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    X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

     

     

     

     

     

    MOREAU, Ana Maria S.S.;

     FILHO, Edir M. Figueiredo;

    FONTES, Ednice de Oliveira

     



    Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais, Universidade Estadual de Santa Cruz - Ilhéus - Ba
     

     

    Eixo: 3- Aplicação da Geografia Física à Pesquisa
    Sub-Eixo: 3.4- Aplicações Temáticas em Estudos de Casos

     

     

    1. INTRODUÇÃO

     

    Os manguezais constituem um dos ecossistemas mais produtivos do mundo, cuja importância para a humanidade como fonte de alimentos, remédios, material de construção (barro e madeira), curtume, combustível, e outros, é de longo tempo reconhecida (Pedrosa, 1963; Cintrón,1987, Silva Júnior et al, 1996; Vanucci, 1999). Se não bastasse esta importância para o ser humano, é merecedor de destaque o papel dos manguezais como estabilizadores ambientais, funcionando como barreiras naturais contra impactos permanentes de inundações catastróficas além da erosão eólica, por furacões e ciclones, e hídrica, pela ação das ondas (Vanucci 1999). Além disso, os manguezais podem funcionar como despoluidores através do acúmulo seletivo de metais pesados por algumas espécies (Tam & Wong, 1996; Severo, 1999).

    Assim, os manguezais constituem-se em um ecossistema fornecedor de bens e serviços, requerendo para a adoção de medidas de manejo, supondo intervenções antrópicas, considerações e avaliações dos fatores sócio-econômicos e não apenas os de caráter biológico. Por bens pressupõem-se os produtos retirados direta e indiretamente de determinado ecossistema e por serviços, as funções ecológicas exercidas pelo mesmo, por exemplo, ciclagem de nutrientes e manutenção da diversidade biológica (Grasso et al., 1995). Além de bens e serviços, os atributos também devem ser considerados. Para Tabilo-Valdiveso (1999), estes contemplam aspectos do ecossistema que não necessariamente são bens e serviços, mas que são valiosos para parte da sociedade.

    Portanto, além da utilização dos bens, serviços e atributos, em alguns locais, os manguezais vem sendo utilizados como áreas para a expansão urbana, sendo incompatível com as suas características ecológicas e com a legislação incidente. Os resultados são óbvios: poluição por metais pesados, contaminação por agentes biológicos, além da utilização de seus bens, serviços e atributos.

    Com o objetivo de avaliar o nível de antropização e estabelecer relações homem-ambiente via entrevistas com os habitantes que usufruem destes ecossistemas, foram escolhidas áreas nos municípios de Ilhéus, Una e Canavieiras. Os manguezais localizam-se na zona urbana, ao longo das margens da porção estuarina dos rios Fundão, Aliança e Pardo, respectivamente.

     

    2. MATERIAL E MÉTODOS

     

    Inicialmente procedeu-se a escolha de comunidades que apresentam uma certa relação com o manguezal, seja ela de moradia e, ou, meio de sobrevivência. As comunidades escolhidas inserem-se na região Sul da Bahia, abrangendo o distrito de Atalaia, pertencente ao Município de Canavieiras e o distrito de Pedras de Una, no Município de Una. Além destes, a “Rua do Mosquito” em Ilhéus, foi também contemplada.

    O clima da região é do tipo quente e úmido, com registros de temperatura médias mensais de 30,5 ºC (máxima), 24,4 ºC (média) e de 17 ºC (mínima). A pluviosidade apresenta-se bem distribuída durante todo o ano, com precipitações média anual e mensal de 1.886 mm e 157 mm, respectivamente.

    Foram feitas visitas iniciais as áreas escolhidas para verificação dos aspectos sociais, econômicos e ambientais que iriam ser contemplados nos questionários. Só após este procedimento, os questionários foram elaborados, constando de informações referentes a condições de moradia, doenças de maior ocorrência, uso e importância do manguezal para a família, importância ecológica do manguezal, atividade econômica e principais carências locais. Assim, tais questões objetivavam fornecer subsídios para uma análise e entendimento da interação das comunidades da Rua do Mosquito em Ilhéus, Atalaia em Canavieiras e Pedras de Una em Una, com o manguezal, verificando os possíveis impactos causados pelas diversas formas de uso. O questionário apresentava uma pequena subjetividade e, em sua maioria, exigia respostas simples como sim ou não. Foram aplicados, nos meses de janeiro e fevereiro de 2002, 27 questionários em Atalaia (Canavieiras), 27 em Pedras de Una, além de uma entrevista com o administrador e 20 na Rua do Mosquito. Os dados obtidos foram tabelados e percentualizados, como uma maneira de facilitar a análise e permitir estabelecer inter-relações entre as informações.

