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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

URBANIZAÇÃO E DESEQUILÍBRIO SÓCIO – AMBIENTAL NA MICROBACIA DO RIBEIRÃO DO YUNGUE, JUIZ DE FORA – MG

 

 

Liliane Rinco[1] (lirinco@yahoo.com.br)

Sebastião de Oliveira Menezes[2] (somenez@ichl.ufjf.br);

 

 

Palavras - Chave: Escoamento superficial, erosão, geoprocessamento.

 

Eixo Temático: 3 - Aplicação da Geografia à Pesquisa

Sub-eixo: 3.4 – Aplicações Temáticas em Estudos de Caso

 

 

 

1 - CONSIDERAÇÕES  INICIAIS

 

 É notório que o modelado que a superfície terrestre apresenta, assim como os processos morfogenéticos atuantes em um determinado perfil topográfico, são fatores relevantes que condicionam as atividades humanas, as formas de organização do espaço e as diferentes categorias de uso do solo.

Em Juiz de Fora (MG), a intensificação do processo de urbanização nas últimas décadas, tornou-se responsável pela incorporação à sua malha urbana de áreas pouco propícias à ocupação, como as encostas íngremes que apresentam elevadas declividades. A microbacia formada pelo Ribeirão do Yungue, localizada no setor leste da cidade, é um exemplo deste quadro.

O propósito deste trabalho foi efetuar um diagnóstico das alterações ambientais, condicionadas pelas formas de uso e ocupação na bacia do Yungue. Assim, inicialmente procuramos caracterizar as atividades antrópicas e seus efeitos na rede de drenagem local. Especificamente, tentamos demonstrar como a atuação humana influencia as condições de escoamento superficial e, consequentemente, governa os processos erosivos da região. Para isto, nos apoiando em técnicas de geoprocessamento, confeccionamos cartogramas de usos pretéritos e do presente que foram utilizados na visualização e interpretação dos cenários que compõem a referida bacia.

 

2 – ESTUDO DE CASO 

 

Inserido no complexo serrano da Zona da Mata mineira, encravado nos contrafortes da Mantiqueira Setentrional, o município de Juiz de Fora (cartograma 1) apresenta um relevo fortemente dissecado que ”varia de ondulado a montanhoso, geralmente mostrando elevações com topos arredondados, vertentes convexas e côncavo-convexas, terminando em vales planos de larguras variadas” (FEAM, 1995.In: MACHADO,2002).

O perímetro urbano pode ser enquadrado em dois grandes domínios geológicos: “Ao norte, os terrenos ocupados pelo Gnaisse Piedade e ao sul, pelas rochas antigas do Complexo Juiz de Fora” (PJF, 1996). Esses compartimentos geológicos referem-se a “unidades de grande extensão, formadas por uma variedade de rochas metamórficas, coerentes, duras e resistentes; destacam-se ainda por serem muito antigas e por terem sido submetidas a intensos dobramentos, falhamentos e fraturamentos” (PJF, 1996).

Condicionado dessa forma, pelos agentes morfogênicos predominantes na região, a ocupação do espaço urbano de Juiz de Fora, desenvolveu-se inicialmente nas várzeas do rio Paraibuna e, na medida de seu adensamento, foi ocupando os vales secundários formados pelos afluentes desse rio. Hoje, já os tendo ocupado em quase sua totalidade cresce em suas vertentes, em muitas vezes de forma desordenada, acarretando profundas alterações no espaço urbano.

FERRAZ (2000) destaca que são nas bacias de contribuição do rio Paraibuna que, a expansão urbana se faz mais pronunciada, na forma de novos bairros e loteamentos que surgem numa velocidade impressionante.

A microbacia formada pelo ribeirão do Yungue (cartograma 2) localizada à margem esquerda do rio Paraibuna, no setor leste da cidade, é um exemplo concreto do problemático quadro que mencionamos.

Este local, principalmente no trecho localizado dentro dos limites da área urbana municipal, além de ser caracterizado por uma “ocupação bastante adensada, sobre uma caixa viária estreita e curvilínea” (PJF,1996), apresenta um dos maiores índices de assentamentos subnormais que configuram um cenário marcado por um crônico desequilíbrio sócio–ambiental. A geomorfologia da área constituída basicamente por “morros”, com altitudes variando de 660 a 1020 m (cartograma 3), aliada à ocupação inadequada do solo, dotam a região de uma intensa dinâmica superficial que tornam freqüentes os processos erosivos e os movimentos de massa.

