e os livros (recipiente de dados e informações). A depender da interrelação desses agentes poderão ocorrer alguns entraves no processo do ensino-aprendizagem. Em alguns casos há uma visão cartesiana do espaço, na qual os fenômenos são apenas citados como se eles acontecessem de forma isolada. Estabelece-se, assim uma fragmentação do conhecimento, onde estudar Geografia restringe-se a ter ou desenvolver uma memória extraordinária capaz de reter exaustivos dados, que em muitas vezes não prosperam para uma informação, interessa apenas saber os nomes

de países, quantos estados estes possuíam, suas respectivas capitais; decorar nomes de cidades; atribuir a cada lugar um tipo de clima, entre outros aspectos.

Na tentativa de inovar e construir o conhecimento procura-se estreitar a relação teoria x prática, onde a primeira é de grande importância, mas não deve está dissociada da segunda. Nesse sentido, o trabalho de campo na Geografia deixa de ser considerado um mero passeio e torna-se parte importante no processo de aprendizagem. Permitindo aguçar a curiosidade, indagando o porquê das coisas e fazendo o conhecimento visto em sala de aula romper os “as paredes da escola”, para estabelecer uma relação direta com a realidade. É um momento também onde o professor e aluno passam por uma (auto)avaliação, considerando o conhecimento anteriormente apreendido. Segundo Tomita (1999) a atividade de campo desenvolve no sujeito a capacidade de operar, executar, comparar, explicar, debater, analisar, tirar conclusões. Esse autor, afirma ainda que o professor não deve ficar ancorado apenas na acumulação de um saber geográfico do livro, mas sair dos exaustivos discursos, dos questionários sem fundamento, intensificar a comunicação com os alunos, atualizar e aperfeiçoar o conhecimento e ter a satisfação em experimentar novas técnicas.

A realização de um trabalho de campo não significa necessariamente uma ratificação do conhecimento prévio, mas pode ser uma desmistificação, permitindo assim, alimentar ou derrubar uma teoria reforçando a interpretação profunda da realidade. Dessa forma, a realização da prática não deve ser considerada como uma perda de tempo ou simplesmente uma quebra de rotina, mas uma situação na qual o aluno comporta-se como agente ativo no processo ensino/aprendizagem, estreitando a relação dos alunos entre si e com o professor, é uma oportunidade de trabalhar conteúdos gerais e específicos usando um instrumento que detém a atenção. É uma forma de ousar o que pode levar a uma mudança de atitude, em relação à personalidade do aprendiz profissional.

No âmbito da Geografia Física é muito difícil estudar os elementos da paisagem como rocha, relevo, solos, vegetação de forma que a aprendizagem seja um processo ativo, quando não há um contato direto com o ambiente. Baseado em Brusi (apud Compiani p.2, 1999) a imersão no entorno natural pode nos permitir compreender a amplitude, a complexidade do ambiente e a multiplicidade de variáveis que o integram. Assim, este trabalho objetiva análise dos trabalhos de campo da disciplina Pedologia oferecida ao curso de licenciatura em Geografia da Universidade Estadual de Feira de Santana-BA.

Dessa forma a atividade de campo contribui na compreensão do Espaço Geográfico e ainda evidencia a interrelação existente entre teoria e prática no estudo do solo, o qual se constitui como objeto de estudo da Pedologia. Convém entender o trabalho de campo na Disciplina Pedologia como elemento facilitador no processo ensino/aprendizagem e, por conseguinte na construção do conhecimento, no qual o professor deixa de ser um mero transmissor de informações e o aluno, por sua vez, um receptáculo. Essa abordagem fundamentou-se na visão monitoria/aluno para facilitar à compreensão da paisagem.

 

2 – SOLO COMO FATOR ECOLÓGICO

 

É inerente a natureza o processo de metamorfose e junto a ela a sociedade parece trilhar o mesmo caminho. No emaranhado de fenômenos e elementos resultantes da paisagem, surge o solo, sendo sua caracterização espacial tarefa não muito fácil, mas algo que exige poder de crítica e de interrelação no estudo de um produto de tamanha complexidade. Refere-se a este fator ecológico, dessa forma, não como um simples recipiente, um corpo inerte, mas algo dinâmico, por isso para estudá-lo é preciso entendê-lo produto resultante da interação de fatores e processos. Apoia-se, portanto, no conceito de Dokuchaev, que defini o solo como, corpos naturais independentes, com uma morfologia resultante da combinação do clima e da matéria viva, da rocha, do relevo e da duração do seu desenvolvimento.

