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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

MAPA GEOMORFOLÓGICO DO CERRADO APLICADO A DEFINIÇÃO DE ECORREGIÕES

 

 

 

Prof. Dr. Sílvio Carlos Rodrigues


 

Instituto de Geografia – Universidade Federal de Uberlândia
 

 

 

Palavras-chave: geomorfologia, mapeamento, ecorregiões.

Eixo: 3- Aplicação da Geografia Física à Pesquisa 

Sub-Eixo: 3.3 - Gestão e Planejamento Ambiental



 

 
 

 

INTRODUÇÃO

 

Os estudos geomorfológicos realizados no âmbito do Estudo de Ecorregiões do Cerrado tem como objetivo definir a compartimentação das unidades do relevo regional, bem como a identificação, classificação e caracterização dos diferentes padrões de formas nelas encontradas.

O estudo geomorfológico compreende um esforço no sentido de entender as combinações e interferências que o relevo mantêm com os demais componentes da natureza, com relevante interesse à proposição do estabelecimento das ecorregiões.

O objetivo de aplicação de um sistema de classificação é a obtenção do mapa geomorfológico, o qual reflete a realidade geomorfológica de uma área ou região. Este mapeamento deve apresentar as formas de relevo através de uma classificação que permita o reconhecimento da gênese das formas, bem como suas características morfológicas e morfométricas.

A classificação geomorfológica apresentada neste estudo é genética, porque está baseado em relações causa-efeito tendo em conta, portanto, como estas formas de relevo foram originadas. Uma classificação deste tipo é aberta, sendo sua estrutura indicada por grandes sistemas genéticos de ordem endógenas ou exógenas.

 

EVOLUÇÃO DO RELEVO DO CERRADO

 

As bases para o entendimento do relevo da região do Cerrado remontam ao período Cretáceo, quando se inicia o processo de separação dos continentes africano e sul-americano. A partir deste momento o continente sul-americano passa por um período de calma tectônica e, portanto os processos de geração de massas continentais são pouco expressivos, predominando os processos de denudação e formação de extensas superfícies de aplanamento e bacias de acumulação continental. (Bigarella, 1971; Tomazzoli, 1990).

O ambiente variou extremamente, com períodos de extrema aridez, evidenciados pelos materiais eólicos cretácicos, assim como momentos de intensa umidificação do ambiente, evidenciados por depósitos fluviais e lacustres. Outro momento crítico deste período é a intensa atividade vulcânica, que atinge especialmente as bacias sedimentares em forma de derrames e em pontos específicos através de intrusões.

No período Terciário, amplas superfícies de aplanamento desenvolveram-se por todo o território brasileiro. Relictos destas feições existem até hoje, preservadas nos topos de serras e planaltos.

Outro processo muito importante na evolução do relevo do Brasil Central foi a Orogenia andina, que já se processava desde o Paleozóico, mas que foi acelerada no final do Mesozóico e durante todo o Cenozóico. (Loczy & Ladeira, 1980). A elevação desta cordilheira proporcionou reflexos em toda fachada leste do continente sul-americano, com um processo de epirogênese e soerguimento dos relevos serrano atuais e conseqüente reestruturação das bacias hidrográficas, e no caso das bacias sedimentares, a abertura de depressões periféricas ou interplanálticas.

Ainda como conseqüência dos esforços envolvidos na orogenia andina, umas séries de fossas tectônicas surgiram no continente, sendo imediatamente iniciado seu processo de preenchimento, como no caso das fossas tectônicas que dão origem ao Pantanal e ao Complexo do Bananal.

Outro fator de importância capital para a distribuição dos biomas é a formação da América Central no Cenozóico superior, com conseqüente ligação do continente da América do Sul com a América do Norte. Cabe ressaltar que a América do Sul tornou-se um continente isolado desde sua separação com a África, ocorrida a partir do Cretáceo. (Tarifa et al., 1986)

Os efeitos diretos dos diferentes eventos glaciais de dimensão planetária não foram sentidos diretamente no continente sul-americano após o Terciário. No entanto, efeitos colaterais advindos das variações do nível do mar e seus reflexos sob os níveis de base regional e local interferiram na esculturação de novas superfícies de aplanamento, que compõem os níveis topográficos mais baixos de cada região.

Este tipo de interferência é a que mais possui importância na estruturação das paisagens atuais. Mudanças no relevo ocorridas após o Pleistoceno possuem dimensões locais e abrangência regional, interferindo nos perfis geométricos das vertentes e encostas, no aprofundamento dos canais de drenagem e formação de planícies e terraços fluviais. Também desempenhou papel importante no balanço morfo-pedogenéticos, com influência no desenvolvimento dos perfis de solo, bem como na geoquímica de superfície.