O desmatamento, para dar lugar aos assentamentos habitacionais carentes em infra-estrutura básica e, ao desenvolvimento de atividades econômicas ligadas ao extrativismo mineral, tem sido fator de degradação ambiental na bacia do Yungue. Se por um lado, tal situação tem repercutido diretamente na qualidade das águas do ribeirão (na forma de assoreamento, poluição e inundação) por outro lado, estas formas de uso e ocupação desordenadas, e até mesmo ilegais em alguns casos, de áreas geológicamente instáveis, associadas a um índice pluviométrico concentrado em um período do ano, têm causado na região da bacia sérios riscos à segurança e à qualidade de vida.

 

3 – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

 

De acordo com CAUBET e FRANK (1993), definir uma metodologia de atuação ambiental, onde é abordada uma série de variáveis, não é fácil. No campo da Geomorfologia, verificamos que não é diferente. ROSS (1991) argumenta que o tratamento metodológico nesse ramo da Geografia Física é normalmente o “calcanhar de Aquiles dos estudiosos da disciplina”. Isso acontece porque não há uma sistemática única de trabalho. Ao contrário, encontramos uma diversificada gama de pesquisas e de procedimentos teóricos – metodológicos.

Entretanto, podemos dizer que existem duas grandes correntes que comandam a pesquisa geomorfológica, uma de caráter empírico e outra experimental. Sendo que, “está no empirismo a maior parte dos estudos” (ROSS,1991).

Especificamente nas análises das bacias hidrográficas merece destaque as investigações de CRISTOFOLETTI (1980) que difundiu os estudos de morfometria de drenagem idealizadas por HORTON e STRAHLER.       

Na execução deste trabalho, os parâmetros morfométricos selecionados por RINCO (2003), foram: densidade de drenagem, extensão do percurso superficial, índice de rugosidade, área da bacia, hierarquia fluvial e lei de números de canais.

A bacia do Yungue está incorporada no domínio morfoclimático dos mares de morros, cujos perfis das vertentes geralmente apresentam um conjunto de segmentos convexo-côncavo. Estas feições, determinam o comportamento dos fluxos de água, governando ainda os mecanismos responsáveis pelos processos de transporte e deposição de sedimentos. A ocupação desta bacia, sem um prévio trabalho de planejamento adequado tem implicado em sérios problemas relacionados à erosão hídrica superficial. Por este motivo, é importante conhecermos o papel que o escoamento pluvial desempenha como agente escultor das incisões erosivas.

Além dos atributos quantitativos e de estudos “in loco”, nos apoiamos também em técnicas da cartografia automatizada contidas no sistema, que produz a modelagem tridimensional de terrenos, Surfer 8. Assim como nos módulos de apoio à decisão que integram o Sistema de Análise Geo–ambiental (SAGA – UFRJ), desenvolvidos pelo Professor Doutor Jorge Xavier da Silva, no Laboratório de Geoprocessamento (LAGEOP/UFRJ), com o qual o Laboratório de Geoprocessamento Aplicado (LGA/UFJF) mantém  convênio de cooperação. Mais informações sobre esta metodologia podem ser obtidas em SILVA (2001).

O emprego desses métodos justifica-se por entendermos que “a cartografia que é, ao mesmo tempo, instrumento de análise e síntese da pesquisa geomorfológica, é um dos caminhos mais claramente definidos para a pesquisa empírica” (TRICART,1963. IN: ROSS,1991).

O desenvolvimento de técnicas computacionais tem permitido o processamento rápido das informações cartográficas, com incrível rapidez e precisão dos resultados uma vez que, “a utilização de modelagem prescritiva em ambiente SIG, tem demonstrado ser uma ferramenta muito importante em planejamentos ambientais, permitindo a integração de informações provenientes de fontes variadas e em diversos temas” (CINTRA et al, 2002). Da mesma forma que a “visualização simultânea de dados fisiográficos e geológicos em modelos digitais de terrenos, obtidos por meio de diferentes ângulos de observação e de iluminação”(EBERT et al,1999), constitui instrumento poderoso para a representação e análise de dados em pesquisas geomorfológicas.