O estudo do solo deve ocorrer mediante analise interdisciplinar, uma vez que desde a sua formação envolve interrelações com diferentes fatores ambientais como clima, a geologia e o relevo. A ação combinada destes fatores aliado aos mecanismos e processos de formação define as características do solo.

Sendo o solo parte integrante do ambiente, componente básico da paisagem e suas características, reflexo direto das condições ambientais, pode servir como ponto de partida para caracterização, analise e monitoramento da mesma, daí sua ligação direta com a Ciência Geográfica que possui uma necessidade vital de entender o meio físico e conseqüentemente o seu rebatimento no espaço social. A utilização racional do solo de forma integrada aos demais sistemas ecológicos, depende de alguns princípios básicos como aumento e manutenção da cobertura vegetal, uso de adubos naturais e rotação de cultura entre outros.

Esse princípio de gestão ecológica permite uma melhor conservação dos recursos naturais, porém a concretização de tais propósitos, exige uma ação participativa fundamentada na integração de esforços e ações conjuntas de diferentes ramos do conhecimento. A Geografia tem papel fundamental nesta gestão integrada por ser em sua essência interdisciplinar, buscando uma análise e interpretação, tanto no que se refere aos recursos naturais, quanto às conseqüências do uso dos mesmos, ou seja, proporciona uma gestão do território no âmbito social.

Um trabalho de campo que se propõe estudar o solo não deve negligenciar nenhum desses fatores, uma vez que cada um exerce uma determinada influência, ou seja, são na verdade co-participantes na gênese do solo.

Todos esses fatores foram analisados nas trincheiras durante o trabalho de campo, onde foi possível, de forma simples e concreta, observar e interpretar a natureza e a posterior construção do conhecimento.

 

3 – TIPOS DE ATIVIDADES DE CAMPO

 

É desenvolvido não só para estabelecer o contato com o campo e verificar os aspectos discutidos em sala de aula, mas para compreender os aspectos da dinâmica externa e a relação meio e homem, buscando aproximar teoria e prática. Assim, o campo é entendido como um poderoso instrumento que permite aos alunos atingir o nível de compreensão, análise, e síntese definido como: contexto de aprendizagem onde “o conflito” entre o real (o mundo), o exterior e o interior, as idéias, as representações, ocorrem em toda a sua intensidade Paschoale (apud Compiani, 1991)

Compiani (1991) estabelece uma classificação para as atividades de campo, nas quais são considerados como critérios adotados: visão de ensino, os paradigmas científicos empregados, o método de ensino, relação docente-aluno, lógica predominante no processo e objetivos que se pretende atingir.

Tem-se dessa forma as seguintes categorias as quais apresentam pontos comuns em alguns casos, porém possuem suas especificidades: a) Ilustrativa, o conhecimento científico é tido como inquestionável, pronto, serve para reafirmar os conteúdos de sala de aula, fazer ciência constitui-se como transmissão de informações. Tem como objetivo ilustrar no campo o que foi visto em sala de aula; b) Motivadora, a curiosidade é mais valorizada do que o conhecimento prévio, importa a relação de afinidade do aluno com o meio, as dúvidas e questionamentos levantados; c) Investigadora, o aluno é incentivado no trabalho em campo, em muitos casos, a resolver problemas propostos. Desempenha-se também nessa categoria a observação, a correlação e interpretação; d) Indutiva, pratica-se o método indutivo. As observações, descrições e classificações tendem a generalizar a formulação das hipóteses; e, e) Treinadoras, tem por objetivo um treinamento ou aquisição de habilidades. Utilizam-se instrumentos, aparelhos, a fim de coletar dados.

Fernandes et al (p. 217, 1981) acrescentam um tipo de campo, denominado por eles como os papéis do trabalho de campo, que é a geradora de problemas. Esta consiste em levar o aluno a criar um problema, o qual implica na análise das partes integrantes e sua inter-relação. Entende-se esse papel de campo como uma abordagem complexa, embora possa ser em alguns casos, menos abrangente.

