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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

PROCESSOS EROSIVOS NAS ENCOSTAS DO RIO JACUÍ, NA LOCALIDADE DE LINHA GRANDE/MUNICÍPIO DE DONA FRANCISCA/RS.

 



Ronaldo Baú;
Brasinicia Tereza Tápia;
Bernardo Sayão Penna e Souza.



Universidade Federal de Santa Maria - UFSM - RS



Palavras-chave: Geomorfologia, Processos Erosivos, Dona Francisca

Eixo 3: Aplicação da Geografia Física à Pesquisa

Sub-eixo 3.3: Gestão e Planejamento Ambiental





 

 

1.Introdução

 

Para o entendimento da problemática ambiental faz-se necessário a compreensão da gênese e dinâmica do relevo, importantes na avaliação e levantamentos referentes ao uso da terra e suas implicações. Essas alterações envolvem os diferentes tipos de usos que têm influenciado no processo de erosão. Assim, o desmatamento, os aterros, as queimadas e a própria atividade agrícola causam mudanças na estrutura do solo pela aragem, gradeamento, compactação.

Reconhecendo, no entanto o uso e a ocupação distinta nos ambientes naturais, faz-se necessário obter informações detalhadas sobre a ocupação do espaço pelas atividades humanas.

Considerando especificamente as áreas rurais, os problemas causados pelo uso da terra se manifestam de formas variadas, onde o seu manejo inadequado aliado ao desmatamento, e ao uso intensivo da agricultura resulta na sua instabilidade, podendo resultar em erosão, movimentos de massa que podem acarretar o assoreamento do curso d’água e inundações. Assim é bastante discutido o processo de retirada de vegetação para fins de uso agrícola sem considerar estratégias de conservação.

Portanto, os diferentes tipos de vegetação que recobrem os solos têm influências diversas no comportamento deste diante da atuação dos processos erosivos. Outros fatores como a declividade do terreno, as formas de relevo, a regularidade e extensão do declive têm influências na intensidade da erosão já que quanto maior a extensão das encostas e o aumento da declividade, maior será o escoamento superficial da água, produzindo assim um intenso processo erosivo, e um carreamento de partículas sólidas das áreas mais elevadas para as áreas mais baixas (PROTEGER, 1994).

Desse modo, os fatores determinantes dos processos erosivos podem ser de ordem natural (clima, relevo, solo, vegetação) e antrópica (desmatamentos, cultivo de terras). Assim esse trabalho justifica-se em reconhecer as áreas suscetíveis e em processo de erosão, pressupondo um entendimento da dinâmica e do funcionamento ambiental não desprezando a ação antrópica.

 

 

2. . objetivos

 

2.1 objetivo geral

 

Elaborar um diagnóstico do meio físico, reconhecendo as áreas suscetíveis ao desenvolvimento de processos erosivos acelerados na localidade de Linha Grande/Dona Francisca, relacionando às atividades humanas aos problemas encontrados com relação ao estado de equilíbrio dinâmico do ambiente.

 

2.2 objetivos específicos

  1. Identificar os pontos mais suscetíveis à erosão (laminar e desestabilização de encostas);

  2. Identificar o uso da terra (mapa de uso da terra);

  3. Elaborar uma caracterização geomorfológica;

 

 

3. Metodologia

 

Para a realização deste trabalho fez-se necessário a utilização de materiais cartográficos tais como a carta topográfica de Faxinal do Soturno, folha SH-22-V-C-V-I/MI-2966/1 de escala 1:50.000, e imagem de satélite LANDSAT 5 –TM.

Visando atingir os objetivos propostos, primeiramente confeccionou-se a carta base onde foram compiladas informações da rede de drenagem, das rodovias e coordenadas UTM.

Para a elaboração da carta clinográfica, utilizou-se o método proposto por De Biase (1970) que estabelece as relações entre as classes de declividades escolhidas e o espaçamento das curvas na carta topográfica pela equação:

 

D = ( d/DH).100, para:

D: declividade;

d: Eqüidistância das curvas de nível

DH: Distância Horizontal (entre as curvas de nível)
 

Assim, aplicando-se a fórmula descrita foi possível obter as medidas correspondentes as classes de declividades estabelecidas, que possibilitaram a construção do ábaco.

