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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA




 REFLETINDO A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GEOGRAFIA




Maria do Socorro Costa Martim smartim@uol.com.br; smartim@cclha.ufrn.br



Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Departamento de Geografia
Base de Pesquisa Estudos Geoambientais
Campus Universitário de Lagoa Nova
 



Márcia Regina da Silva mrsilva@esalq.usp.br

Universidade de São Paulo – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”
Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição

 

 

Palavras-chave: Educação Ambiental, concientização, transdiciplinaridade

Eixo 1: Aplicação da Geografia Física ao Ensino

Sub-eixo 1.3 - Educação Ambiental

 

 

 


Introdução

Desde o surgimento da espécie humana na Terra, as formas de modificação e apropriação em relação a natureza se intensificaram e ocasionaram diversos impactos ambientais. O advento do hábito sedentário levou o homem a desenvolver novas habilidades tecnológicas necessárias à edificações de casas, a roda, a tração animal, uso do fogo, manejo do solo, produção de tecidos e vestuários; ferramentas de trabalho, transporte, o aproveitamento de energia, dentre outras.
Contudo, as sociedades primitivas sempre mantiveram uma relação mais próxima com a natureza procurando uma convivência respeitosa com os elementos naturais, Sahtouris (1997), destaca o exemplo de povos indígenas das mais diversas regiões do planeta, como sociedades que convivem de maneira mais equilibrada com a natureza, adotando um estilo vida baseando em uma ordem muito antiga - as leis da natureza.
Nessa mesma direção Almeida (2000), apresenta estudos, acerca da relação de convivência sustentável homem-natureza e da utilização do conhecimento da tradição como base epistemológica fundamental para a sobrevivência das populações diante de ambientes inóspitos. Estudo realizado por Almeida, na Lagoa do Piató no município de Assu, Rio Grande do Norte, permite compreender como os agricultores-pescadores tomam por base elementos naturais como flora, fauna e fenômenos físicos, para fazer a leitura do tempo e desenvolver técnicas de uma melhor convivência com as estiagens durante os períodos de seca. Surge então uma importante questão: com a devastação do ecossistema local, o que os habitantes da região farão para preservar esses saberes milenares que são à base de sustentação da vida?
Em aproximadamente duzentos anos de industrialização do planeta, a produtividade de bens materiais e seu consumo se deram de forma bastante acelerada, ocorrendo uma considerável degradação do meio ambiente, comprometendo a qualidade de vida da população. Nesse sentido, a crise ecológica que destrói o planeta Terra, põe em risco a sobrevivência da diversidade dos sistemas vivos, incluindo aí o próprio homem. Acredita-se que a maioria dos problemas ambientais do planeta provém de um certo estilo de cultura adotado pela sociedade. Este estilo desconsidera a interdependência existente na natureza, como ilustra a afirmação de Guatarri na obra As três ecologias,

“O Planeta Terra vive um período de intensas transformações técnico-científicos, em contrapartida das quais engendram-se fenômenos de desequilíbrios ecológicos, que se não forem remediados no limite, ameaçam a implantação da vida em sua superfície. Paralelamente a tais perturbações, os modos de vida humanos individuais e coletivos evoluem no sentido de uma progressiva deterioração”. (1997, p.7).


Em Terra-Pátria, (2001), Edgar Morin propõe a reformulação do pensamento para a compreensão da crise planetária que se instalou na Terra. Observa, também, que a civilização dispersa no planeta está vivendo um momento de necessidade de interdependência em todos os aspectos e é preciso, então, que se consolide a fraternidade quando surge a conscientização da importância da inter-relação entre a comunidade humana e o cosmo. Fala ainda da era planetária em que se vive e da agonia, do cartão de identidade terrena, dos objetivos terrestres e da responsabilidade do ser humano na transformação da Terra-Pátria que deve iniciar-se pela transformação do pensamento.
Nesse contexto, urge a necessidade de se promover a Educação Ambiental como primeiro passo a ser dado, quando se deseja mobilizar pessoas para ações relacionadas à ética e a cidadania ambiental. Para isto, faz-se necessário proporcionar um conhecimento capaz de educar e formar cidadãos conscientes de suas responsabilidades individuais, em relação à preservação e conservação do ambiente global, e assim promover o que Morin denomina de “cidadania terrestre”.
A situação vigente requer um trabalho de Educação Ambiental, que faça uso de estratégias dinâmicas e se ampare em uma abordagem transdisciplinar, para assim proporcionar conhecimentos, habilidades e consciência crítica aos indivíduos, sensibilizando-os para a importância da natureza como meio à perpetuação da vida.
A geografia muito tem a contribuir para a educação ambiental, seja como licenciado ou como bacharel. Na qualidade de licenciado, exercendo a profissão, funciona como “agente multiplicador” enquanto professor; e, como bacharel, todas as atribuições que lhes são pertinentes estão explícitas em legislação específica.

