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E3-3.4T034

 

X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

Mapeamento Morfológico da Bacia Hidrográfica do Arroio Caraguataí/RS


 

Lourenço da S. L Corrêa;[1]

Denilson Kulman;[2]

Luis Eduardo de S. Robaina[3]


 

[1] Autor – Acadêmico do Curso de Geografia da UFSM;

[2] Co-autor – Acadêmico do Curso de Geografia da UFSM;

[3] Orientador – Professor Dr. Do Departamento de Geociências da UFSM;






 

Eixo Temático: 3 - Aplicação da Geografia à Pesquisa

Sub-eixo: 3.4 – Aplicações Temáticas em Estudos de Caso






 

INTRODUÇÃO

Os estudos morfológicos são uma importante ferramenta para o planejamento e gestão, pois, permitem definir as potencialidades e limitações nas áreas sobre o uso e a ocupação do meio ambiente. Devemos entender que meio ambiente é um determinado espaço que deve apresentar um equilíbrio dinâmico entre os aspectos físicos, bióticos e antrópicos se organizando em um sistema de relações complexas e mutáveis. Portanto o estudo tem como objetivo o desenvolvimento de um mapeamento morfológico e a compreensão dos processos erosivos existentes na bacia hidrográfica Arroio Caraguataí, para observar o seu grau de degradação da bacia, que compõem a margem direita do Rio Ibicuí, na porção oeste do RS.
A área geograficamente localiza-se ao norte do município de Manuel Viana, sendo delimitado pelas coordenadas geográficas: 29°20’00”e 29°36‘07” de lat. Sul e 55°32’01” e 55°18’44” de long. Oeste.
A bacia do Arroio Caraguataí está contida em uma área em que diversos autores discutiram a origem e a evolução dos problemas ambientais ocorrentes na região. Já trabalharam sobre este tema Alba Baptista Gomes et al. (1985); João José P. Souto (1985); Veiga et al.(1987) Gonzaga e outros (1995), Medeiros et al. (1995), Paula & Robaina, (2001) destaca-se as contribuições de Suertegaray realizadas de 1982 até 1992, quando lançou o livro "Deserto Grande do Sul" (1992). Recentemente podemos citar o Atlas da Arenização (org. Suertegaray, Guasselli & Verdum, 2001) e Holz & De Ros (2002) que abordaram o tema.

METODOLOGIA

Os estudos foram realizados através de uma revisão bibliográfica, análise de imagem de satélite(LANDSAT-TM 7, 03/03/01 comprimentos 3,4,5), estudos morfométricos em cartas topográficas e formulação de mapas temáticos.
Utilizando a base cartográfica das cartas do Serviço Geográfico do Exército na escala de 1:50.000 de Manuel Viana, Caraguataí, Passo Novo e Arroio Piraju. O software para a digitalização das curvas de nível, drenagem e geração de mapas temáticos foi SPRING 3.6.2. (INPE).
Utilizou-se o conceito de ordem de drenagem segundo Sthraler, análise da magnitude dos canais de Shreve (1966;1967), o índice de forma e densidade de canais descritos em Christofoletti (1974). O mapa de declividade realizado utilizando cinco classes, definidas como: menores que 2%, entre 2% e 4%, entre 4% e 8%, entre 8% e 12% e superiores a 12%. Esta divisão foi escolhida por melhor representar as características do relevo da área em estudo. Outros parâmetros analisados foram a medida dos comprimentos de rampa em toda a bacia e análise da altimetria da bacia para melhor compreender a morfologia do relevo da área em estudo, e correlaciona-las com os processos erosivos existentes.