 

4 – RELAÇÃO ENTRE OS DADOS MORFOMÉTRICOS E A OCUPAÇÃO DA MICROBACIA DO RIBEIRÃO DO YUNGUE

 

CRISTOFOLETTI(1980) assinala que os estudos relacionados às drenagens fluviais sempre possuíram função relevante na geomorfologia, podendo levar à compreensão de inúmeros processos morfogenéticos. A morfometria de drenagem aplicada à bacia do Yungue apresentou os resultados constantes  na tabela 1.

 

Tabela 1 – Dados morfométricos da microbacia do ribeirão do Yungue

Setor

Área ocupada

(ha)

Densidade de drenagem ((km/km²)

Índice de rugosidade

Extensão do percurso superficial

Bacia integral

1992

2,74

-1047,6

180

Área urbana

1063

2,91

1047,6

170

Área rural

929

2,55

714,0

190

Fonte: RINCO (2003)

 

De acordo com estes resultados é possível verificarmos que a morfometria de drenagem é um tipo de avaliação quantitativa que privilegia, como objeto de análise, as informações físico-naturais presentes na estrutura morfológica de uma bacia hidrográfica. Nesta lógica, os arranjos estabelecidos entre a área da bacia, ou setores que a compõem, os números de canais existentes e o seu gradiente altimétrico são alguns dos elementos que a metodologia leva em consideração.

Este tipo de interpretação nos permite o conhecimento da dinâmica que governa a gênese e a evolução da estrutura natural de uma determinada bacia, todavia, devemos ser cuidadosos na sua utilização. O seu emprego não pode, e nem deve, ser considerado como um resultado final mas sim, um instrumento auxiliar de avaliação de um sistema hidrográfico.

Os parâmetros morfométricos que adotamos no estudo da bacia do Yungue demonstram que a região possui uma “predisposição” natural à ação dos agentes erosivos. Tal afirmação pode ser confirmada pelos valores apresentados pela densidade de drenagem. Por sua vez, o índice de rugosidade comprova que o setor da bacia, localizado dentro dos limites do perímetro urbano de Juiz de Fora, é onde esta tendência se faz mais pronunciada. Em comparação com a área rural da bacia podemos deduzir , a princípio, que isto ocorre no setor urbano em virtude da organização que se estabelece entre a amplitude altimétrica e a geometria dos canais. O relacionamento entre estes elementos dota este trecho da bacia de condições facilitadoras ao desgaste erosivo.

Além desta natureza suscetível aos processos erosivos, podemos destacar que a ocupação desenfreada e sem planejamento em um período de quatorze anos potencializou a ação da dinâmica superficial,  gerando um preocupante cenário  de desequilíbrio ambiental.

O cartograma 4, confeccionado na escala de 1:10000 a partir das ortofotos da Companhia Energética de Minas Gerais  (CEMIG) e das aerofotos da Companhia de Saneamento de Juiz de Fora (CESAMA), procura ilustrar a evolução da ocupação da bacia do Yungue que, entre os anos de 1986 e 2000 sofreu uma taxa de expansão em torno de 39,63%.

Verificamos que, seguindo os modelos básicos e tradicionais, a ocupação desta microbacia ocorreu através de dois vetores diferenciados, porém combinados. O Plano Diretor de Juiz de Fora (1996) registra que o adensamento da área consolidou-se inicialmente nos locais planos ao longo do fundo do vale e nos pontos de conexão com dois dos principais eixos viários do município, as avenidas Sete de Setembro e Brasil. Posteriormente, em decorrência das regras vigentes no mercado imobiliário, houve a “expulsão” das camadas mais carentes da população para as encostas íngremes que caracterizam o perfil morfológico da bacia.

Observamos que estas formas e processos de parcelamento, ocupação e uso do solo, realizados espontâneo e inadequadamente, têm representado para a bacia do Yungue uma grave questão ambiental.