Ponto de partida para uma conscientização ambiental

A partir das alterações ambientais, surgem os movimentos que defendem a preservação da natureza e a melhoria da qualidade de vida. Assim, esses movimentos ambientalistas têm contribuído para o surgimento e desenvolvimento da Educação Ambiental. A obra “Primavera Silenciosa” Carson (1962), fermentou as discussões acerca da questão ambiental no mundo inteiro. A autora aborda a perda da qualidade de vida em várias partes do planeta, causada sobretudo, pela crescente queda da qualidade ambiental, produzida pela ganância dos lucros a qualquer custo, por meio da exploração predatória.
Encontros mundiais foram realizados para discutir os problemas ambientais do planeta e apontaram para o desenvolvimento da Educação Ambiental como estratégia de preservação, destacando-se alguns dos mais importantes fóruns.
Em 1972, a Educação Ambiental apresenta-se como principal resultado da Conferência da Organização das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, realizada em Estocolmo, na Suécia. A Conferência gerou a declaração sobre o meio ambiente que reconheceu o desenvolvimento da Educação Ambiental como elemento crítico para o combate à crise ambiental no mundo (Zeppone, 1999).
No ano de 1975, realizou-se em Belgrado o Encontro Internacional de Educação Ambiental, onde foram discutidos os princípios e orientações, para um Programa Internacional de Educação Ambiental UNESCO/PNUMA3. Simultaneamente ocorreu a formulação da Carta de Belgrado, documento histórico que alertou o mundo quanto às conseqüências do crescimento econômico e tecnológico sem limites. A Educação Ambiental é citada como um dos elementos mais críticos para que se possa combater com mais rapidez a degradação da biosfera (Leff, 1999).
As recomendações desses encontros e de outros que se realizaram também em âmbitos regionais e, devidamente documentados, serviram de subsídios para a Conferência Internacional sobre Educação Ambiental em 1977, realizado em Tbilisi na Geórgia (ex-URSS). De acordo com esta Conferência, a Educação Ambiental deve se fundamentar em dois princípios básicos: o primeiro, consagra-a como uma nova ética que orienta os valores e comportamentos para os objetivos de sustentabilidade ecológica e a eqüidade social; o segundo, apresenta uma nova concepção do mundo como sistemas complexos, a reconstituir-se do conhecimento e o diálogo de saberes. Neste sentido, consideram-se a inter e a transdisciplinaridade como princípios importantes para o desenvolvimento da Educação Ambiental.
Na Conferência de Tbilisi a Educação Ambiental foi definida como uma dimensão que deveria ser dada ao conteúdo e à prática educacional, buscando a resolução dos problemas ambientais, via enfoque interdisciplinar, exigindo assim responsabilidade ativa de cada indivíduo e da coletividade como um todo.
Em 1992, realizou-se no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, a Conferência Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento - Rio 92, que culminou com a articulação de tratados, acordos e convenções para a sustentabilidade da vida na Terra. Como resultado apresentou-se um plano de ação para o presente século, visando o equilíbrio e o respeito à vida – a Agenda 21 - configurando-se em uma carta de compromissos assumidos em relação ao ambiente, como estratégia de sobrevivência a todos os seres vivos. (Barbiere, 1998).
No Brasil, pode-se verificar uma diversidade de opiniões quanto a definição de Educação Ambiental. Conforme Dias (2000) de um lado, o meio ambiente é apenas um tema neutro de estudo, e, de outro lado, estão incluídos o elemento humano e os fatores que interferem em suas relações com o ambiente. Tal análise envolve fatores políticos, sociais, econômicos e culturais. Desta forma, ressalta-se que a Educação Ambiental está deixando de ser concebida com ênfase em apenas um dos seus aspectos, que é o ecológico, e levando-se em consideração também os outros aspectos: econômico, social, ético, político, científico, tecnológico e cultural.
Na Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, organizada pelas Nações Unidas, ocorrida em Johannesburg - África do Sul - no final de agosto de 2002, os problemas ambientais discutidos na Conferencia do Rio, foram retomados e avaliados, ficando evidente a necessidade de se rever o modelo de desenvolvimento vigente, assim como a valorização da Educação Ambiental.