Visto os tipos de trabalhos ou papéis de campo é pertinente correlacioná-los a atividade que foi desenvolvida na UEFS. A priore pode-se dizer que é caracterizada como indutiva, no sentido de que os alunos descreveram a paisagem, o afloramento rochoso, o próprio solo. Porém, reconhecendo que a descrição puramente não permite um avanço no processo de aprendizagem, direciona-se para um trabalho mais interpretativo e analítico através de estímulos aos alunos, onde os conhecimentos prévios aliados à curiosidade despertada podem levar a um estudo mais aprofundado. Poder-se-ia, também considerar a aplicação da atividade de caráter gerador de problemas, entretanto no seu aspecto mais simples. Ao analisar Fernandes na explicação deste tipo de campo, percebe-se a grande semelhança com as atividades desenvolvidas pelos alunos de Pedologia, do curso de geografia da UEFS.

 

4 – ÁREA DE ESTUDO

 

Este trabalho foi desenvolvido no campus universitário situado no município de Feira de Santana (figura 1), o qual está localizado numa zona de transição entre o Recôncavo Baiano, de clima sub-úmido e o Semi-árido Baiano. Destaca-se, nesse contexto a Universidade Estadual de Feira de Santana como uma instituição de ensino superior, envolvida no âmbito das discussões e elaborações de projetos de ensino, pesquisa e extensão.


Figura – 1 Localização da Área de estudo.

Fonte: LOBÃO, 2003

No bojo das discussões sobre a construção do conhecimento acadêmico, o curso de Licenciatura em Geografia da UEFS tem como principal objetivo formar profissionais para ensino e pesquisa capazes de correlacionar e interpretar os efeitos recíprocos das relações homem-homem, homem-meio e sua conseqüência na organização e produção do espaço. Nesse contexto, em meio às atividades e práticas pedagógicas para auxiliar e orientar a construção do conhecimento, tem-se o trabalho de campo.

 

5 – MÉTODOS

 

A compreensão do meio físico nas mais diversas abordagens não podem em nenhuma instância do conhecimento ser realizada de maneira isolada. Assim, os trabalhos de campo realizados na disciplina Pedologia objetivou não só contato com o objeto de estudo da disciplina, mas sua relação com o meio físico, interrelacionando paisagem, rocha e solo.

Inicialmente o trabalho foi dividido em dois momentos: no primeiro, os alunos foram induzidos e motivados a observar e descrever a paisagem levantando hipóteses acerca das possíveis evolução e transformação da mesma. Para isso, foi analisado a vegetação, o afloramento de rocha, relevo e aspectos climáticos; e na segunda etapa, com um maior aprofundamento da dinâmica de formação e evolução do solo, foi solicitado a caracterização de perfis descrevendo as propriedades morfológicas do solo.

Posteriormente, realizou-se uma discussão em sala de aula, em que os alunos fizeram a relação do observado em campo com os conhecimentos teóricos outrora estudados, discutiram dúvidas começaram a elabora um relatório.

Essas etapas podem ser resumidas no fluxograma da figura 2.

 

 

Figura-2 – Fluxograma da compreensão sobre Ensino e Atividades de Campo desenvolvido na disciplina Pedologia.

 

6 – RESULTADO E DISCUSSÃO

 

O uso do Trabalho de Campo como uma prática de valorização do ensino/aprendizagem é um instrumento facilitador da construção do conhecimento geográfico, e um forte aliado na compreensão da dinâmica do solo como elemento da paisagem.

Afirmamos isto, tendo como parâmetro os resultados obtidos nos trabalho de campo realizado pela disciplina Pedologia, em que os alunos a partir de observações e contato com as trincheiras visitadas, levantaram hipóteses acerca de possível formação e evolução do solo, descreveram e esboçaram a paisagem do local enfocando a vegetação, o afloramento de rocha e topografia.

A primeira etapa da atividade de campo teve como resultado inicial um contato com a paisagem local, proporcionando uma análise sistêmica dos diferentes componentes da paisagem e a sua relação com a formação do solo.

No segundo momento, os alunos puderam em contato com cada trincheira, ressaltando que estas foram escavadas de maneira que acompanhavam a declividade do relevo, isto proporcionou a percepção da diferenciação da evolução de cada perfil de solo, onde evidenciaram também que suas propriedades variavam em profundidade.

A primeira trincheira 1 (figura 3) apresentava características bem aproximadas da rocha matriz, com solo raso, com variação nas diferentes paredes da trincheira, com textura granulométrica maiores e textura arenosa. Visualmente, foram identificados os horizontes A e C. O horizonte A apresenta matéria orgânica em decomposição e em decorrência disso, sua cor era cinza escuro; e o horizonte C, rocha em decomposição, mas ainda fortemente coesa com coloração alaranjada/ amarelada, pela presença de óxido de ferro hidratado (goethita).

