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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

DINÂMICA DA EVOLUÇÃO DE PROCESSO EROSIVO NA BACIA DO CÓRREGO LAGOINHA NA CIDADE DE UBERLÂNDIA - MG1

 

 

Roberto Reis Alves2 (rggeografos@yahoo.com.br) - U.F.U.

Ricardo Reis Alves3 (rreisalves@aol.com) - U.F.U

Silvio Carlos Rodrigues[1] (silgel@ufu.br) - U.F.U.

 

 

Palavras-chave: Geomorfologia urbana, bacia hidrográfica e monitoramento de erosão

 

 

1 - Introdução

 

No final da década de 1970 o cenário brasileiro começa a mudar, em função das políticas de desenvolvimento econômico do interior do país, visando a urbanização de outras regiões por meio de incentivos locacionais para as indústrias se estabelecerem e principalmente pelo avanço da fronteira agrícola em direção do Brasil Central, com os programas de desenvolvimento do cerrado, em especial sobre a região do Triângulo Mineiro, onde está localizado o município de Uberlândia.

Então, o homem passa a interferir intensamente nas formas de relevo, provocando mudanças nas formas do relevo no ambiente tanto rural quanto urbano, ocupando áreas de preservação permanente com edificações, construção de ruas sobre solo hidromórfico, canalização do curso de córregos e rios, impermeabilização do solo etc, o que sempre provoca algum tipo de impacto sobre o meio ambiente. Prova disso, é o que ocorre na Bacia Hidrográfica do Córrego Lagoinha na cidade de Uberlândia, por se localizar em área urbana, já teve as formas do seu relevo natural quase que totalmente alteradas pela ação antrópica. Vale ressaltar que, os processos erosivos são desencadeados naturalmente, porém o intenso fluxo de atividades humanas acelera o processo.

 Os processos erosivos que ocorrem ao longo da Bacia do Córrego Lagoinha despertaram interesse, em especial aqueles de maior intensidade, as chamadas voçorocas. O local escolhido para estudo localiza-se numa micro-bacia, afluente do Córrego Mogi que é afluente direto do Córrego Lagoinha, o qual é tributário do Rio Uberabinha, principal reserva de abastecimento da cidade de Uberlândia. A voçoroca em questão, localiza-se, no município de Uberlândia nas seguintes coordenadas cartográficas 788237 e 7903448 numa altitude aproximada de 857m e foi escolhida por se tratar de uma evolução desencadeada por ações antrópicas (queimadas, pisoteio do gado, etc) e acelerada pela ação intempérica (chuvas principalmente). As localizações da bacia hidrográfica e da voçoroca estão representadas na Figura 1.

A área apresenta relevo com forma pouco inclinada por se tratar de fundo de vale. Além disso, os solos são arenosos, ácidos e pouco coesivos, com presença de turfeiras, e existe na alta vertente uma forte influência hidromórfica. Vale mencionar ainda que, ao longo do canal do córrego, formou-se uma queda d’água que catalisou a força de desgaste da água, facilitando ainda mais o desencadeamento do processo erosivo, que resultou na voçoroca.

Portanto, o intuito do estudo é entender as principais transformações que o relevo vem sofrendo, principalmente a partir da intensificação do fluxo de ações antrópicas no Cerrado e dentro de todo este contexto a intenção é de nortear rapidamente a reestruturação degradativa que o meio ambiente sofreu e ainda sofre, buscando indicadores para entender os problemas atuais, em especial aqueles ligados à degradação ambiental do Bioma Cerrado, oferecendo aí recursos que possam servir a recuperação ou reconstituição ambiental.

 

Figura 1 - Mapa  de Localização

Organizador: Roberto Reis Alves - 2003

 

2 - Objetivos

 

2 .1 OBJETIVO GERAL

 

O objetivo geral da pesquisa é monitorar, mensurar e analisar o processo erosivo acelerado (voçoroca) em área urbana, em uma microbacia afluente do Córrego Mogi no intuito de compreender a dinâmica das ações antrópicas no meio ambiente e suas repercussões.