A definição das classes de declividade utilizadas na elaboração da carta clinográfica foi definida baseada nos limites sugeridos por De Biase (1992):

< 5%- limite urbano-industrial utilizado internacionalmente.

5 a 12%- Essa faixa define o emprego da mecanização na agricultura.

12 a 30%-Define o limite máximo da urbanização sem restrições sendo estabelecido por Legislação Federal (Lei N o6766/79).

30 a 47% limite máximo de corte raso de acordo com o código florestal, sendo que a partir do limite de 47% de declividade a exploração só será permitida se sustentada por cobertura de florestas;

>47% - o código florestal estabelece que nessa faixa “não é permitida a derrubada de florestas, só sendo tolerada a extração de toras quando em regime de utilização racional, que vise rendimentos permanentes”.

Após essa etapa, foi elaborada a carta de uso da terra, onde se assinalou as diferentes tonalidades da superfície da imagem na carta base, atribuindo-se cores as diferentes classes de uso que foram determinadas (florestas, solo exposto e/ou agricultura). Após a efetivação do mapa temático de uso da terra de forma analógica, utilizou-se do Scanner e do programa computacional Photoshop 6.0 para a edição final do mesmo.

 

 

4. Revisão Bibliográfica

 

A ação antrópica ao intervir no ambiente natural, afeta de imediato a cobertura vegetal, retirando-a total ou parcialmente e inclusive na maior parte das vezes eliminando-a através de queimadas. Facilitando o escoamento concentrado das águas fluviais e diminuindo drasticamente a taxa de infiltração desta no solo, lavagem dos horizontes, deslizamentos de terras, etc (Ross, 1990, p. 47).

Segundo Guerra & Cunha, “nas áreas rurais, os principais problemas causados pelo uso da terra, sem levar em conta os limites e os riscos impostos pela natureza, têm provocado o desenvolvimento de processos erosivos acelerados” (...) (1996, p.344). “Chuvas concentradas, encostas desprotegidas de vegetação, contato solo-rocha abrupto, descontinuidades litológicas e pedológicas, encostas íngremes são algumas condições naturais que podem acelerar os processos. Apesar das causas naturais, por si só, deflagrarem processos de degradação ambiental, a ocupação humana desordenada, aliada às condições naturais de risco, podem provocar desastres, que envolvem, muitas vezes, prejuízos materiais e perdas humanas” (Guerra & Cunha, 1996, p.347).

Nas áreas rurais o uso inadequado da terra, aliado à intensa mecanização e à monocultura podem provocar erosão laminar, ravinas e voçorocas. A concentração das chuvas, os elevados teores de silte e areia fina, os baixos teores de matéria-orgânica e a elevada densidade aparente contribuem para o aumento da degradação nessas áreas (Guerra & Cunha, 1996, p.347).

A erosão dos solos não causa problemas apenas nas áreas onde ocorre, algumas conseqüências que essa pode acarretar é a redução da sua fertilidade, formação de ravinas e voçorocas, impedindo muitas vezes a sua utilização agrícola. A erosão causa, na maioria dos casos uma série de problemas ambientais, em nível local ou até mesmo em grandes áreas. Por exemplo, o material que é erodido de uma bacia hidrográfica pode causar o assoreamento de rios e reservatórios, podem estar impregnadas de defensivos agrícolas e contaminar as águas dos rios. “O desmatamento e a erosão dos solos podem provocar ainda, o desaparecimento de mananciais, bem como acentuar os efeitos das inundações. A erosão dos solos causa uma grande gama de impactos ambientais, desde a sua própria degradação, passando por problemas ambientais de uma forma geral” (Guerra, 1995, p.187).