CARACTERIZAÇÃO GERAL

A área de estudo caracteriza-se por rochas vulcânicas e sedimentares. As rochas vulcânicas foram definidas como basaltos da formação Serra Geral. As seqüências sedimentares que ocorrem na área foram mapeadas por Carraro et al. (1974), depois Santos et al. (1986), como pertencentes à Formação Botucatu. Deve-se constatar os aparecimentos de arenitos fluviais que Medeiros et al (1989) friáveis e silicificados que associou a seqüências de sedimentos depositados no Cenozóico. Também a formação Guará (Holz & De Ros, 2002), de arenitos finos e conglomeráticos, de origem fluvial.
Sobre a vegetação da área estudada, Suertegaray (1992) diz que é “uma paisagem extremamente frágil, derivada de um paleoambiente semi-árido ou semi-úmido estepário que, mais recentemente, sofreu umidificação. Esta umidificação, por sua vez, foi suficiente para permitir o surgimento, nas áreas mais úmidas, sejam elas os fundos de vales ou as vertentes de encosta. Daí advém sua fragilidade: uma paisagem em processo de constituição pedogenética e de vegetação decente”.
A vegetação é caracterizada como pampa, onde predomina a fisionomia campestre entremeada de matas insulares e ciliares associados a uma topografia suave-ondulada. Os campos nativos são caracterizados por apresentarem um conjunto, graminóide e herbáceo com alturas de 10 a 50 cm aproximadamente, com existência de poucas árvores.
Os solos da bacia se formaram basicamente a partir de duas formações sedimentares e das rochas vulcânica. Segundo Klamt e Schneider os solos nesta porção do estado são os latossolos, os Podzólicos, os Glei Húmico, as Areias Quartzosas, os Cambissolos-Solos Litólicos e os Solos Orgânicos. Classificam, ainda, os areais e afloramentos distribuídos na bacia.
Os latossolos, são solos profundos, bem drenados, friáveis, com bastante uniformidade em seu perfil, temos latossolos gerados na formação Serra Geral e na Botucatu. Podzólico se caracterizam pelo maior teor de argila em profundidade e se assemelha muito nas outras características ao latossolo. Os cambissolos-solos litólicos oriundos do basalto ocorrem nas porções masi declivosas sendo de pouca profundidade apresentando muitas pedras e rochas. Glei Húmico, são solos com grande carga de matéria orgânica, encontrados próximo as planícies da drenagem. Areias Quartzosas solos desenvolvidos a partir dos arenitos, são profundos, excessivamente drenados, friáveis com baixa concentração da vegetação, demonstram maior tendência de desenvolver areais. Solos Orgânicos, são constituídos de material orgânico acumulado na planície de inundação, geralmente estão encharcados, de coloração escura.

ANÁLISE DA BACIA DO ARROIO CARAGUATAÍ

Análise Hidrológica:

A bacia do Arroio Caraguataí é uma drenagem de 5º ordem, com 29073m de comprimento, segundo o conceito de organização da rede de drenagem fluvial de Sthraler, a sua largura máxima de 12500m e perímetro de 91931m, seu índice de forma é de 0,257 indicando de forma retangular, abrangendo 23668 ha. Sobre o padrão de drenagem, foi inferido padrão dendrítico-retangular, com o curso principal tendo uma direção predominante NE-SW. A drenagem de 5° ordem, desenvolve uma planície de média 750m de largura a partir do médio curso entre a cota de 140m até 120m. O curso principal do Arroio Caraguataí demonstra um canal encaixado, com trecho que apresenta uma reativação do processos erosivo (médio-baixo curso) junto a planície, logo abaixo já associado a planície de inundação do rio a jusante forma novamente uma planície de inundação, até a sua foz no Rio Ibicuí.
Na parte superior da bacia a drenagem torna-se com uma característica mais dendrítica com um maior número de canais de 1º ordem (ver tabela), com contatos retos sofrendo interferência do controle estrutural
Foi determinado 15 sub-bacias de 2º ordem ou superior (tabela 01) levando o critério da classificação de Strahler. As áreas destas sub-bacias totalizam 18950,62ha e a planície de inundação tem 4712,49ha, totalizando uma área de 22168,11ha.


Tabela 01 – Aspectos Hidrográficos das Quinze Sub-bacias:

 

Área (ha)

1°ordem

2° ordem

3° ordem

4° ordem

Forma

Densid.

01

669,79

5481,44

2457,03

 

 

0,064

11,85

02

1381,92

7630,43

2546,13

2978,36

 

0,082

9,52

03

1471,58

7772,80

5504,21

 

 

0,084

9,02

04

135,90

1621,78

460,27

 

 

0,027

15,32

05

265,71

1415,56

1472,55

 

 

0,012

10,87

06

2084,39

18544,40

5938,07

5915,97

 

0,095

14,58

07

524,29

4058,78

2461,58

 

 

0,048

12,44

08

1402,03

10008,37

5580,91

2505,46

2250,65

0,081

14,51

09

6122,59

40303,13

17777,72

7765,81

9150,18

0,159

12,25

10

2906,78

18181,08

8252,24

3279,59

2752,58

0,104

11,17

11

735,37

7128,96

337,61

2193,40

 