     

     

    3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

     

    3.1. Caracterização geral das três comunidades

    3.1.1. Pedras de Una (Una)

    O distrito de Pedras de Una, pertencente ao município de Una-BA, fica localizado a aproximadamente 11 km do mesmo e situa-se em uma área depressional, cercada a oeste por topografia acidentada, com serras e morros, estando à margem esquerda do rio Aliança. Ao longo deste rio, registra-se uma extensa área preservada de vegetação de manguezal, além de bolsões de Mata Atlântica.

    A comunidade local encontra-se, de certa maneira, organizada, tendo um administrador. O meio de sobrevivência é a pesca e a catação de crustáceos, principalmente caranguejo e camarão. Somente os pescadores organizaram-se em uma associação, embora a mesma não apresente ações efetivas por falta de envolvimento de boa parte dos pescadores locais.

    Quanto aos aspectos sociais, os maiores problemas registrados dizem respeito a falta de tratamento de água e o crescimento desordenado horizontal, sem infra-estrutura. As condições de saneamento básico e coleta de lixo, segundo relato do administrador do distrito, não constituem-se em problemas uma vez que a coleta de lixo é regularizada e todas as casas possuem fossas, exceto as moradias mais recentes daquelas pessoas com menor poder aquisitivo. Nestas, os dejetos sanitários são lançados diretamente nos quintais, através de banheiros improvisados.

    No que diz respeito aos impactos ambientais e sua conseqüente influência na economia e na saúde da comunidade local, o quadro torna-se crítico. Os esgotos do Hospital Municipal de Una e dos domicílios do município são lançados diretamente no rio Aliança, sem nenhum tratamento prévio dos seus poluentes, estes fatos, associados à exploração pesqueira descontrolada dos últimos anos, diminuiu, consideravelmente, a população de peixes e mariscos com valor de mercado. Foi relatado a ocorrência de mortandade de caranguejo que, segundo os moradores, deve estar associada a contaminação por esgotos. Além disso, o distrito está passando por um surto de Leishimaniose, doença altamente induzida por desequilíbrio nos fatores ambientais.

    Segundo relato do presidente da associação dos pescadores, as leis ambientais referentes a proibição da pesca em épocas de reprodução, não vem sendo respeitadas, agravando ainda mais o problema, utiliza-se ainda redes de arrasto de malha fina na pesca de peixes e camarão, que carrega animais pequenos em fase de crescimento, interrompendo, portanto, o ciclo de vida natural dos mesmos. Registra-se ainda pesca por barcos de outras localidades, sendo denominados pelos pescadores locais de “invasão de forasteiros para exploração pesqueira”.

     

    3.1.2. Distrito de Atalaia (Canavieiras)

    O distrito de Atalaia está localizado ao sul do centro da cidade de Canavieiras-Ba, a cerca de 5 km desta, e situa-se numa planície costeira, próxima ao estuário da desembocadura do rio Pardo. As margens deste rio encontra-se uma boa densidade de vegetação de manguezal que, através do seus bens, serviços e atributos, atende aos anseios da comunidade local no que diz respeito ao meio econômico de vida.

    A comunidade possui coleta de lixo regular e o esgoto sanitário é contido por fossas presentes em quase todas as casas, portanto não oferece perigo eminente de poluição ao manguezal que possa gerar impactos ao ambiente de maneira drástica, como por exemplo, afetar a biodiversidade local, embora tenha sido possível presenciar o despejo de lixo no manguezal nos quintais de algumas casas, contribuindo para o aumento de mosquitos no local.

    Vê-se, nos últimos anos, decrescer gradativamente as populações de peixes e crustáceos. Em função da maior exposição da cidade de Canavieiras, no que diz respeito ao potencial pesqueiro e marisqueiro e também turístico, o município vêm presenciando, nestes últimos 10 anos, a exploração totalmente descontrolada dos recursos pesqueiros, segundo relatos de moradores locais.

    A nomeação, pela mídia regional, de Canavieiras como “Capital Nacional do Caranguejo” tem promovido a invasão de marisqueiros de toda a região atuando sem nenhum controle, sem respeito algum à época de reprodução dos animais, o que faz diminuir sua população.