Segundo Souza (2001, p.67) a erosão é um processo normal do ambiente natural que faz parte do equilíbrio dinâmico das paisagens terrestres, sendo um processo contínuo e progressivo de velocidade variável que vem modelando a superfície terrestre. O homem interfere nesse, tanto no sentido de aumentar a intensidade desse processo (desmatamento, uso agrícola inadequado), como para diminuição desse (construção de barragens), gerando desequilíbrios na paisagem.

Ainda de acordo com Souza na análise geomorfológica dois tipos de erosão são extremamente importantes de serem verificadas, a erosão regressiva (erosão, incisão linear) e a erosão superficial (erosão paralela ou das vertentes), ambas causadas pela ação das águas superficiais (2001,p.66).

Assim, a erosão linear é entendida como sendo aquela que se verifica no leito dos rios, com desgaste do fundo do seu leito feito a partir de jusante para montante (Guerra, 1980, p.159); é “aquela que se faz em função da escavação do vale” (Penteado, 1983, p.99). Para Souza “a incisão linear é aquela executada pelos rios no seu trabalho de verdadeira incisão vertical nos solos e rochas” (2001, p.67). O que todas essas formas de erosão possuem em comum é o agente causador, exercido pelo sistema de drenagem concentrado, representado pelos canais, rios, água em concentração.

Já a erosão superficial, paralela ou das vertentes “é definida como o desgaste da superfície terrestre, [mas que], na maioria dos casos é sinônimo de erosão dos solos” (Guerra, 1980, p.159).

Para Souza (2001, p.67) do ponto de vista geomorfológico, existem duas formas básicas de erosão. Uma delas é a erosão de vertentes, subdividida em processos erosivos superficiais e processos de desestabilização de vertentes (caracterizada pela sua ocorrência principalmente nas vertentes íngremes, de maior inclinação), e a outra é a incisão linear, efetuada pela ação das águas em concentração na rede de drenagem. Ainda segundo o autor, ambas ocorrem juntas, variando apenas a sua velocidade de ocorrência.

Assim, estudos relacionados à erosão estão diretamente ligados ao uso da terra e, planejar racionalmente a ocupação e uso dessa é importante tanto para as práticas agrícolas, em seus diversos tipos de utilização como para subsidiar pesquisas ambientais.

Dessa maneira, o emprego de geotecnologias, através dos Sistemas de Informação Geográficas (SIG´s) e do Sensoriamento Remoto vêm sendo utilizadas como importantes ferramentas, a fim de subsidiar o planejamento, as análises e as ações em diversas áreas de aplicação de conhecimento. A utilização de produtos de sensoriamento remoto, tais como, imagens e fotografias aéreas, associadas aos SIG´s tornam-se de fundamental importância, pois, contribuem com a análise da dinâmica temporal da transformação de determinadas áreas. Em especial a elaboração da carta de uso da terra possibilita identificar diferentes coberturas do solo, tais como: florestas nativas, áreas de lavouras anuais ou perenes, áreas de pastagens, corpos d'água ou solos descobertos, proporcionando sob um plano sistemático ou pontual de levantamento traduzir o uso do da terra.

“A realização dos estudos de análise ambiental considerando as transformações possíveis em função dos projetos de uso do solo, nas suas diversas categorias, é exigência que se encaixa como medida preliminar em face da política de desenvolvimento sustentável” (Christofoletti, 1999, p.47).


Figura 1 - Carta Clinográfica de Linha Grande/Dona Francisca/RS



Figura 2 - Carta de uso de solo de Linha Grande/Dona Francisca/RS

 

5. Apresentação parcial dos resultados

 

O estudo comparativo da carta clinográfica ou de declividade, com a de uso da Terra fez-se sobre a localidade de Linha Grande e parte sul da localidade de Formoso, ambas no município de Dona Francisca, esta localizada na depressão periférica, na região central do estado do Rio Grande do Sul.

Os índices apresentados pela carta clinográfica, representam as declividades das vertentes, que é um dos aspectos da caracterização geomorfológica, permitindo verificar juntamente com a de uso da terra, como se tem processado o uso e ocupação na área compreendida pelo estudo.

