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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA




 

ANÁLISE DE METODOLOGIAS DE MAPEAMENTO.

 

 

 

Jaime Sergio Frajuca Lopes frajuca@pop.com.br [1];
Manoel Luiz do Santos mldsantos@uem.br
[2];
Nelson Lovatto Gaspareto nvlgasparetto@uem.br

 

 

 

 

 

 

[1] Mestrando pela Universidade Estadual de Maringá, análise Regional e Ambiental – Capes.

[2]  DGE – Universidade Estadual de Maringá

 




 

Palavras-chave: Mapeamento, Geomorfologia, Geotecnia 
Eixo 3: Aplicação da Geografia Física à Pesquisa
Sub-eixo 3.2: Gestão e Planejamento Ambiental

 



 

Introdução
Com o passar do tempo, as cidades foram crescendo e se tornando um lugar complexo para os planejadores, e por isso, a importância do mapeamento.

Na questão de mapeamento muitas metodologias são utilizadas, e nomenclaturas para definição, cartas gerais, regionais, e de planejamento, e a definição de escolha para mapeamento está associadas as questões físicas como no exemplo mapas de susceptibilidade.

 O mapa de susceptibilidade é um mapa geológico-geomorfologico temático, que representa aqueles componentes do ambiente geológico de significância para o planejamento do uso dos solos, para projetos de engenharia, bem como fornece subsídios para o planejamento ambiental de sítios urbanos. Porém a urbanização de uma área não obedece a somente critérios geológicos e geotécnicos, mas também a diversos outros fatores, entre os quais estão a sua história, as decisões políticas e os interesses econômicos (Filho, 1990). Desta maneira, a forma de ocupação dos espaços, não obedece, necessariamente, a limites físicos como: ocupação das áreas íngremes ou alagáveis.

 Souza (1996) demonstra que o crescente desenvolvimento das atividades antrópicas gera, na maioria dos casos, o desencadeamento de processos de inundação, de escorregamentos de encostas e de erosão. Neste sentido, a preocupação deste trabalho será a de equacionar critérios de avaliação que levem em conta a litologia; geomorfologia, tipo de solo e, para em síntese delimitar as áreas propicias a habitação, ou orientar a forma de ocupação.

Metodologias aplicadas ao mapeamento de riscos a ocupação/ fragilidade

Na produção de material cartográfico, na área de mapeamento há uma gama muito grande de metodologias discutidas e aplicadas nos mais diversos países e com os mais variados diferenças litológicas e climática, sendo que muitas destas não são aplicáveis em países do clima tropical, mas sim adaptáveis a eles, neste contexto estão metodologias utilizadas por [ SANEJOAUND (1972), MATHEWSON & FONT (1973), IAEG ( 1976) e Pattern Units Components and Evaluation [PUCE] ( GRANT, 1975), sendo estas as que se destacaram nos seus países de origem e no âmbito internacional. Muitas desta são aplicáveis  mais na questão geológica como subsidio a carta de risco. Já na questão das metodologias em discussão nas escolas nacionais utilizadas por HARBERLEHNER (1966), HEINE ( 1966) e CABRAL et al. (1976) no Rio de Janeiro, COLON (1973) e MACIEL FILHO (1978) no Rio Grande do Sul. Entre outros autores que se apresentam com mais destaques na aplicação das metodologias no Brasil nas pesquisas desenvolvidas foram: SEIGMARTIN & FULFARO (1981), PEJON (1987), ZUQUETTE (1981), no estado de São Paulo, CARVALHO (1982) em (MG). Mas com a informática e novos software houve um avanço muito grande na área de mapeamento, sendo que os que mais se destacaram foram: FERRANTE (1990), VEDOVELLO & MATTOS (1991), SOUSA ( 1994), RIEDEL (1994) e ainda FERREIRA (1988), FERRANTE (1990) e MOREIRA ( 1993).