Em função destas variações, o domínio dos cerrados teve sua amplitude regional variando no decorrer do Pleistoceno e Holoceno. A expansão do Cerrado variou em função de uma expansão das áreas atingidas por ambientes mais secos, atingindo áreas amazônicas e também os altos planaltos anteriormente ocupados por florestas. Por outro lado, no domínio dos Cerrados, especialmente as depressões e vales pedimentados sofreram um processo de invasão da vegetação de caatinga, que apresenta relictos ainda hoje em ambientes de Cerrado. (Ab`Saber, 1969,1971).

Durante o Pleistoceno dois conjuntos de processos diferentes intercalaram-se, operando alternadamente e submeteram a paisagem a diversas variações. Em épocas glaciais e clima semi-árido, predominaram os processos de degradação lateral, enquanto nos períodos úmidos a dissecação fluvial predominou. A ação erosiva predominou nas fases de transição entre os dois períodos. Nas fases de transição todos os processos superficiais operantes alteram seu funcionamento. Bigarella (1971)

A configuração atual dos Cerrados é devida a instalação de um ambiente tropical com duas estações distintas. Os aspectos da compartimentação do relevo influenciam esta distribuição em dois níveis. Um primeiro nível é o regional, no qual a distribuição dos compartimentos de relevo conformam condições geográficas favoráveis ao desenvolvimento do Cerrado. Por outro lado, a característica individual de cada compartimento de relevo, como a distribuição e tipo material superficial, espessura do manto de intemperismo, densidade de drenagem, altitude e perfil geométrico das formas, acaba por interferir na tipologia vegetal e fito-fisionômica dos cerrados.

 

METODOLOGIA

 

O primeiro fato de suma importância é ter-se claro que o relevo é apenas uma das componentes da litosfera e que está intrinsecamente relacionado com as rochas que o sustentam e com os solos que o recobrem. É também de absoluta importância, ter-se como noção básica que as formas diferenciadas do relevo decorrem, portanto da atuação simultânea e desigual das atividades climáticas de um lado e da estrutura da litosfera de outro, bem como a clareza de que tanto o clima, quanto à estrutura, não se comporta sempre igual, ou seja, ao longo do tempo e no espaço ambos continuamente se modificam. Estes elementos nos permitem considerar que o relevo, como os demais componentes da natureza são dinâmicos, portanto em constante estado de evolução.

Cada Unidade Geomorfológica possui um comportamento típico, ou padrão de forma homogêneo (Demek, 1972), determinado de um lado por seus componentes internos (estrutura e litologia) e de outro pelos processos externos que o modificam (chuva, ventos, insolação, etc.). O comportamento típico de boa parte das Superfícies Tabulares do Brasil Central, conhecidos como chapadas ou chapadões, como, por exemplo, o Chapadão de Emas, é a ocorrência de topos plano devido a interação de suas variáveis de estado e de transformação: altos relevos, solos desenvolvidos sobre sedimentos cenozóicos fracamente consolidados, rede de drenagem pouco densa ou inexistente e com baixo entalhamento.

Na abordagem geomorfológica a ser adotada para este mapeamento deverá ser utilizado o critério de equilíbrio dinâmico das formas, ou seja “condição onde a oscilação encontra-se próxima de um valor médio que permanece inalterado no tempo. Esta tendência pode ser externamente alterada pelas mudanças da quantidade de energia que entra no sistema”.(Chorley et al. 1984).”

Deve-se, porém, reconhecer que qualquer modificação realizada em qualquer componente de um sistema em equilíbrio dinâmico reflete-se de uma forma ou de outra sobre as demais componentes do sistema modificando as interações entre energia e massa, portanto, o estado de equilíbrio dinâmico do sistema.

Os processos geomorfológicos em geral têm alguns de seus elementos constituintes conhecidos, e também sua dinâmica estudada em vários aspectos. A entrada de energia nos sistemas naturais em ambientes tropicais úmidos é dada principalmente pela força da gravidade e água das chuvas (em ambiente tropical), e em menor escala, ou de maneira menos visível, pela insolação, ventos e outros fatores de significado pouco conhecidos ou estudados (Grigoriev, 1968; Tricart, 1977).

Na análise do relevo, também devem ser levadas em considerações as heranças deixadas pela atuação de processos de esculturação e produtos elaborados em ambientes anteriores e diferentes do atual. Assim, a existência de paleossolos, depósitos sedimentares, tipos de canais de drenagem e inclinação de vertentes, por exemplo, podem estar relacionados a ambientes distintos do atual, sendo relictos de processos morfodinâmicos, que devem ser observados como ponto de partida para a esculturação atual do relevo. (Rodrigues, 1998).