As declividades das vertentes representam os graus de inclinação da mesma, proporcionando assim, a averiguação do uso para fins adequados e, indicando os que apresentam barreiras, problemas para a sua ocupação, objetivando-se assim, evidenciar as restrições ou condicionamentos do uso da Terra em relação às declividades.

Baseado no estudo e interpretação da figura 1, que tem por objetivo representar a distribuição das diferentes declividades dentro da localidade de Linha Grande, tem-se como característica predominante na área em estudo declividades inferiores a 5%, o que denota a pequena inclinação da mesma, correspondendo a parte sul e leste da referida carta. Essa área tem como característica principal o fato de acompanhar o curso d’água, sendo esta o seu leito de inundação, sua planície aluvial. Nesta temos a erosão superficial como principal atuante, uma vez que nesta região é cultivado o arroz irrigado, com grandes transformações no ambiente, o solo é muito trabalhado, é um solo solto, de pouca compactação, pouca ou inexistência de cobertura vegetal protetora, tendo assim grande ação pluviométrica no trabalho de erosão do mesmo.

Outro agravante na planície aluvial é ainda relativa ao tipo de cultura nela existente (arroz irrigado), onde os agricultores usam produtos, adubação química, além de inseticidas, pesticidas, enfim, venenos que com as chuvas são levados ao leito dos rios, poluindo-os, prejudicando a vida que neles se desenvolvem e as populações que se ocupam dessas águas para consumo.

Outro tipo de desequilíbrio que ocorre neste local é a erosão linear, causada pela concentração de água na rede de drenagem, principalmente a causada pelo rio principal. Esta erosão também pode ser relacionada à agricultura aí existente, uma vez que para poderem tirar o lucro máximo os agricultores (rizicultores) retiram a cobertura vegetal próxima ao leito fluvial, como pode ser notado observando a carta de uso da Terra, uma vez que nesta região impera a pequena propriedade, e o pouco mais de terra que puderem aproveitar faz diferença na sua lucratividade. Segundo o código florestal as áreas localizadas nos leitos dos rios devem ser de preservação permanente, no caso do Rio Jacuí pela sua largura, deveria ser de 50 a 100 metros de área de conservação, algo que em poucos lugares é obedecido. O resultado deste desrespeito (até certo ponto justificável pelo fato de que se esta fosse obedecida muitos perderiam praticamente toda a sua propriedade e consecutivamente o seu sustento), é a grande erosão das barrancas do rio, principalmente em épocas de enchentes, que costumam ocorrem nos meses de setembro e outubro em quase todos os anos devido a chuvas mais concentradas neste período, tendo como resultado perda de solo (área) pelos agricultores, diminuição da profundidade do canal, formação de ilhas depositais no interior dos canais, e alargamento dos leitos do rio.

A segunda classe mais comum de declividade é a de 5 a 10%, área com pouca inclinação, mais comum para uso com a pecuária, recoberto praticamente todo ele por campos, a atividade erosiva nesta área não e muito desenvolvida pela proteção dada pelas gramíneas.

A classe de 10 a 30% é mais comum também o pastoreio (pecuária), a erosão é maior que a anterior, principalmente nas áreas onde tem-se agricultura ou solo exposto, nesta já começa a erosão tipo desestabilização de vertentes.

Na classe de 30 a 40% e acima de 40% pelo código florestal deveriam ser de preservação permanente, o que no geral é obedecido na região, mas em algumas áreas há a ocorrência de solos expostos ou agricultura,do fumo principalmente, sendo essas de grande suscetibilidade a erosão, no caso desestabilização de vertentes, tais como escorregamento e movimentos de massa, ligados à quantidade de chuvas, a grande inclinação das camadas, e a pouca ou inexistência de cobertura vegetal, este relacionado à agricultura empregada, ou `a ocupação humana, no caso de baixo poder aquisitivo.

A carta de uso da Terra (figura2) foi feita baseada em imagens de satélite da área em estudo e saídas de campo para reconhecimento e saneamento das dúvidas. Com o estudo dessa foi possível o reconhecimento de quatro tipos distintos de uso do solo na região: solos expostos/agricultura, campos, florestas e área urbana.