De um lado, a impermeabilização acentuada da área mais plana afeta o equilíbrio hidrológico pois, interfere no armazenamento e na trajetória da água. Este fato, repercute na capacidade de infiltração do solo favorecendo com isto, o escoamento superficial, a concentração das enxurradas e a alternância de períodos de vazões mínimas com ondas de cheias nos cursos d’água.

Não obstante, o concreto quadro de segregação sócio- espacial tem condenado uma considerável fatia da população a viver em um sério contexto de risco, ligado aos movimentos gravitacionais de massa, uma vez que a ocupação intensa de áreas acidentadas, que apresentam elevadas declividades, sem infra-estrutura necessária que garanta a segurança das habitações, tem criado pontos de instabilidade potenciais nas vertentes da bacia do Yungue.

A partir dos dados levantados junto à Coordenadoria de Defesa Civil é possível percebermos que entre os anos de 1996 a 2001 foram registrados na área o total de 256 ocorrências de movimentos de massa, em escalas variadas. Apesar do grande número de eventos ocorridos neste período, em nenhum destes acidentes foram registrados óbitos. Entretanto, este ambiente vulnerável aos riscos geológicos determinou, no último verão, a perda de duas vidas humanas, conforme reportado pelo jornal Tribuna de Minas de 18 de janeiro de 2003: “temporal causa deslizamento de encosta no bairro Três moinhos deixando 62 desabrigados, 3 feridos e 2 vítimas fatais.

Isto posto, analogamente a um estudo realizado, sobre a bacia hidrográfica do Rio Capivari (SP), por COLLARES e RODRIGUES (2000), constatamos que as modificações induzidas pela atuação antrópica tem refletido diretamente na rede de drenagem da microbacia do ribeirão do Yungue. De forma bem nítida, este argumento pode ser comprovado através da diminuição do número de canais primários, no intervalo entre os anos de 1986 e 2000.

Para utilizarmos os canais de primeira ordem como indicadores das alterações antrópicas nestes catorze anos, efetuamos o traçado da rede de drenagem através dos registros aerofotográficos, já utilizados na definição da expansão da área ocupada da bacia. Nesta análise, consideramos como canais de drenagem todos aqueles que são perceptíveis nas fotografias e que permitem o escoamento linear dos fluxos das águas, incluindo os de natureza intermitente (cartogramas5a e 5b).

Neste estudo comparativo, a partir da classificação hierárquica de STRAHLER descobrimos que dos cento e cinqüenta e sete canais primários existentes na bacia em 1986, cinqüenta e três destes (sendo quarenta e três na área urbana, e dez na rurall) encontram-se suprimidos pela impermeabilização e remobilização do solo da bacia.

Uma conseqüência marcante destas alterações na sua rede hidrográfica é a ruptura brusca do equilíbrio dinâmicos das vertentes, fato este que motiva o surgimento generalizado e muito expressivo de cicatrizes erosivas que, em última análise, preparam o terreno para os movimentos de massa.

Uma das prováveis razões que estimulam este quadro é que a ocupação tem ocorrido nas áreas côncavas de captação de água, situadas à montante dos canais de primeira ordem. E, segundo modelo conceitual de PAISANI e OLIVEIRA (1999), são nestes pontos da topografia de uma bacia que, obedecendo à morfodinâmica natural, os principais processos hidrológicos, entre eles o escoamento superficial, atuam na gênese de incisões erosivas, na formação de canais e na modificação das encostas.

Ainda, se incluirmos a estas observações o parâmetro morfométrico caracterizado como extensão do percurso superficial, que fixa para a referida bacia uma distância média de 180m percorrida pelas enxurradas, do interflúvio até os canais primários, podemos inferir que os movimentos de massa são a resposta que a morfodinâmica oferece frente à tensão do esforço aplicado pelas formas errôneas de ocupação.

Estas deduções talvez indiquem um dos fatores de influência que levam as ruas A, Augusto Vicente Vieira e José de Castro Ribeiro no bairro Alto Três Moinhos, a as ruas Diva Garcia, Angelo Biggi e do Boto, no Linhares, a apresentarem constantes registros de ocorrências de escorregamentos de encostas.