Dantas (2001), estabelece que “estamos todos, ricos e miseráveis, no mesmo barco, ou melhor, na mesma nave. Se ela despencar vamos todos ao abismo. E já está na hora de entendermos que não podemos estimular a manutenção de diferenças sociais e sim de sermos responsáveis, de sermos éticos com a vida de todos os seres vivos”.
A concepção de natureza como objeto de apropriação, para obtenção de lucros, vinculada principalmente a partir dos séculos XVII e XVIII, assim como a compreensão do homem como elemento independente dos sistemas naturais, necessita ser repensada. Morin (2001) aponta para a necessidade de um pensamento ecológico que leve em consideração a ligação vital de todos os sistemas vivos, ao seu ambiente. Essas questões, entretanto, necessitam de atenção especial por parte dos órgãos nacionais e internacionais responsáveis pela conservação da natureza, bem como da população em geral, uma vez que para se alcançar sucesso na realização de qualquer trabalho de nível conscietizatório, é preciso a participação ativa da população.
Desta forma, atividades de Educação Ambiental deve se constituir um processo contínuo, no qual os indivíduos e comunidades envolvidas tomem consciência da possibilidade de um colapso ecológico e adquiram conhecimentos, valores, habilidades, experiências e determinação que os tornem aptos a agir, individualmente e coletivamente, tendo como princípio básico o respeito a todas as espécies de vida.
De acordo com Silva; Martim (2001) a Educação Ambiental é um instrumento poderoso de que a sociedade dispõe no momento para resgatar valores capazes de induzir crianças e jovens a perceberem a natureza como um bem comum, a ser compartilhado com base no sentimento de solidariedade e responsabilidade.
O desafio de superar a crise ecológica ao nível global deve ser, sem dúvida, uma preocupação de todas as esferas do poder público e da humanidade como um todo. Nessa direção, em termos constitucionais, na década de 1980, a Educação Ambiental passou a ser um dos instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente, com a promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil, em 1988, seu artigo 225, estabelece que:
“Todos têm direito ao meio ambiente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.
Ainda se destaca no mesmo documento, como função do poder público “promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”. No âmbito escolar a Educação Ambiental vem sendo instrumento de preocupação das novas tendências curriculares. A esse respeito o MEC – Ministério de Educação e Cultura, dentro dos Parâmetros Curriculares Nacionais (1997), propõe temáticas transversais que abrem espaço para se abordar o meio ambiente em todas as disciplinas do Ensino Fundamental.
Contudo, ao mesmo tempo em que estes documentos apontam a importância, a transversalidade e a natureza transdisciplinar do tema, deixam também, o espaço para questionamentos. Pode-se estão perguntar, até que ponto os professores das diversas disciplinas articulam os conteúdos curriculares aos conteúdos ambientais? Qual será a preparação que recebem os docentes para abordar tal temática? Quais os recursos que os docentes das escolas públicas dispõem para abordar esses conteúdos? Estas e outras indagações carecem de uma análise urgente, para que assim, possa haver resultados viáveis nos trabalhos de Educação Ambiental formal.
É nesse contexto que a ciência geográfica pode contribuir expressivamente na formação de licenciados e bacharéis que irão atuar direto ou indiretamente com a Educação Ambiental e assim, formar cidadãos, que possam interferir na (trans)formação da sociedade, de tal forma que seja possível dispor de um ambiente mais saudável. No encadeamento da Nova Ordem Mundial, em que as ciências procuram redefinir os seus rumos, a Geografia pode introduzir reflexões sobre a Educação Ambiental, contribuindo para possíveis soluções, em que os países caminhem para os princípios de sustentabilidade, dentro de uma gestão que atenda aos diversos interesses de forma a preservar a unidade global em todos os seus aspectos.
A história do mundo e do pensamento ocidental foi comandada por um paradigma de disjunção, de separação. Separou-se o espírito da matéria, a filosofia da ciência. Separaram as disciplinas, as ciências, as técnicas. Separou-se o sujeito do conhecimento do objeto do conhecimento. Vê-se, portanto, que o desafio de romper com essa forma de pensamento fragmentado, vem sendo cada vez mais substantivado nos debates acadêmicos, e é uma preocupação propor uma reforma de pensamento que seja capaz de gerar um pensamento do contexto completo (MORIN, 2000; 2000a).