A área compreendida pelo solo exposto/agricultura acompanha principalmente o leito fluvial, tanto do rio principal como dos canais secundários, é caracterizado na sua maior parte por áreas de declividade baixa, usado principalmente para o cultivo do arroz irrigado e em áreas de maior declividade para a cultura do fumo ou do milho. A erosão que se faz na parte de solo exposto em pequenas declividades é causado pela ação das chuvas, aliado a falta de cobertura vegetal, e a terra ser bastante trabalhada, bastante notada em épocas de chuvas fortes pela coloração das águas dos rios (vermelha, embarrada); e nas áreas de maior declividade pelas ravinas, voçorocas, movimentos de massas, trazendo empobrecimento a este solo.

Na região compreendida pelos campos temos como característica principal à presença de gramíneas, uma considerável estabilidade do relevo, por vezes abaladas pelo pisotiamento dos bovinos, a declividade é baixa e média baixa, erosão não muito atuante devido à proteção feita pela vegetação rasteira.

Na ordem florestas, temos áreas de vegetação nativa ou de reflorestamentos, ocorrem principalmente ao redor dos leitos fluviais (mata galeria), e em áreas de maior declividade, sendo obrigatória sua conservação em declives superiores 30% (segundo o código florestal).

A quarta e última ordem corresponde a área ocupada pelo sítio urbano, que é uma área de pavimentação, construções, não tendo atividades agrícolas. A erosão pouco e notada nesta área, pois esta encontra-se praticamente toda urbanizada e os espaços onde não há construções são áreas de lazer com parques recobertos com cobertura vegetal nativa ou replantada.

Com o estudo conjunto das duas cartas, chega-se `a conclusão que as áreas de maior desequilíbrios da paisagem se dá nos leitos dos rios, principalmente do canal principal, onde ocorre desmatamento, falta de cobertura vegetal, acelerando assim a erosão linear. Nas planícies aluviais que tem pequena declividade temos os problemas advindos da agricultura (arroz), onde adubos e venenos são levados ao canal principal pelas chuvas, alem de material desagregado, causando poluição e assoreamento dos canais. De todas as áreas a mais suscetível, de processos erosivos mais acelerados ocorre nas vertentes íngremes, desprotegidas de cobertura vegetal, onde temos o fenômeno conhecido como desestabilização de vertentes, onde há grande perda de solo pela ação das chuvas e grandes prejuízos para as áreas onde este ocorre no que diz respeito a sua fertilidade e estabilidade.

 

 

6. Referências Bibliográficas

 

CUNHA, S.B da. (org). Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 1996, p.291-335.

 

CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de sistemas ambientais. São Paulo: Edgard Blücher, 1999.

 

DE BIASI, M. A Carta clinográfica: Os métodos de representação e sua confecção. Revista do Departamento de Geografia-FFLCH/USP. São Paulo, 1992. n.6, p.45-60.

 

GUERRA, A.T. Dicionário Geológico Geomorfológico. 6.ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1980.

 

GUERRA, A J. T., CUNHA, S.B da. (org). Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 1996.

 

. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 1995.

 

PENTEADO, M. M. Fundamentos de Geomorfologia. Rio de Janeiro: IBGE, 1983.

 

PROTEGER- Programa Técnico para Gerenciamento da Região Metropolitana de Porto Alegre. Suscetibilidade à erosão do município de Parobé- RS. V.8, Porto Alegre: CPRM/METROPLAN, 1994.

 

ROSS, J. L. S. Geomorfologia : ambiente e planejamento. São Paulo: Contexto,1990.

 

. Geomorfologia aplicada aos Eias e Rimas. In : GUERRA, A J. T., CUNHA, S.B da. (org). Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 1996.

 

SOUZA, B.S.P. e. A qualidade da água de Santa Maria/RS: Uma análise ambiental das sub bacias hidrográficas dos rios Ibicuí Mirim e Vacacaí Mirim. São Paulo, 2001, 234p. Tese de Doutorado - Departamento de Geografia da FFLCH-USP.