0,061

13,14

12

394,09

3071,55

2702,64

 

 

0,041

14,65

13

396,25

2512,15

2035,64

 

 

0,046

11,48

14

102,64

1579,84

436,40

 

 

0,026

19,64

15

357,29

2113,12

1685,53

 

 

0,045

10,43

 

18950,62

131423,4

59648,53

24638,59

14153,41

0,2574

 

Org: CORRÊA, L. da S. L. (2003)


Através da análise da rede de drenagem dividiu-se a bacia em três setores, levando em consideração a orientação dos canais, a ordem das sub-bacias, a quantidade de canais de 1º ordem e comprimentos dos canais.
Setor Oeste: está representado na margem oeste com uma orientação no sentido NW-SE, tendo 49canais de 1° ordem com 7 sub-bacias de no mínimo 2° ordem e área de 7033,58ha.
Setor Leste: margem leste com uma orientação dos canais no sentido E-W, tem 23 canais de 1° ordem com 5 sub-bacias de no mínimo 2° ordem e área de 2485,64ha.
Setor Norte: localiza-se ao norte a jusante da bacia possui 9431,40ha possui 50 canais de 1° ordem em apenas três sub-bacias.
O setor planície, foi designado pela área do canal de 5º ordem acrescentado pelos área dos canais de 1º que deságuam diretamente nele.


Tabela 02: Setores e planície de inundação
 

 

Área (ha)

N° de sub-bacias

Nº 1° ordem

Comprimento dos canais

Densidade

Oeste

6533,58

7

49

76259,36

11,67

Leste

2485,64

5

23

15365,45

6,18

Norte

9431,40

3

50

138239,12

14,66

Planície

4717,49

-

10

49169,88

10,42

total

22168,11

15

122

279033,88

 

Org: CORRÊA, L. da S. L. (2003)


Análise do Relevo:

Observando o relevo existe uma variação de 200m, onde as cotas menores ficam abaixo dos 80m e as maiores em torno dos 280m. Considerando a altimetria, pois ocorre mudança brusca de altitude, devido a parte superior se localizar no Planalto e a inferior na Depressão do RS. As vertentes da bacia, em sua maior parte fica em torno dos 40m, mas ocorrem vertentes com 80m, com declividades superiores a 12% chegando a trechos de 30% associadas a litologias resistentes formando vertentes íngremes. Os comprimentos de rampa têm média de 795,28 m, ocorrem comprimentos entre 750-1250m na porção superior da bacia, na porção inferior os comprimentos 600-1000m em sua maioria. A bacia foi separada em alguns setores.
Setor I: relevo de colinas ocorrendo a altimetria superior a 160m, apresenta um relevo plano com declividades variando entre 2 e 12%, os comprimentos de rampa têm uma variação entre 600-1000m.
Setor II: área escarpada com declividade elevada (> que 30%) com um desnível altimétrico de 60 a 80 m. Ocorrem no médio curso do Arroio Caraguataí onde está associado a litologias mais resistentes, onde o curso d’água erodiu e formando vertentes íngremes,
Setor III: colinas de baixa altitude, com vertentes de 40m, com comprimentos de rampa entre 750-1250m podendo ocorrer comprimentos próximos a 2000m.
Setor IV: colinas de baixa altitude, com vertentes entre 20-40m, com comprimentos de rampa entre 600m, podendo ocorrer comprimentos de 1400m.
Setor V: área de acumulação alta, delimitada pela declividade inferior a 2%, sua altimetria fica entre 140-120 metros.
Setor VI: área de acumulação baixa, delimitada pela declividade inferior a 2% e sua altimetria ficam abaixo de 100 metros.

Análise da Imagem:

Através da imagem pode diferenciar algumas formas de relevo como: afloramentos, areais e morrote.
Afloramento de rochas: classificamos desta forma os afloramentos de rochas encontrados a meia vertente ou isolados nos topos das colinas, assim tendo uma variação no formato e comprimento ao longo bacia, podendo formar linhas ou blocos isolados.
Morrotes: estes morros de pequena dimensão, apresentando um formato mamelonar com vertentes íngremes coberto por vegetação, sendo uma forma de relevo residual do planalto.
Areais: a discussão sobre a formação de areais no RS é longa e discutida por diversos autores, onde a evolução do processo erosivo, devido a aptidão natural existentes em algumas áreas leva as “mancha de areais ou areais” (SUERTEGARAY, 1992), pois são áreas de baixa densidade de vegetação.
 

