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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

ESTUDO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS COM DESENVOLVIMENTO DE AREAIS NO MUNICÍPIO DE ALEGRETE-RS

 


 

Patricia Milani de Paula

Geógrafa. Mestranda do Pós-Graduação em Geografia da UFRGS, bolsista CAPES.

Luis Eduardo de Souza Robaina

Geólogo. Professor do Pós-Graduação da UFRGS e UFSM

e-mail: patimilani@yahoo.com.br

 



 

Palavras-Chave: Alegrete, geomorfologia, bacias hidrográficas

 Eixo 3: Aplicação da Geografia Física à Pesquisa

Sub-eixo 3.3: Gestão e Planejamento Ambiental

 




 

 

1. INTRODUÇÃO

 

A geomorfologia auxilia no planejamento e preservação do meio, usando racionalmente os recursos naturais e corrigindo falhas decorrentes da ação antrópica no ambiente. O planejamento ambiental, se encaixa neste estudo, como um processo organizado de obtenção de informações, reflexão sobre os problemas e potencialidades de uma região, bem como definição de um sistema de monitoramento e avaliação que irá retroalimentar  o processo.

Para analisarmos os aspectos físicos de determinada área, é necessário delimitarmos a mesma, esta delimitação, resultado da integração de diferentes fatores ou elementos do meio físico, revela-se extremamente útil ao processo de planejamento, na medida em que busca expressar a complexidade existente na paisagem e, garante um nível de detalhamento equilibrado entre as variáveis físicas adotadas. Por ter um papel fundamental na evolução do relevo, uma vez, que os cursos de água constituem-se em importantes modeladores do relevo e, por ser um limite natural, as bacias hidrográficas são as unidades de estudo e gestão.   

Um instrumento que vem sendo utilizado nas pesquisas, a fim de, compreender a dinâmica e as formas topográficas resultantes da ação de diversos fatores nas bacias hidrográficas, é o levantamento de índices e parâmetros morfométricos, objetivo principal deste trabalho, que posteriormente serão utilizados na análise da área e como importante instrumento metodológico, para o diagnóstico de área dentro da geografia. Com a escolha da bacia hidrográfica como unidade de análise, sabe-se que ela nos permite ter uma visão integrada dos processos que definem a paisagem e é, reconhecida com a melhor unidade para o manejo dos recursos naturais.

 Os estudos referentes a drenagem, destacam-se, vista a sua importância na análise dos agentes físicos naturais que atuam nas bacias hidrográficas, elucidando numerosas questões geomorfológicas, uma vez que, os cursos d’água são responsáveis pela esculturação da paisagem, ou sendo reflexo do clima ou da litologia local, servindo de parâmetro para um diagnóstico do meio físico.

Neste sentido, estão sendo pesquisadas bacias hidrográficas, geograficamente localizadas no Município de Alegrete-RS: Bacia do Arroio Lajeado Grande, Itapeví, Jacaquá, São João e Sanga da Divisa, totalizando uma área com aproximadamente 172.435 ha , entre as coordenadas 29°3636 à 29°5943 S e 55°3710 à 55°0403 W (Figura 1), onde é significativa a ação dos processos de degradação provocados pela erosão dos solos rasos, induzidos ou não pelo intensivo e inadequado uso. Os processos de arenização (Suertegaray, 1987), também erroneamente conhecidos como processos de desertificação, comuns nos municípios de Alegrete, Manoel Viana, São Francisco de Assis, entre outros, representam, com muita clareza, esta degradação ambiental, constituindo parte significativa dos milhares de hectares de terras de altíssima fragilidade e, portanto, facilmente degradadas.

Tendo como base os dados morfométricos das bacias hidrográficas e de sua posterior análise, permitiu-se à compartimentação do relevo, identificando e diferenciando seis unidades do terreno ou setores como definimos, que estarão sendo apresentados posteriormente.

 

 

2. METODOLOGIA

 

As unidades básicas deste estudo, são as bacias hidrográficas, que possibilitam a visualização integrada dos processos que regem a dinâmica do relevo. As bacias foram estudadas no seu conjunto, tendo como elemento base, numa primeira análise, a hidrografia.