Tendo em vista a grande quantidade de propostas metodológicas existentes, foram traçados algumas etapas ou passos a serem seguidos conforme Figura 1

 

Figura 1

 

Org. Rodrigues, et. Al. (1997)

 

Principais Metodologias:

No Brasil atualmente vem se desenvolvendo, diversas metodologias de caracter abrangente, porem foram selecionadas apenas algumas tendo em vista que para este estudo não nos aprofundaremos nas mesmas, assim foram selecionadas apenas metodologias para mapeamento regional e urbano: SANEJOAUND (1972), MATHEWSON & FONT (1973), IAEG ( (1976), ( PUCE, in GRANT, 1975) e ZUQUETTE (1987), conforme Figura 2

 

Figura 2

 

Metodologia

Características do meio físico abordado

Escalas

103

Cartas

Finalidade

SANEJOAUND (1972)

Rochas

Materiais de cobertura

Geomorfologia

Hidrogeologia

< 100

100 – 50

25 – 10

5 – 1

> 1

Dados

Fatores

Sintética

Gerais ( planej. Territorial e urbano)

Específicos

MATHEWSON & FONT (1973)

Rochas

Solos

Geomorfologia

Topografia

 

1a Ordem

( observação)

2a Ordem

(engenharia)

3a Ordem

(Interpretativo)

4a Ordem

(Planejamento)

Adquabilidades

( planejamento e Interpretativa)

IAEG ( (1976)

Rochas

Solos

Geomorfologia

Hidrogeologia

< 200

10 – 20

5 – 10

> 5

Geral e Especifica

Uso Geral ( multiespecífico)

Especial (Uso específico)

 

PUCE, ( in GRANT, 1975)

Rochas

Solos

Geomorfologia

Topografia ( declividade)

> 250

>250 – 100

>25

>2,5

Geral e Específico

Zoneamento

(classes taxonômica)

ZUQUETTE (1987)

Rochas

Solos

Topografia

Declividade

Hidrogeologia

< 100

100 – 25

25 – 10

Básica Fundamental

Opcional

Auxiliar

Derivada

Condições geotécnicas.

Zoneamento geotécnico

e específico

Adaptada: ZUQUETTE, ( 1987) AGUIAR, (1994) SOUZA, ( 1996)

 

SANEJOAUND (1972)

Para esta proposta metodológica de mapeamento, cujos aspectos mais freqüentes são os de geologia, geomorfologia e geotecnia, preocupados tanto com a posição espacial das unidades do terreno quanto como as verticais. Sendo que poderão ser gerados materiais cartográfico para utilização nas mais diversas áreas do conhecimento em função especificas para cada escala:

- Numa escala geral: 1:100.000 e 1:500.000

- Escala regional - 1:25.000 a 1:10.000

- Zonas de planejamento - 1:10.000 a 1:2000

MATHEWSON & FONT (1973)

Para esta metodologia os principais atributos a serem considerados são os parâmetros geológicos, onde o produto gerado será um mapa de uso do solo e de planejamento urbano e classificado segundo uma ordem:

1º ordem, que mostram resultados técnicos de estudos gerais.

2º ordem, que tratam diretamente os tipos de materiais do solo.

3º ordem, mostra a adequabilidade de uma área para propósito especifica do uso do solo, susceptibilidade ou risco.

4º ordem, uso do solo para geologia de engenharia.

IAEG ( 1976)

Nesta metodologia os fatores mais relevantes são: rocha e solo, água, geomorfologia onde as feições geológicas apresentadas nos mapas são: hidrologia, geomorfologia e processo correlato. Segundo Aguiar (1994) deve atender à informações objetivas relativas ao planejamento regional e adequabilidade das áreas e prever as variações do meio físico fornecer dados que possam facilitar o uso e aplicação pelos mais vaiados profissionais e especialista.

PUCE, ( in GRANT, 1975)

Para metodologia PUCE ( Patterns, Units, Corponents and evaluation ) leva em consideração os seguintes aspectos para mapeamento: geologia, relevo, drenagens, solos, vegetação e topografia onde desta forma, classifica o terreno para uso no desenvolvimento regional e urbano. Para Aguiar (1994) a avaliação do terreno não pode substituir uma investigação de campo, mas fornecer à elas bases racionais para o procedimento

ZUQUETTE (1987)

Classifica, em função da escala, em: Escalas Gerais  menores que 1:100.000; Escalas Regionais - de 1:100.000 a 1:25.000; e Escalas Semi-detalhadas - de 1:25.000 a 1:10000. Não aconselha o uso de escalas maiores que 1:10000, por considerar que o volume de informações suplantaria aquele necessário para a investigação local, descaracterizando portanto, o propósito do mapeamento.