    Empresas baianas e até de outros estados de atividade pesqueira atuam desrespeitando as leis ambientais e, muitas vezes, com participação criminosa de alguns funcionários dos órgãos responsáveis pela aplicação destas leis, como foi relatado por moradores de Atalaia. Segundo estes, há uma constante utilização de redes de arrasto de malha fina na pesca de peixes e camarão, as quais carregam animais pequenos que, por sua vez, não são aproveitados. A mesma problemática foi identificada em Pedras de Una.

     

    3.1.3. “ Rua do Mosquito” (Ilhéus)

    A Rua do Mosquito, em Ilhéus-BA, localizada em frente ao terminal rodoviário, está instalada numa área de manguezal, às margens do Rio Fundão, e tem cerca de 150 metros de extensão. A rua surgiu há aproximadamente 15 anos a partir da invasão de habitantes que saiam de outros bairros tentando, principalmente, fugir da violência e falta de segurança que suas antigas moradas representavam. Esta instalação foi possível mediante a construção de um aterro, autorizado por pessoas públicas, em épocas eleitoreiras.

    Por questões legislativas, coordenadas pela marinha, nenhuma área de manguezal pode conter construções de alvenaria para manutenção da integridade do mesmo, porém, mesmo apresentando 100% de suas casas construídas de tábua, a total falta de infra-estrutura no local agride, consideravelmente, o ecossistema através do lixo e dos dejetos sanitários que são despejados diretamente no manguezal, daí o nome da rua ser “Rua do Mosquito” devido à infestação de mosquitos em decorrência da degradação da qualidade ambiental.

    Serviços como o de água e luz são precários. Apenas 37,5% das casas apresentam água e energia elétrica regularizada junto ao órgão prestador do serviço, os demais utilizam os mesmos serviços de maneira clandestina, os chamados “gatos”.

     

    3.2. Problemas Ambientais decorrentes das formas de uso do manguezal

    Das comunidades estudadas, a da Rua do Mosquito é a que apresenta maior ação impactante no ecossistema de manguezal. Conforme o Gráfico 1, 100% dos dejetos domiciliares são lançados diretamente nos manguezais e nenhuma casa apresenta rede de esgoto ou fossa (Gráfico 2).

     

    Gráfico 1- Destino dos dejetos sanitários das comunidades da Rua do Mosquito, Canavieiras e Pedras de Una.

     

    Os domicílios de Atalaia (Canavieiras) e de Pedras de Una, apresentam condições de infra-estrutura (presença de fossa) menos precária do que as encontradas na Rua do Mosquito (Gráfico 2). No entanto, a falta de rede de esgoto é comum nas três comunidades. No distrito de Atalaia, apesar de 100% dos entrevistados revelarem não lançarem dejetos sanitários no manguezal (Gráfico 1), identificou-se que, aproximadamente, 15% das casas não apresentam sistema de esgoto, nem fossa (Gráfico 2).

     

    Gráfico 2 – Presença ou não de saneamento básico nas comunidades estudadas.

     

    Além do despejo de dejetos sanitários, outro agravante para poluição dos manguezais, tem sido o destino do lixo doméstico. Apesar dos entrevistados de Pedras de Una e Atalaia classificarem o serviço de coleta de lixo como regular, registrou-se durante a aplicação dos questionários, nestes locais, poluição por sacos plásticos, garrafas e latas. Apenas os moradores da Rua do Mosquito admitiram tal prática.

     

    Gráfico 3 – Destino do lixo domiciliar produzido pelas comunidades estudadas. Sim para aquelas que o lançam no mangue e não para outro destino.

     

    Nesta comunidade, foi possível constatar que 100% dos entrevistados despejam lixo direto no manguezal sem nenhum tipo de seleção, mesmo 72% dos mesmos afirmando terem consciência das conseqüências da degradação do ecossistema.

    Quando solicitou-se aos entrevistados, que respondessem sobre a ocorrência ou não de impacto ambiental no local e em caso afirmativo que apontasse o tipo de impacto, as respostas foram muito interessantes e divergiram entre as comunidades. Em Atalaia (Canavieiras), constituída em grande parte por pescadores autônomos (Gráfico 4) que dependem direta ou indiretamente do manguezal, apontou-se como principais fatores impactantes a exploração pesqueira e marisqueira descontrolada e a pesca predatória. Em Pedras de Una, comunidade pesqueira, os fatores de impacto ambiental foram poluição por óleo diesel dos barcos “clandestinos” e despejo do esgoto do Hospital Municipal de Una no rio Aliança. Já na Rua do Mosquito, a maioria da população identificou-se como empregadores temporários (“biscateiros”), ou seja, realizam qualquer tipo de serviço (ajudante de pedreiro,descarregadores de caminhão no porto de Ilhéus, jardineiro, etc.) e segundo eles, o esgoto constitui-se no principal fator de impacto ambiental no manguezal.