 

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

-         Investigar os processos de alterações do relevo e de outros acontecimentos que envolvam o relevo urbano na área de estudo;

-         Buscar dados que nos forneçam informações da dinâmica local;

-         Fazer um monitoramento por meio do estaqueamento em nível a fim de colher informações pontuais da dinâmica local;

-         Formar um banco de dados com as informações coletadas;

-         Sistematizar e analisar os dados obtidos a fim de compreender as transformações do relevo local;

-         Uso de software como Excel e AutoCad para dispor os dados de forma mais específica a temática;

 

3 - Metodologia e Procedimentos Técnicos-Operacionais

 

O principal objetivo da pesquisa foi centrado em fazer um acompanhamento da evolução de processo erosivo em área urbana na Bacia do Córrego Lagoinha. Os principais questionamentos foram: onde montar as estações, qual metodologia adotar e quais procedimentos técnicos seriam os mais indicados para o monitoramento e mensuração da voçoroca nesta área.

 A principal dificuldade foi estabelecer uma forma de medição que pudesse fornecer uma base confiável de dados, e outra dificuldade foi estabelecer o período em que seriam feitas as medições, pois até então não se tinha conhecimento sobre experimentos semelhantes.  Primeiramente, fez-se um reconhecimento da área por meio de trabalho de campo e após observações, escolheu-se o melhor ponto para estabelecer à estação de monitoramento. Feito isto, optou-se por uma vertente que apresenta edificações sobre um campo hidromórfico, e após a mudança do talvegue de uma nascente, acentuou-se o processo erosivo na área, o que a primeira vista parecia ser potencializado nos períodos de chuva. Então, o local oferecia uma gama de perguntas que somente a partir de um monitoramento por determinado período (02/02/2002 à 11/04/2003), que se entenderia em parte a evolução do processo erosivo.

Num segundo momento, a questão a ser resolvida era como montar uma estação de medição no local. Após revisão bibliográfica, optou-se por fazer uma adaptação de  experimentos e a criação de instrumentos próprios, que ofereceriam facilidade e permitiria alcançar os resultados desejados. Ao longo da pesquisa foi necessário fazer algumas adaptações ao equipamento, porém chegou-se ao objetivo esperado.

Para se fazer às medições estabeleceu-se, três pontos (Montante; Intermediário;  Jusante/Foz) ao longo do canal da voçoroca, os quais foram medidos numa média de 15 em 15 dias, iniciados em fevereiro/2002, no final do período chuvoso até abril de 2003. A técnica de monitoramento consiste na medição do avanço lateral e de profundidade da voçoroca, por meio do estaqueamento em nível nas duas margens da microbacia.

As medições são feitas, com uma corda subdividida em intervalos de 20cm, com cores diferenciadas amarradas junto às estacas, sendo assim subdivididos para permitir o deslocamento de uma régua retrátil de metalon (5m) projetada pelos pesquisadores (Roberto Reis Alves e Ricardo Reis Alves), com uma trena de 5m fixada ao longo da mesma. Além disso, foi usado um binóculo para facilitar a visualização quando dentro da voçoroca. Ainda como recurso da pesquisa, também foram feitas fotos do local em vários momentos o que permitiu traçar foto-comparações na evolução da voçoroca.

Os dados coletados foram colocados em ficha de campo e posteriormente as informações foram armazenadas em uma planilha (banco de dados) no software Excel, e a partir deles pode-se formar tabelas, gráficos, fazer projeções futuras, médias entre outras informações que se pode trabalhar com os dados. Por meio do uso do software Auto CAD R14 foi possível, a visualização do avanço do processo erosivo, o cálculo da área, do perímetro e do volume e com isso compreender a dinâmica do processo. Cabe salientar ainda que, entre os meses de outubro e dezembro, ocorreram problemas com o equipamento, como quebra das estacas por pisoteio do gado e outras ações antrópicas e ainda quebra da régua de medição, a qual era feita de alumínio e pouco resistente, o que provocou atrasos nas medições. Este estudo foi desenvolvido dentro da metodologia disposta no fluxograma da Figura 2, a seguir:

 

Figura 2 - Procedimentos Operacionais sobre Monitoramento de Voçoroca

 Fonte: Adap de Rodrigues (1998)

 

4 - Resultados

 

Os dados coletados possibilitaram formular tabelas e a partir dessas, elaborar gráficos da evolução do processo erosivo, permitindo compreender a dinâmica evolutiva nos períodos de seca e de chuva nos pontos a Montante, Intermediário e a Jusante (conf. Figura 03).