Este estudo do meio físico, foi realizado através do levantamento de dados morfométricos, identificando e diferenciando unidades do terreno ou setores. Os parâmetros baseados nos dados morfométricos, extraídos das redes hidrográficas, identificaram: o padrão de drenagem, a hierarquia fluvial, e a densidade de drenagem. Este trabalho foi realizado com base na interpretação de cartas topográficas da DSG , com escala de 1:50.000 (Manoel Viana - SH.21.X.D.IV.1, Passo Novo – SH.21.X.C.VI.2, Rincão dos Costa Leite – SH.21.X.D.IV.3, Arroio Caverá – SH.21.X.C.VI.4, Itapeví – SH.21.X.D.IV.4, Cerro da Samora – SH.21.Z.B.I.1, Saicã – SH.21.Z.B.I.2 e São Francisco de Assis – SH.21.X.D.IV.2), imagens Landasat 5, com escala de 1:50.000 (1997) e 1:100.000 (1998), e trabalhos de campo com um amplo registro fotográfico.

 

3. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO:

 

Para um melhor desenvolvimento da pesquisa, fez-se necessário revisar os conhecimentos teóricos referentes a geologia, ao solo, clima, vegetação, geomorfologia e relevo, que serão apresentados resumidamente.

No contexto geomorfológico do Rio Grande do Sul, as áreas de estudos inserem-se na unidade denominada “Cuesta de Haedo”, conforme Muller Filho (1970), mais precisamente no seu front , provavelmente, por um soerguimento tectônico no início do Cenozóico, observado através da análise de cartas topográficas e imagens de satélite.

A área de estudo, com área de aproximadamente 172.435 ha é formada pelas Bacias do Arroio Lajeado Grande, Itapeví, Sanga da Divisa, Arroio São João e Jacaquá, que possuem como características:

Lajeado Grande: hierarquia fluvial de 5ª ordem (Strahler – 1974), drenagem principal com 62 Km de extensão, orientação noroeste, padrão de drenagem retangular-dendrítico, forma alongada.

Sanga da Divisa: hierarquia fluvial de 5ª ordem (Strahler – 1974), drenagem principal com 18 Km de extensão, orientação para norte, padrão de drenagem retangular-dendrítico, forma retangular.

São João: hierarquia fluvial de 5ª ordem (Strahler – 1974), drenagem principal com 32 Km de extensão, orientação para norte, padrão de drenagem retangular-dendrítico, forma retangular.

Jacaquá: hierarquia fluvial de 5ª ordem (Strahler – 1974), drenagem principal com 27 Km de extensão, orientação nordeste, padrão de drenagem retangular-dendrítico, forma retangular.

Itapevi: hierarquia fluvial de 5ª ordem (Strahler – 1974), drenagem principal com 52 Km de extensão, orientação sudoeste-nordeste, padrão de drenagem retangular-dendrítico, forma alongada.

A orientação das drenagens principais mostram uma disposição levemente radial. A drenagem mais a oeste tem direção NW, passando a NE no canal do extremo leste. Esta distribuição da drenagem nos leva a inferir a ocorrência de um alto, determinado como Alto do Pavoré

Quanto a análise do relevo, trata-se de uma área com baixa energia em que se destacam as formas mamelonares conhecidas, regionalmente, por coxilhas e, por alguns cerros testemunhos de forma tabular. Segundo AbSaber (1969), as coxilhas são expressão de grande significação morfoclimática, pois, traduz os efeitos mamelonares dos processos subtropicais úmidos que, por último, agiram na fisionomia do relevo regional.

As menores altitudes, de 80 metros, localizam-se à jusante das bacias, na planície aluvial do Rio Ibicuí,, as maiores altitudes estão em torno de 140 metros. No médio curso as altitudes passam de 160 metros e somente no curso superior, no extremo montante, ocorrem altitudes acima de 180 metros. Nas bacias, as altitudes mais significativas, ocorrem associadas aos cerros de arenito silicificados, que podem atingir 246 metros.