Na trincheira 2 (figura 4) foram identificados os três horizontes A, B e C. No horizonte A maior presença de matéria orgânica; o horizonte B caracterizado como uma zona de transição apresentava tanto matéria orgânica, em menor quantidade, como material ainda consolidado (rocha originaria); e o horizonte C presença de material consolidado, com pouquíssima atividade biológica.

 

 

Figura 3 – Trincheira 1 nota-se solo raso, com presença de horizontes A e C.


 

Figura 4 – Trincheira 2, perfil apresentando os horizontes A, B e C.

 

 

Figura 5 - Trincheira 3, apresentando os horizontes A, B e C com uma irregularidade nos limites do perfil


Fazendo uma comparação entre as trincheiras, no que se refere à origem do solo, tendo como base o embasamento teórico anteriormente adquirido em sala de aula, os alunos concluíram que, o solo foi formado pela decomposição da rocha matriz (metamórfica aflorante) que ao longo do tempo sofreu ação do intemperismo (físico, químico e biológico), tendo seus minerais desagregados e decompostos, portanto considerado como solo in situ.

Essa conclusão partiu do princípio de que não fora observado nenhuma variação cíclica dos materiais nos seus estratos e sua composição mineralógica semelhante à da rocha matriz, portanto descartando a hipótese de ser um solo do tipo transportado.

A partir da descrição da paisagem correlacionando com os fatores de formação do solo, os alunos foram capazes de travar uma discussão em sala de aula, onde foi levantado desde os pontos visíveis (paisagem) até o produto complexo (solo), resultante da relação espaço/tempo.

 

7 – CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Por ser o trabalho de campo uma atividade que proporciona, a partir de um embasamento teórico, o desenvolvimento da capacidade de interrelacionar os elementos da paisagem tornam-se assim, um procedimento de grande relevância no processo ensino/aprendizagem no campo da Geografia Física.

A partir da realização dessa prática, na disciplina Pedologia do curso de Geografia, pode-se inferir que a mesma está diretamente relacionado com as concepções trabalhadas, dessa forma o aluno foram induzidos e motivados a identificar e descrever nos perfis as relações entre solos transportados e solos de alteração com respeito às rochas regionais. Esta é uma atividade que, além de despertar o interesse no estudante (papel motivador), pode ser conduzida de modo a construir um problema a ser resolvido pelos mesmos.

Convém, portanto, conceber o trabalho de campo como elo que permite relação intrínseca entre o objeto em estudo e a construção do conhecimento, provocando nos alunos a curiosidade, despertando-os para possíveis formulações de hipóteses, ratificar, acrescentar e até contrapor aos conteúdos pré estabelecidos. Para tanto, torna-se imprescindível propagar principalmente no âmbito da Geografia Física essa atividade, de maneira que seja previamente planejada, estabelecendo os objetivos a serem alcançados.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 

ANDRADE, Manuel Correia de. Geografia, ciência da sociedade: uma introdução à análise do pensamento geográfico. São Paulo: Atlas, 1997.


COMPIANE, Maurício. CARNEIRO,Celso Dal Ré. Os Papeis Didáticos das Excursões Geológicas.1992.


FERNANDES,Amélia João et al. A Introdução do Aluno às atividades de Campo -simpósio Nacional sobre o ensino de Geologia no Brasil- Belo Horizonte,1981-Teses.

 

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NICOLA, Silva Maria Costa. [et.al.]. Valorização do Ensino da Ciência do Solo nas Escolas Públicas do Município de Ijuí – RS, Brasil. Geografia – Revista do Departamento de Geociências. Londrina. V. 9, n.º 1, p. 81 e 82, jan/jun. 2000.

 

PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE GEOGRAFIA –Universidade Estadual de Feira de Santana 1984

 

RODRIGUES, Antônia Brito. Guia Metodológico de Trabalho de Campo em Geografia. Geografia – Revista do Departamento de Geociências. Londrina. V.10, n.º 1, p. 35 a 43, jan/jun. 2001

 

SANTOS, Milton. Metamorfose do Espaço Habitado. São Paulo: HUCITEC, 1997.

 

TOMITTA, Luíza M. Saito. Trabalho de Campo como Instrumento de Ensino em Geografia. Geografia – Revista do Departamento de Geociências. Londrina. V 8, n 1, p. 13 a 15. Jan/jun 1999.