 

Figura 3 Ilustra aproximadamente os pontos de monitoramento ao longo da voçoroca-Autor: Alves 04/2003

 

As tabelas foram geradas no software Excel para facilitar a tabulação dos dados, e os gráficos foram feitos no software AutoCAD. Esses gráficos permitem visualizar o avanço tanto em profundidade quanto lateralmente, como podem ser visto nas três figuras a seguir:

 

Figura 4 – Perfil de Montante – Profundidade e Avanço Lateral

Autor: Roberto Reis Alves 2003

 

A Figura 4 apresenta o ponto de maior energia cinética, pois nele havia uma pequena cachoeira sendo, portanto o setor de maior atividade erosiva. Este ponto possui 11,20 metros de comprimento e profundidades variando ao longo do período, ficando os registros mais profundos em torno de 3,78 metros. Como pode ser visto na figura, a linha referente a primeira medida (de cor vermelha) na legenda, indica a situação inicial do monitoramento, com duração total de 1 ano e 2 meses. Ao final do período representado pela última medição (linha de cor marrom), indica que a forma no local foi completamente modificada, aumentando ainda mais a profundidade e seu avanço lateral, potencializado principalmente no período chuvoso que vai de outubro a março. 

Para uma melhor visualização da evolução do processo erosivo utilizou-se a representação colorida nos gráficos. As cores indicam as datas com modificações mais representativas. Elas ilustram o avanço em profundidade e também as modificações laterais do talude, bem como momentos de acumulação de sedimentos.

 

 

Figura 5 Perfil Intermediário – Profundidade e Avanço Lateral

Autor: Roberto Reis Alves - 2003

(Clique para ampliar)

 

 

O Perfil Intermediário possui entre as estacas 13,80 metros de comprimento. Já as profundidades variaram pouco em relação ao gráfico anterior, porém na primeira medição (cor vermelha) registrou-se como ponto mais profundo 3,30 metros, sendo que no ponto mais profundo na última medição, chegou-se a registrar 3,78 metros de aprofundamento. A Figura 5, mostra a evolução do Perfil Intermediário, nele observa-se que logo em seguida a primeira medição, representada pela cor vermelha, houve um grande recuo lateral no talude da margem esquerda do córrego. Conforme mostra a cor verde, houve uma grande  deposição de sedimentos no leito do córrego. Este material depositado dentro da voçoroca  cimentou e permanece no local mesmo passado o período chuvoso na região e ao final do 14 meses boa parte do material inda está praticamente inalterado em sua forma, sofrendo apenas erosão laminar. A única parte do material que foi carreado foi a que caiu sobre o canal, como pode ser visto na figura representada pelo aprofundamento na cor marrom.

 

Figura 6 Perfil Jusante – Profundidade e Avanço Lateral

   Autor: Roberto Reis Alves – 2003

(Clique para ampliar)

 

Por último tem-se o Perfil a Jusante (foz do córrego), representado pela Figura 6, entre as estaca dista 6,00 metros. O aprofundamento evoluiu assim, na primeira medição (cor vermelha) o ponto mais profundo foi de 2,77 metros, nas últimas medições o ponto mais profundo alcançou a casa dos 2,93 metros.  No perfil de cor rosa percebe-se tanto o aprofundamento como o avanço lateral nitidamente. O último perfil (cor marrom) feito  no mês de abril de 2003, no final do período chuvoso provocou evoluiu ainda mais mostrando modificações tanto nas paredes laterais quanto no aprofundamento do canal. No Ponto a Jusante nota-se somente processo erosivo sem presenças significativas de material sedimentado ao longo do perfil.

 

Área, Perímetro e Volume

Um outro tipo de visualização pode ser feito por meio da análise da área e perímetro do perfil transversal e do volume da voçoroca. Os cálculos foram feitos a partir dos gráficos colocados anteriormente. Utilizando-se das funções do software AutoCAD14, foram feitos os cálculos da área e do perímetro do perfil transversal mostrando a evolução do processo erosivo.