As amplitudes das bacias hidrográficas, não excedem 100 metros, sendo que as maiores associam-se às vertentes onde ocorrem , nos topos, cerros de arenito silicificados.

As declividades mais importantes, ou mais freqüentes, estão entre o intervalo de 4% à 8%. Declividades elevadas superiores a 30%, ocorrem junto as vertentes de topos planos, constituídos pelos arenitos silicificados e também associadas a morrotes de basalto (IPT – 1981). Declividades acima de 12%, associadas à drenagem principal, formam uma feição característica de “vale ravina”.

Conforme os dados de amplitude e do gradiente das vertentes, o relevo geral das bacias pode ser classificado segundo o IPT (1981), como relevo de colinas.

A análise geológica das bacias hidrográficas, identificaram a ocorrência de derrames vulcânicos da Formação Serra Geral, caracterizados por delgadas seqüências de basalto que ocorrem de forma bastante alterada, formando colinas e morrotes com blocos associados ao manto de alteração.

Identificaram-se rochas constituídas por arenitos com estratos cruzados  de alto ângulo, textura média a fina, associada aos derrames vulcânicos, indicando que as rochas pertencem a Formação Botucatu. Ocorrem associados,arenitos fluviais com grânulos esparsos de sílica que parecem representar uma seqüência da Formação Guará (Scherer et al – 2002). Na Bacia do Itapevi são encontrados arenitos finos a lâmitos que devem representar rochas  da Formação Sanga do Cabral.

Conforme Suertegaray (1995), o sudoeste do Rio Grande do Sul, considerando a zonalidade climática, localiza-se sob zona subtropical, com seu clima caracterizado pela presença de invernos frios, verões quentes e inexistência de estação seca. As precipitações anuais indicam que a região, onde ocorrem os areais, possui condições de umidade que ultrapassam, em muito, os valores anuais de climas áridos. Apresenta médias superiores a 1.400mm, enquanto uma zona árida é definida por precipitações menores que 200mm anuais. A umidade bem distribuída ao longo do ano , associada à temperaturas médias, que variam de 14,3° no inverno, até 26,3° no verão, não justificam a denominação de áreas de desertificação para as áreas com presença de areia exposta, que ocorrem na região. As chuvas são abundantes, predominando períodos superúmidos (P>100mm) contra pequenos períodos úmidos, cuja maior freqüência ocorre nos meses de maio a junho.

Analisando a vegetação, Suertegaray (1995), caracterizou a região, como uma área de paisagem extremamente frágil, derivada de um paleoambiente semi-árido ou semi-úmido estepário que, mais recentemente, sofreu umidificação. Esta umidificação, por sua vez, foi suficiente para permitir o surgimento, nas áreas mais úmidas, sejam elas os vales ou as vertentes de encostas abrigadas, de uma vegetação arbórea: a mata de galeria ou a mata de encosta. Porém, este mesmo clima foi insuficiente para mascarar e/ou eliminar os vestígios de uma paisagem pré-moderna. Daí vem sua fragilidade; uma paisagem em processo de constituição pedogenética e de vegetação recente.

Os campos da área suscetível ao processo de arenização, por sua vez, apresentam aspectos distintos do restante da campanha, constituindo uma savana-estépica gramíneo-lenhosa, de acordo com a classificação fitogeogáfica mais atualizada. Cabe destacar a abundância de espécies vicariantes arbustivas e sub-arbustivas, pertencentes a gêneros representados na flora silvática regional. A família das gramíneas é geralmente dominante na estrutura horizontal destes campos, proporcionam ao solo uma cobertura de baixa a média, com os campos se assemelhando, fisionomicamente, as estepes (Marchiori, 1995).

Uma das plantas que chama atenção nas coxilhas arenosas da savana-estépica de Alegrete, é o Butiazeiro-anão. Conforme Marchiori (1995) Butiá Paraguayensis. Apresenta uma distribuição descontinua, ocorrendo em manchas de vários hectares, sempre em estreita dependência das características  do solo. Trata-se de uma das espécies mais peculiares da vegetação regional por ser o único caso de palmeira anã na flora sul-riogradense.