A inércia é a persistência das formas ao longo do tempo, depois que o clima que as originou ter desaparecido como, por exemplo, as grandes superfícies de aplanamento regional do centro do continente sul-americano.

Propõe-se então, que as variáveis de estado sejam incluídas como anexo ao sistema classificatório, englobando estes tipos de variáveis dentro da categoria de elementos do terreno. (Elementos de Morfometria e Morfologia, Tipo de Gênese, Bacias Hidrográficas, Embasamento Litológico, Tipos de Solos).

 

ASPECTOS OPERACIONAIS

 

Em função da inexistência de um mapa geomorfológico que abranja totalmente o território ocupado pelo Bioma Cerrado, tornou-se necessária a elaboração de uma síntese a partir de diferentes fontes e diferentes sistemas de classificação existentes. Para isto foram utilizados os seguintes produtos:

 

  • Delimitação Básica do Bioma Cerrado – IBAMA/WWF

  • Mapas Geomorfológicos elaborados pelo Projeto Radambrasil nas seguintes cartas em escala 1:1.000.000:

 

    • Porto Velho

    • Tocantins

    • Guaporé

    • Cuiabá

    • Corumbá

    • Campo Grande

    • Goiás

    • Goiânia

    • Brasília

    • Paranapanema

    • Jaguaribe-Natal

    • Rio São Francisco-Aracaju

    • Salvador

 

  • Mapa Geomorfológico do Estado de Minas Gerais – Escala 1:1.000.000 – CETEC/1982

  • Mapa Geomorfológico do Estado de São Paulo – ESCALA 1:500.000 – Ross & Moroz/1994

  • Mapa Geomorfológico do Estado de Mato Grosso – Escala 1:1.500.000 – CNEC-PRODEAGRO/2000

  • Carta do Brasil ao Milionésimo – IBGE/1972

 

O procedimento operacional para a elaboração do mapa constou dos seguintes passos:

 

  • Compilação dos polígonos existentes nos diferentes mapas.

  • Sistematização das diferentes legenda e elaboração de classificação única das unidades

  • Elaboração de banco de dados com informações geomorfológicas e de áreas afins

  • Digitalização do resultado da sistematização geral das unidades de relevo

  • Conversão dos arquivos digitalizados para o sistema ARCVIEW

 

Em função da necessidade de elaboração do mapa e sua aplicação na distinção das diferentes ecorregiões do Cerrado, buscou-se uma compatibilização entre a possibilidade de classificação de um número de unidades de relevo que seja compatível com a escala de representação final de 1:2.500.000.

 

RESULTADOS

 

O mapa resultante da aplicação da metodologia e dos procedimentos operacionais propostos esta representado na Figura 1. Nele são identificadas sete grandes tipologias genéticas de relevo, descritas a seguir.

 

Figura 1 – Mapa de Unidades de Relevo do Cerrado.

 

PLANALTOS EM ESTRUTURA SEDIMENTAR CONCORDANTE

 

O caráter horizontalizado destes planaltos reflete em parte a disposição das estruturas sedimentares em camadas horizontais e sub-horizontais. Este fenômeno está associado à fraca intensidade dos processos de entalhamento fluvial e também, possivelmente à ocorrência de litologias mais resistentes à erosão pluvial e fluvial, bem como a ocorrência de um grande período de estabilidade tectônica.

 

Este sistema geomorfológico pode apresentar uma grande homogeneidade de formas e localmente ocorrem patamares associados a diferentes estratos litológicos, evidenciando a baixa atividade tectônica destas áreas.

 

Foram identificadas quatro grandes unidades referentes a este tipo de forma de relevo, descritas a seguir: Planalto da Bacia Sedimentar – Piauí –Maranhão, Planalto dos Parecis, Planalto Setentrional da Bacia do Paraná, Planalto da Bacia do São Francisco

 

SUPERFÍCIE CIMEIRA CENOZÓICA

 

Este sistema de relevos compreende grandes áreas caracterizadas pela presença de sedimentos cenozóicos pouco consolidados e com presença de extensas crostas ferruginosas que dão origem a solos com perfis latossólicos. Compreendem áreas interfluviais com perfil plano, configurando amplas áreas de chapadas drenado por um sistema de veredas e vales pouco profundos e eventualmente, recortadas por rios de maior porte com vales mais profundo.

Em função de suas características topográficas, sempre em posição de topo, e do material constituinte, são classificadas como feições elaboradas em um tempo geológico que remonta o final do terciário início do quaternário. Também em função das baixas declividades e do material superficial com bom suporte, são intensamente aproveitadas para agricultura.