Tabela 02: Areais e Áreas possíveis de desenvolvimento de areais através da análise da declividade e do comprimento de rampa.

 

Declividade (%)

Comprimento de rampa (m)

Areal A

0 – 2%

131,94ha

Média:1016,52

 

2 – 4%

160,82ha

4 – 8%

14,70ha

8 – 12%

4,98ha

Areal B

0 – 2%

70,44ha

Média:506,60

 

2 – 4%

6,95ha

4 – 8%

32,48ha

8 – 12%

18,09ha

Org: CORRÊA, L. da S. L. (2003)

Figura 01: imagem do areais do Arroio Caraguatai

Fonte: site: www.cdbrasil.cnpm.embrapa.br/rs/ - imagem rs27 36 acessado em 08/07/2003 as 16:45;


A e B: areais existentes na bacia
M: morrote
R: afloramento de rochas

O areal A tem uma variação altimétrica de 40m características a baixa declividade (0 e 4%) e um comprimento de rampas mais longo, com uma ressalva que o mesmo ocupa uma colina inteira e que a face leste da colina é mais longa que a outra.
O areal B tem uma variação altimétrica de 60m, com uma declividade predominante de 8% e com um comprimento de rampa mais curto, pois o mesmo se desenvolve em uma vale próximo a planície de inundação.

COMPARTIMENTAÇÃO

A bacia foi compartimentada em cinco compartimentos levando-se em consideração aspectos morfométricos como altimetria, declividade e a drenagem.
Compartimento I: localiza-se na porção superior, o relevo é colinoso, com canais longos, contatos retos, maior número de canais de 1º ordem por área, uma declividade entre 2-8%, em algumas porções chegando a 12%, definido principalmente pela altimetria superior a 160m.
Compartimento II: localiza-se na porção inferior oeste demonstrando canais de comprimento médio a longo, a altimetria entre 80-120m. uma declividade variando de < 2 até 12%, onde os canais com controle estrutural evidenciado pela orientação dos canais (NW-SE), formando vales mais íngremes e colinas alongadas. Este compartimento apresenta os areais existentes na bacia próximo a planície de inundação.
Compartimento III: na porção inferior leste, o comprimento dos canais de primeira ordem são curtos e baixo desenvolvimento dos canais, com uma este compartimento demonstra claramente o controle estrutural através da orientação predominante E-O e a baixa presença de cursos de água, sua largura média de 2,2km mas chegando até 0,9 km em alguns pontos. Sua altimetria varia entre 80-120m, em um relevo de colinas curtas.
Compartimento IV: localiza-se entre os compartimentos I, II e III, apresenta como característica principal a declividade (> que 30%) formando vertentes íngremes escarpadas com até 60m de variação, devendo ser um área de preservação permanente. O rebordo do Planalto.
Compartimento V: área de acumulação, dividida em duas áreas superior e inferior, tem como característica a baixa declividade (>2%), sendo definida desta forma. Área superior se desenvolve logo abaixo do compartimento I e sua largura chega a 1,5Km na porção central esta porção fica entre 140-120m. Área inferior, também é definida pela baixa declividade (>2%) e se desenvolve entre 100m e menos de 80m. entre estes dois setores ocorre um estreitamento da área de acumulação, devido a um fraturamento e uma reativação dos processos erosivos modificando o curso Arroio Caraguataí.

CONSIDERAÇÕES:

Nesta bacia apresenta diversas formas de relevo como:, Morrotes, Areais, Afloramentos de Rochas, Escarpas, Colinas e Planície. O uso agropecuário deve ocorrer com algumas precauções em algumas destes compartimentos estudados devido a fragilidade ambiental existente. No caso o compartimentos II e III, principalmente evidênciado pela presença dos areais no compartimento II.
Portanto o estudo das formas de relevo e a compreensão dos processos erosivos ocorrentes nesta área, conjuntamente o mapeamento das áreas de maior fragilidade forma um documento essencial para a prevenção e contenção dos Processos degradantes que atuam na Bacia do Caraguataí.



 

BIBLIOGRAFIA

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