Foram encontradas e identificadas na área de estudo, diversas classes de solos, sendo as mais importantes: Latossolo Vermelho Escuro textura argilosa e textura média, Argissolos Vermelho Escuro textura media/argilosa, Neossolos  Quartzarênicos, Associação Cambissolos - Solos Litólicos, Planossolos e Glei, e os tipos de terreno areais e afloramento de rochas (EMBRAPA, 1999).

Nesta região tem-se como atividade principal, a agricultura e a pecuária extensiva. A adoção de práticas agrícolas incompatíveis com a fragilidade do ecossistema local, como a total mecanização da lavoura e o superpastoreio do gado, são responsáveis, assim como a falta de técnicas de manutenção e conservação do solo, pela intensificação do processo de arenização, previamente existente e que faz parte da dinâmica natural dessa paisagem extremamente frágil.

 

4. COMPARTIMENTAÇÃO DO TERRENO

 

Os estudos realizados na região, baseados primeiramente na hidrografia,  permitiram a compartimentação do terreno. A caracterização efetuada em cada unidade de terreno constituíu-se, então, no ponto de partida para a interpretação da dinâmica atual, os processos operantes, seus formatos e condicionantes.

Na abordagem analítico-dinâmica, a atenção foi centralizada sobre os elementos das formas presentes no interior de cada conjunto individualizado da rede de drenagem, nos processos morfogenéticos atuais e na relação estabelecida entre os agentes deflagradores e a constituição da estrutura física, obtendo com isso um diagnóstico do funcionamento dinâmico do sistema.

Através do enfoque paramétrico, cujo objetivo, é a delimitação de áreas diferentes do ponto de vista fisiográfico, com base na análise de parâmetros representativos da geometria das unidades de terreno, assim como, parâmetros característicos da rede de drenagem, aqui utilizados, permitiram dividir a área em 6 unidades, ou setores. O mapa da Figura 2 (Anexo 1), apresenta a divisão dos setores e o alinhamento dos canais principais das drenagens, que define o Alto do Pavoré. Na Figura 3 (Anexo 2), esse produto cartográfico está sobreposto a imagem de satélite (Landasat 5, 1998) para uma visualização das principais características observadas em cada setor.

 

SETOR 1

           

O setor 1 apresenta padrão retangular-dendrítico como nos setores 2 e 3 , entretanto, apresenta uma densidade de drenagem superior ao setor 3 e inferior ao 2. Outra feição está relacionado as formas de canais estreitos em comparação com os demais setores. Os canais de primeira ordem são abundantes, formando cursos  com contatos retos. Este setor ocorre em uma pequena área na margem esquerda da e jusante da Bacia do Lajeado Grande e em partes na montante da Bacia do Itapevi, Jacaquá e Lajeado Grande, compreendendo uma área de 29.500 ha.

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SETOR 2

 

Este setor apresenta como principal característica a ocorrência de  embaciamentos que se formam junto as nascentes, provavelmente devido a um substrato menos permeável. A densidade dos canais é relativamente superior aos demais setores, sendo somente inferior ao setor 6. Os canais quanto a forma são curtos e largos e  o padrão de drenagem é definido como retangular-dendrítico, Abrande uma pequena área da Bacia do Lajeado Grande, ocupando uma área de 9.000 ha.

 

SETOR 3

 

A forma retangular da drenagem principal é identificada pelos ângulos retos, mas o aspecto arborecente junto as nascentes classifica o padrão de drenagem como retangular-dendritico. A forma dos canais de 1ª ordem é uma característica marcante, sendo definidos por canais largos e rasos. Neste setor encontra-se grande parte da Bacia do Arroio São João e Sanga da Divisa., ocupando uma área de 66.200 ha.

 

SETOR 4

 

O setor 4 corresponde uma área de acumulação onde ocorre a planície de inundação do Rio Ibicuí. Constitui-se em uma área com grande acumulo de água, formando solos hidromórficos pela baixa capacidade de drenagem. Neste setor a atividade agrícola é mais significativa. Abrange o setor onde ocorrem as desembocaduras dos canais principais dos arroios que formam as bacias hidrográficas, ocupando uma área de 16.200ha.