Na região ocupada pelo Bioma Cerrado este tipo de forma de relevo ocorre dispersa por diversos compartimentos conformando chapadas de caráter regional, no entanto, somente três grandes unidades foram identificadas neste sistema de relevo em função da escala de mapeamento, sendo descritas a seguir: Chapada dos Parecis, Chapada dos Guimarães, Planalto de Cimeira da Bacia do Paraná.

 

SERRAS EM FAIXAS DE DOBRAMENTO

 

Constitui-se de conjuntos de relevos cuja conformação morfológica é condicionada, de maneira marcante, pela presença de estruturas dobradas, as quais se dispõem em sucessivos sinclinais e anticlinais. Os relevos controlados por faixas de dobramentos compreendem geralmente formas exumadas pelos processos de aplanamento e dissecação atuais e subatuais. Configuram relevos serranos, com grande diferenciação de altitudes em relação aos relevos adjacentes, conformando serras alongadas e de superfícies onduladas, muitas vezes truncadas por superfícies de aplanamento posteriores.

 

Os representantes deste tipo de unidades geomorfológicas encontram-se dispersos por toda a região do Cerrado, como a Província Serrana localizada nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Serra da Canastra em Minas Gerais, Serra do Espinhaço em Minas Gerais e Bahia e Serras Goiás-Minas, em Minas Gerais e Goiás.

 

SUPERFÍCIES DE APLANAMENTO

 

As superfícies de aplanamento são feições recorrentes no território brasileiro. Sua existência esta associada a longos períodos de estabilidade tectônica da massa continental, sendo elaboradas por diferentes processos morfológicos. Embora descritivo, o termo Superfície de Aplanamento tem conotações de gênese.

A identificação e delimitação dos sistemas de Aplanamento foram elaboradas a partir da adoção de três critérios: perfil longitudinal plano com similitude de altitude dos topos, material superficial homogêneo e presença de relevos residuais representativos de superfícies mais altas.

Estas unidades de relevo correspondem ao conjunto de relevos mais rebaixados, constituindo a base da superfície de aplanamento, atualmente sendo dissecada pelo sistema fluvial instalado juntamente com o clima úmido. Destacam-se as seguintes unidades: Depressão do Araguaia Tocantins, Depressão Cuiabana, Depressão do Guaporé, Depressão do Paraguai, Depressão do São Francisco e Pediplano Central do Maranhão.

 

DEPRESSÕES INTERPLANÁLTICAS

 

Estes sistemas de relevo compreendem uma tipa especial de depressão localizadas em áreas interplanálticas localizadas nas bordas de bacia sedimentares e/ou contato com relevo serranos em faixas de dobramento. Estas formas estão associadas ao processo de evolução do relevo, gerados a partir do final do período Cretáceo e associado com a abertura do Oceano Atlântico e respectiva epirogênese do continente sul-americano.

Este fenômeno atingiu todas as bordas de bacias sedimentares existentes em território brasileiro, sendo que na região do Cerrado ocorrem associados à Bacia Sedimentar do Paraná (Depressão Periférica Paulista e Depressão Interplanáltica do Paranaiba), Bacia Sedimentar do Parnaíba (Depressão Interplanáltica de Parnaguá), Bacia Sedimentar do Parecis (Depressão Interplanáltica de Paranatinga) e Bacia Sedimentar do São Francisco (Depressão do Jequitinhonha e Depressão do Paranã).

 

SISTEMAS FLÚVIO-LACUSTRE QUATERNÁRIOS

 

A Classificação do Sistema Agradacional é baseada nas diversas tipologias de processos de acumulação proporcionadas pelos sistemas geomorfológicos. A variação destes sistemas está associada predominantemente à variabilidade climática, em especial aos climas sazonais com grandes alterações de temperatura e precipitação. Os principais agentes que atuam nos processos de acumulação são a água (em suas diversas formas), a gravidade e o vento. Nas regiões tropicais úmidas, a água torna-se praticamente a maior responsável pelo transporte e acúmulo de materiais. As duas unidades relativas a este sistema são a Planície do Bananal e a Planície do Pantanal.

 

PLANALTO EM ESTRUTURAS COMPLEXAS

 

Estas unidades de relevo compreendem áreas planálticas estruturadas sobre litologias variadas e com grande variabilidade de formas individualizada, comportando relevos de morros, colinas, cristas e vales com diferentes formatos.

O embasamento é variado, mas sempre associado a rochas magmáticas ou metamórficas datadas do pré-Cambriano, evidenciado que estas áreas sofreram intenso processo de denudação que retirou coberturas mais recentes. As principais unidades relativas a este sistema são: Planalto do Jequitinhonha, Planalto Central Goiano, Planalto do Leste de Minas, Planalto do São Francisco.

 

 

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