Atividades interativas

Com o objetivo de fermentar a discussão sobre a responsabilidade individual de cada cidadão para a preservação e conservação do ambiental global e contribuir com o processo de construção do corpo de conhecimentos dentro do contexto da totalidade, necessários à prática de Educação Ambiental, foram desenvolvidas atividades junto aos alunos da disciplina Educação Ambiental, oferecida no curso de Geografia, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no segundo semestre de 2002 e primeiro semestre de 2003, realizadas com base nas aulas ministradas no decorrer da disciplina e finalizada com a construção de textos sobre as temáticas: “Educação Ambiental: responsabilidade individual para a coletividade” e, “Educação ambiental o geógrafo e o licenciado”.
Verificou-se por meio da análise dos textos que as interpretações espontâneas dos envolvidos, apontaram aspectos relevantes na compreensão de solucionar problemas ambientais globais a partir de atitudes locais. As questões ambientais são, sem dúvida, entendidas por grande parte dos alunos em todos os seus aspectos, como foi descrito anteriormente com base em Dias (2000). No entanto, esses aspectos (éticos, políticos, econômicos, culturais, sociais, científicos, tecnológicos, ecológicos) aparecem timidamente nos textos, deixando evidente a necessidade de maior aprofundamento teórico, o que evidencia, conseqüentemente, a importância da inter e da transdisciplinaridade no trato das questões ambientais.
Quanto ao tema “Educação ambiental o geógrafo e o licenciado” , as discussões, partir de aulas interativas, ofereceu condições para que se montasse um organograma apresentado, a seguir.

Educação Ambiental e Geografia no Brasil

As atividades que podem ser desenvolvidas pelos profissionais de geografia no Brasil, seja licenciado ou bacharel, sobre educação ambiental no Brasil, a partir da legislação vigente, são sumarizados, a seguir, no organograma.
 

 

EDUCAÇÃO AMBIENTAL – GEOGRAFIA NO BRASIL - LEGISLAÇÃO

 


Considerações Finais


Em todos os momentos assistem-se o surgimento de novos problemas ambientais: a destruição da camada de ozônio; a temperatura do planeta se alterando, cada vez mais gás carbônico na atmosfera; explorações exaustivas dos recursos naturais; agressões aos ecossistemas terrestres e aquáticos, ou seja, ameaças constantes à biodiversidade. Os problemas ambientais que se colocam em um quadro europeu, asiático ou latino-americano ultrapassam as fronteiras políticas, étnicas e econômicas, atingindo todos os continentes e nações do planeta. Pode-se dizer que os problemas ambientais mundiais agem sobre uma escala local que por sua vez retroagem em escala global. Para dar respostas a este desafio é necessário contextualizá-lo a nível mundial. Tratar os problemas ambientais de modo isolado se constitui um equívoco, não se pode esquecer que se vive em uma época de mundialização, em que as aflições das populações humanas, são problemas transversais, multidimensionais e planetárias.
A idéia de que a ciência pode ser capaz de considerar o ambiente em todos os seus aspectos, constitui-se crença na fecundidade desse pensamento, para o desenvolvimento de trabalhos de Educação Ambiental quer seja formal ou informal. É preciso, disseminar um conhecimento capaz de apreender problemas globais, para neles inserir os conhecimentos parciais e locais. A Educação Ambiental, pode ser vista como um processo de busca do conhecimento que resulta na aquisição de valores capazes de permitir aos indivíduos envolvidos, atuarem de modo conseqüente no meio em que vivem, devendo levar a aquisição do conhecimento, fornecendo elementos para uma melhor compreensão da realidade e dos problemas que afetam o ambiente no momento atual, e também, com a participação ativa, contribuir para a melhoria do ambiente.
A Geografia, tem muito a contribuir formando profissionais à atuarem direta ou indiretamente na (trans)formação de uma nova geração e fomentar idéias e ideais, proporcionando condições na (re)construção de um mundo ambientalmente sustentável.
Com a Educação Ambiental, é importante desenvolver nos alunos a premissa de responsabilidade individual; de integração entre todos os elementos que compõem o ambiente total e da articulação do saber na resolução dos problemas ambientais. A dicotomia existente entre teoria e prática pode ser um obstáculo superado com o apoio de atividades que possibilitem a identificação da responsabilidade individual com o ambiente global.
Em suma, um trabalho de Educação Ambiental, desenvolvido pelos profissionais de geografia, seja de maneira formal ou informal pode ser considerado prioritário no atual momento da história da humanidade. Contudo, essa retomada de consciência deve acontecer, também, com o apoio de profissionais das diversas áreas do conhecimento, uma vez que se deve considerar a inter-relação existente nos diversos elementos da natureza, assim como a conexão entre os saberes.

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