Para a Escala Regional e Semi-detalhada a finalidade consiste no auxílio à ocupação e na melhor maneira de executá-la. A diferença entre as escalas regional e semi-detalhada reside no maior detalhamento desta, com manutenção dos mesmos atributos. Estes são: materiais inconsolidados e/ou rochosos, geomorfologia, condições hidrogeológicas e hidrológicas, forma de ocupação, dados climáticos e ação antrópica.

ZERMOS:

 Segundo ( Antoine, 1977. Rodrigues et. Al. (1997)

Desenvolvida na Franca para riscos de solo, em escalas 1:25000, 1:20000 e 1:5000, sendo que a ultima é denominada planta Zermos  onde são realizadas para a situação de movimento de massa, erosão, abatimento, problemas sísmicos , cujo representação aos ricos se dar por intermédio de cores. Onde:

O Verde, para áreas sem problemas

Laranja, indicando a potencialidade, mas sem precisar o nível, natureza e amplitude do risco.

Vermelho, indica áreas instáveis com chances reais de risco

E a cor negra é usada para caracteres que traduzem a dinâmica da instabilidade observada. A análise de instabilidade dos terrenos é feita por meio levantamentos dos fatores naturais permanentes ( litologia, estrutural, drenagem) e dos temporais ( vegetação e sobrecarga), sendo que o trabalho é divido em três fases:

10 - Levantamento bibliográfico e oral sobre a existência ou não de movimentos do terreno.

20  - Estudos geomorfológico e executado por foto interpretação.

30 - Que consta o estudo e controle, dos principais fatores que afetam a estabilidade.

As notas explicativas devem conter comentários indispensáveis a boa compreensão e interpretação  da carta, com as indicações gerais sobre a situação geográfica, morfológica, geológica, tipológica de movimentos, definição de zoneamento adotada e suas conseqüências. Rodrigues, op. Cit.

HINOJOSA & LEON (1978)

Esta proposta foi desenvolvida na Espanha e aplica-se predominantemente em vias de transporte e tem como objetivo classificar os terrenos em unidades morfodinâmicas, Figura 3 onde o mapa deve fornecer dados complementares, relatando o grau de risco e o tipo de movimento envolvido e ainda fornecer dados complementares da estrutura, clima, contorno e das condições hidrológicas de subsuperfície e superfície.

 

Figura 3

 

Unidades

Características Básicas

Representação

Escala

Litogrupos

Materiais homogêneos do ponto de vista litoestratigráfico e estrutural

1 número

1:100000

Morfoarea

Diferenciação morfológica dentro do litogrupo com perfil típico do terreno

Letra maiúscula

1:50000

Unidade morfodinâmica

Instabilidade que existam nas unidades morfodinâmicas

 

 

Grupo geocinético

 

Combinação de símbolo

 

Zuquette, Gandolfi ( 1988 ). Rodrigues,et. Al. (1997)

 

Brabb

Esta proposta apresenta um estudo dos processos de escorregamentos que ocorrem no passado e que continuam ocorrendo, a classificação dos tipos de movimento de massa ( escorregamento) e outro informações como o impacto dos escorregamento sobre pessoas e edificações.

Rodrigues, et. Al (1997) são considerados para esta metodologia, material cartográfico como: mapa topográfico básico, fotointerpretação; mapas de escorregamentos pretéritos, presente e futuras profundidade e ocorrência do evento, uso do solo para o período, e o tipo de processo envolvido, fluxo superficial e escorregamento e mapa de erosão laminar e leque de detritos. Etapas envolvidas na metodologia Figura 4

 

Figura 4

Inventário dos escorregamentos

Mapa de inventario

Simples

Complexo

Mapas de suscetibilidade

Cálculo da probabilidade de escorregamento

Mapas de risco

Rodrigues, et. Al.(1997)

 

GASP ( Geotechnical Area studies Programme)

 

Este processo metodológico visa o estudo de uma série de mapas voltada para a classificação do terreno com problemas de riscos geológicos .Figura 5

 

Para esta metodologia são classificadas em escalas regional e distrital que são considerados classes de declividade, componentes do terreno; feições de instabilidade na escala regional 1:20000 e na distrital os três níveis anteriores mais a morfologia do terreno, mapa de Landform (estudo de campo) que retrata potencial de erosão voltados ao planejamento e mapas interpretativos na escala 1:2500.