 

SETOR 5

 

A rede de drenagem tem como principal característica o controle estrutural, formando um padrão de drenagem paralelo com direção noroeste. A densidade dos canais é baixa, tendo um pequeno número de canais de 1ª ordem. Quanto a forma constituem-se de canais curtos e largos que fluem quase paralelamente uns aos outros. Abrande grande parte da Bacia do Jacaquá e uma pequena parcela da Bacia do Itapevi, ocupando uma área de 31.300 ha.

 

SETOR 6

 

O setor 6 apresenta como principal feição a  alta densidade de canais de drenagem. Está representado por um grande número de canais de 1ª ordem, gerando um aspecto arborescente que caracteriza um padrão dendrítico. Outra característica observada é  a grande quantidade de açudes, em relação aos demais setores. Esses parâmetros refletem um substrato com baixa  capacidade de infiltração. Ocorre associado a Bacia do Itapevi, ocupando uma área 20.200 ha.

 

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

As mudanças ocorridas no interior das bacias de drenagem, podem ter causas naturais, entretanto, nas últimas décadas, o homem tem participado como um agente acelerador dos processos modificadores e de desequilíbrio da paisagem. Com isso, é preciso orientar a ocupação humana, a fim de que sejam resguardadas as áreas destinadas a preservação ambiental e a alta susceptibilidade à erosão que certas porções da paisagem podem apresentar.

            O mapeamento desenvolvido dividiu a área  em unidades homogêneas conforme as características de sua rede de drenagem identificadas nas cartas topográficas e na imagem de satélite. Cada setor identificado representa uma unidade de terreno com um conjunto de atributos relacionado com a litologia e estruturas geológicas, os solos e uso e ocupação. Além disso, constituem-se ferramentas para análise e planejamento regional. Torna-se necessário neste planejamento, um levantamento detalhado de seus atributos físicos como geologia, relevo, solo vegetação e a rede de drenagem, para o conhecimento de suas potencialidades e limitações de uso e ocupação.

            O estudo reveste-se de importância, pois, essas bacias hidrográficas, encontram-se uma região com sérios problemas ambientais e o estudo destas áreas degradadas vem apresentar umas das significativas preocupações ecológicas do Estado. O homem tem utilizado essas áreas sem fazer um estudo detalhado de sua aptidão agrícola e capacidade de uso, o que tem causado drásticas alterações ao meio ambiente, chegando a deteriorações extremas, como a formação de núcleos de arenização.

 

 

 

 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

AB’SABER, A. N. A revanche dos Ventos - Derruição de solos areníticos e formação de areais na Campanha Gaúcha. Ciência e Ambiente. Santa Maria: Imprensa Universitária. UFSM. vol. 11.  p. 53-64. 1995.

 

EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília: Embrapa produção de informação; 1999.412p

 

IPT. Mapeamento geomorfológico do Estado de São Paulo. São Paulo. Escala 1:500.000. 130p.2v.(IPT – Publicação, 1183) 1981.

 

MARCHIORI, J. N. C. Vegetação e Areais no Sudoeste Rio-Grandense. Ciência e Ambiente. Santa Maria: Editora da Universidade. UFSM. vol.11, p. 81-92. 1995.

 

MÜLLER FILHO, I. L.,  Notas para o Estudo da Geomorfologia do Rio Grande do Sul, Brasil.Publicação Especial n°1.Santa Maria: Imprensa Universitária. UFSM. 1970

 

SCHERER, C., FACCINI, U., LAVINA, E. Arcabouço Estratigráfico do Mezozóico da Bacia do Paraná. In: Geologia do RS. Porto Alegre: Editora da UFRGS, p. 335-354. 2002.

 

STRAHLER , A. Geografia Física. Barcelona:Omega.1974

 

SUERTEGARAY, D. O Rio Grande do Sul Descobre os Seus “Desertos”.Ciência e Ambiente. Santa Maria: Editora da Universidade. UFSM. vol.11, p. 33-52. 1995.

 

SUERTEGARAY, D. Deserto Grande do Sul: Controvérsia. Porto Alegre: Editora da Universidade. UFRGS. 1998.