Já o volume foi calculado externamente seguindo a indicadores do artigo Chapter 2 Reconnaissance methods da revista CATENA. O artigo consiste num método de cálculo aproximado de superfícies irregulares elaborado, de acordo com a seguinte fórmula:

V = å ( A1 + A2 /2 * L) + (A2 + A3/2 * L) + ......, (onde:  V = volume, A = área e L = distância lateral). Os resultados estão dispostos no Quadro 1 a seguir:
 

 

Quadro 1 – Evolução da Área e Perímetro do Perfil Transversal e Volume  da Voçoroca no Período

/Autor: Roberto Reis Alves – julho/2003

Ainda para facilitar a visualização foram separados alguns pontos dentro dos três perfis, para uma melhor explicação da evolução da voçoroca, de acordo com Quadro 2, a seguir:

(Clique para ampliar)

 

Quadro 2 – Análise da Evolução da Área, Perímetro e Volume  por Período

Autor: Roberto Reis Alves – 2003

(Clique para ampliar)

 

 

A maior variação na área foi no Ponto a Montante com uma variação de 11,76m2. O perímetro de maior variação foi o do Ponto Intermediário, entre o período inicial em fevereiro de 2002 e abril de 2003, a diferença foi de 14,62 metros, sendo que a explicação para diminuição do perímetro é a queda do talude dentro do corpo da voçoroca mostrada nos gráficos anteriores representado pelas medições do dia 08/03/2002. A variação da área do Perfil Intermediário no período foi de 3,63 m2.

Observa-se que houve também um crescimento no perímetro a Montante, com uma variação de 4,40m.  No Ponto a Jusante não ocorreram modificações tão significativas, porém houve uma modificação da área em torno de 1 metro quadrado.

Já o volume variou no início das medições, de 247,18 m3 para 266,09 m3, no período de 1 mês poucas modificações ocorre na estação seca, com retorno da atividade erosiva a partir do início do período chuvoso, quando o volume evolui de 277,03 m3 para 311,71 m3, sendo que no intervalo de 14 meses a diferença foi de 64,53 m3.

 

5 - Considerações Finais           

 

Esta pesquisa procurou compreender o comportamento evolutivo da voçoroca mediante a análise de alguns elementos aceleradores do processo como: ações antrópicas e os efeitos mecânicos provenientes da energia das precipitações e escoamento. Por meio do monitoramento foi possível a elaboração de um banco de dados que permitiu chegar a algumas conclusões do processo de acordo com as características físico-ambientais local e regional.

A dinâmica do processo erosivo torna-se muito mais agressiva no período chuvoso, pois a energia das águas ataca toda superfície interna e aumenta a profundidade da voçoroca. Já no período de seca o processo erosivo é quase inerte salvo as exceções das ações antrópicas no local como queimadas e pisoteio do gado, este último ocorre em função da mancha urbana ter alcançado áreas rurais. No período seco destaca-se a forte atuação dos processos físicos, provocando fissuras ao longo de todas as paredes da voçoroca, o que facilita no período chuvoso a atuação das águas.

É muito comum este tipo de dinâmica na região de cerrado, em função de um período de seis meses com chuvas e outros seis de estiagem, embora haja diferenças o que se percebeu na pesquisa é que um período está intimamente ligado ao outro. O período de estiagem prepara o solo para as ações de desgaste das formas da voçoroca no período de chuvas quando a energia cinética potencializada pela concentração das chuvas altera os perfis. Além do tipo de solos da região apresentar forte presença de areias, o que os torna mais susceptíveis a erosão.

Então, a cada ciclo chuvoso o processo erosivo é ativado tendo variação somente em seus pontos de maior dinâmica ou de mudanças rápidas de forma como foi o caso do perfil de Montante em relação aos outros dois, porém o desgaste erosivo é uma constante ao longo do corpo da voçoroca. De acordo com os resultados alcançados certamente o próximo ciclo de chuvas alterará o ponto mais dinâmico, o qual estará constantemente num processo remontante em relação aos 3 pontos adotados pela pesquisa, sendo que os valores mostrados indicam que as formas da voçoroca evoluem em direção a média e a alta vertente em comprimento, alargamento e profundidade.

Portanto, os resultados obtidos serão de importante relevância para o planejamento das autoridades governamentais para a elaboração e execução de obras de recuperação e recomposição desta e de outras áreas dentro do perímetro urbano ou mesmo no meio rural, pois, por meio desses indicadores pode-se antever novas ocupações que serão feitas no município a fim de organizar espacialmente a cidade e ao mesmo tempo preservar o meio natural.

 


1 Trabalho apresentado no X Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada  – 11 à 16 de novembro de 2003

2 Mestrando do Curso de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia

3 Graduando do Curso de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia

4 Orientador – Prof. Dr. do Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia – Av. João Naves de Ávila,  - Campus S. Mônica – Bloco H Sl. 16  – CEP 38400-000

 

 

6 – Referências Bibliográficas

 

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