Do total de escorregamentos ocorridos em bairros localizados na bacia do Yungue (tabela 9), 19,36% foram registrados em ruas situadas em bacias de drenagem de primeira ordem de ramificação. É interessante frisarmos que dos vinte e oito eventos ocorridos somente no bairro Alto Três Moinhos, no intervalo de tempo considerado, vinte e cinco ocorreram em ruas que correspondem à descrição citada. A intersecção entre o arruamento e os canais primários da microbacia formada pelo ribeirão do Yungue pode ser visualizada no cartograma 6 .

 

5 – RESULTADOS E DISCUSSÕES

 

A ocupação desordenada e ilegal de áreas geologicamente desfavoráveis, associada às intensas chuvas de verão têm causado perdas humanas e inúmeros prejuízos materiais. Isto porque, no estágio de urbanização em que nos encontramos, a

forma e o modelo de parcelamento, de ocupação e de uso do solo influenciam diretamente a funcionalidade e a qualidade de vida. Neste estudo procuramos analisar a configuração espacial da microbacia do ribeirão do Yungue (Juiz de Fora – MG) e, chegamos à conclusão de que a estreita ligação entre o processo de ocupação e o modelado do relevo local tem transformado esta região em palco de inúmeras situações que afetam negativamente a qualidade ambiental e colocam em risco a segurança e o bem estar de uma parcela significativa da população.

As informações apresentadas não têm a pretensão de encerrar a discussão ao contrário, são apenas constatações que procuram demonstrar a importância que as bacias hidrográficas assumem como unidades de planejamento e gestão territorial, uma vez que o arranjo e o perfil que apresentam, compõem um todo integrado que, quando sofre alterações além da sua capacidade de suporte resultam em sérias consequências sócio-ambientais como as que são registradas na microbacia do Yungue.

Neste contexto, foi possível verificarmos que a ocupação sem planejamento prévio das áreas côncavas como as bacias primárias, que compõem o traçado da drenagem da bacia em estudo, possui relação causal com a intensa dinâmica superficial que vem afetando a região do Yungue.

A metodologia que empregamos neste diagnóstico possui restrições inerentes a todo método científico exigindo, assim, contínuos estudos que busquem abordagens cada vez mais adaptadas às particularidades da região.

 


[1] Acadêmica do curso de Geografia, Universidade Federal de Juiz de Fora.

[2] Professor do Departamento de Geociências, Universidade Federal de Juiz de Fora.

 

 

6 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

CAUBET, C.G. e FRANK, B. Manejo ambiental em bacia hidrográfica: o caso do rio Benedito. Florianópolis: Fundação Água Viva, 1993.

 

CINTRA, L.M; TORRES,F.T.P; GUISELINE, J.C.A. MENEZES, S.O. Criação da APA do município de Aracitaba – MG, com o auxílio de sistemas de informações geográficas. Florianópolis: ECOURBS. Anais. 2002.

 

Collares, e.g. e rodrigues, j.e. Geoprocessamento aplicado à caracterização das atividades modificadoras do meio físico na bacia hidrográfica do rio Capivari. Geociências. São Paulo: UNESP. v.19 – n°1,2000.

 

CRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. SãoPaulo: Edgard Blücher, 2ªed,1980.

 

FERRaz,R.C. Córregos Urbanos de Juiz de Fora – Um Problema Para a Qualidade de Vida e Uma Questão Para a Educação Ambiental. Monografia de Licenciatura em Geografia. Juiz de Fora (MG): UFJF, 2000. 

 

IPPLAN. Plano diretor de Juiz de Fora. Juiz de Fora: Concorde. 1996.

 

MACHADO, P.J.O. Apontamentos de aula. 2002.

 

PAISANI, J.C. e Oliveira,M.A.T. Dinâmica da área de contribuição para a formação de escoamento superficial saturado – cabeceira de drenagem da colônia Quero-Quero – Palmeira (PR). Geociência. São Paulo: 18(2),1999.

 

RINCO, L. Alterações na dinâmica superficial da microbacia de drenagem do ribeirão do Yungue em Juiz de Fora – MG. Monografia de Bacharelado em Geografia. Juiz de Fora: UFJF, 2003.

 

ROSS, J. L.S. Geomorfologia: ambiente e planejamento. São Paulo: contexto,1991.

 

SILVA, J. X. da.. Geoprocessamento para análise ambiental. Rio de Janeiro: Edição do autor,2001.