 

Figura 5

 

CERRI, (1990)

 

Esta proposta foi desenvolvida no Brasil, e analisa a distribuição dos diferentes tipos de solos rochas , propriedades geológicas, as formas de relevo os processos atuantes e as alterações oriundas das formas de uso e ocupação do solo eo reflexos da ocorrências dos processos ( naturais e induzidos) assim para Cerri, op. cit. A carta e voltada à correção e ao prognóstico das relações entre meio físico e a ocupação. Figura 6

 

Figura 6. Etapas de mapeamento adaptado de Cerri, (1990)

 

 

AUGUSTO FILHO, ( 1994)

Está metodologia apresenta a caracterização geológica e geotécnica em encosta onde há indícios de movimento, ou desestabilização. Figura 7

E pode ser subdividida em quatro partes: Inventario, no que consiste a parte de planejamento, levantamento de dados, identificação preliminares de modelos fenomenológicos. Investigação: Definição das unidades analise e dos condicionantes, trabalhos de cartografia e levantamentos sistemáticos de campo. Análise: Zoneamento da ocupação e suscetibilidade e análise de risco. Síntese: Cartografia das zonas de risco e relatório.

Uma vantagem desta metodologia que poderão ser utilizadas técnicas de cartografia digital e sensoriamento remoto em todas as fases do trabalho.

 

Figura 7

 

 

PRANDINI, ( 1991)

No contexto desta metodologia são considerados aspectos geomorfológicas ( formas e dinâmica do relevo), geológicas ( tipos litógicos, modos de ocorrência, estruturas, processos geodinâmicos externos e internos) e geotécnicas (características do terreno, propriedades do solo e rocha). Figura 8

Assim correspondem as cartas geotécnicas

Carta de risco (geológico): Quando prepondera avaliação de dano potencial à ocupação

Carta de suscetibilidade: quando pretende destacar um ou mais fenômenos ou comportamentos indesejáveis.

Cartas de atributos ou parâmetros: Se restringem em apresentar a distribuição geográfica a uma ou mais formas de uso e ocupação do solo.

 

Figura 8

 

 

Breve considerações sobre cartografia geotécnica.

 No Brasil, muito se tem discutido sobre as questões ambientais, principalmente, pela multiplicidades, e variações do meio físico, ( clima, vegetação, relevo), ter acesso informações de origem cartográfica e a metodologias de ordem econômicas acessíveis é fator primordial para as pesquisas cientificas, entretanto nem sempre estas informações estão disponíveis, sobretudo pela intervenção política quem há em micro regiões e ou cidades de pequeno porte.

Para Zuquette , Gandolfi (1990) apresentam uma metodologia que contribui para o desenvolvimento do mapeamento, analisando custo beneficio:

-         Apresentar menor custo possível, para não concorrer com a investigação científica

-         Aplicar-se à diversidade do meio físico e à grande extensão territorial

-         Fornecer dados úteis ( tipologia litológica)

-         Permitir acréscimo de informações

A cartografia geotécnica e a expressão prática do conhecimento geológico aplicado ao enfrentamento dos problemas impostos pelo uso do solo, que possam prever a interação entre o meio físico, unindo medidas preventivas e correlativas à empreendimento de uso e ocupação do solo.

Desta forma em todas etapas de planejamento territorial ou local, face necessário um estudo prévio da condições gerais, do empreendimento quer seja ele  a interação das unidades, ou apenas um esboço das características físicas, que venham a contribuir no bojo das informações.

 

 

Referencias Bibliográficas:

 

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