     

    Gráfico 4 –Principal atividade econômica das comunidades estudadas.

     

    3.3. Consciência ambiental e necessidade de preservação

    As comunidades de Atalaia (Canavieiras) e Pedras de Una foram identificadas como aquelas que guardam uma relação mais estreita com o manguezal em nível de preservação. Os fatores apontados como responsáveis por esta consciência conservacionista dizem respeito a forma de utilização deste ecossistema. As comunidades mencionadas utilizam o manguezal como meio de sobrevivência e retiram dele o seu sustento, seja o caranguejo, mariscos ou peixes (Gráfico 5). Apesar de também residirem no local, como na Rua do Mosquito, nas comunidades de Pedras de Una e Atalaia os domicílios foram herdados e as pessoas ali residem por opção, por terem sido criados naquele ambiente. Assim, o manguezal faz parte da história dos pescadores e catadores de caranguejo, deixando de ser apenas um refulgiu para famílias sem habitação.

     

     

    Gráfico 5 – Caracterização das formas de uso dos manguezais pelas comunidades da Rua do Mosquito, Atalaia (Canavieiras) e Pedras de Una (Una). A e B refere-se ao uso co moradia e pesca e/ou catação de marisco.

     

    A consciência do valor ecológico do manguezal por parte dos moradores, principalmente da Rua do Mosquito, é precária, podendo ser atribuído ao baixo nível de escolaridade (Gráfico 6) e a falta de um programa de educação ambiental, tendo como conseqüências o desrespeito às normas e leis impostas pelos Órgãos Ambientais. Nesta comunidade, a prática pesqueira e a retirada de mariscos é feita durante todo o ano, sem que haja nenhum respeito aos períodos de desova e andada dos caranguejos (Gráfico 7).

     

    Gráfico 6 – Nível de escolaridade dos moradores das comunidades da Rua do Mosquito, Atalaia em Canavieiras e Pedras de Una.

      

    Gráfico 7 – Utilização de práticas predatórias de pesca e mariscagem.

     

    Um outro fato interessante é que apesar dos entrevistados da Rua do Mosquito revelarem não depender do manguezal para a sua sobrevivência e lançarem lixos e efluentes domésticos no ecossistema, ainda assim, 45% dos moradores o utilizam como fonte alternativa para a sua alimentação (Gráfico 8).

    Para as três comunidades estudadas, o nível de escolaridade de 1º foi o que apresentou maior percentual, destacando-se que em Atalaia (Canavieiras) não foi registrado nenhum analfabeto, enquanto que na Rua do Mosquito 30% dos entrevistados são analfabetos, reiterando as constatações feitas anteriormente.

     

     

     Gráfico 8 – Utilização dos recursos pesqueiros e marisqueiros dos manguezais como fonte de população pelas comunidades da Rua do Mosquito, Atalaia(Canavieiras) e Pedras de Una.

     

     O futuro (conservação e preservação) dos manguezais depende, em grande parte, que as pessoas e os governos se conscientizem sobre a importância e o valor desse recurso natural e passem a tomar atitudes para conservá-los. Essa conservação está ligada ao grau de educação, programas de educação ambiental, mas nas áreas de estudo nota-se uma precariedade nesses ítens.

    Com as entrevistas, ficou claro que as comunidades de Atalaia (Canavieiras) e de Pedras de Una, são bem mais dependentes do manguezal, tendo uma relação histórica com o ecossistema, pois a maioria reside lá há mais tempo, sendo quase todas moradias provenientes de herança. No caso da Rua do Mosquito não há uma clara relação de utilização do ecossistema como tal, e sim como terreno, visto que são invadidos, e mesmo quando comprado, a aquisição é feita, provavelmente, de um antigo invasor.

    No caso da realização de trabalhos com as comunidades sobre a correta utilização para sustentabilidade dos manguezais, as duas primeiras certamente trariam resultados melhores, mesmo porque parecem conhecer melhor o ecossistema.

    Para a Rua do Mosquito, a intervenção deve ser imediata, no sentido de conscientizar a comunidade quanto a relação existente entre a saúde da população e a utilização de bens de um ecossistema poluído. Investigando o potencial produtivo da comunidade, pode-se evitar a utilização deste ecossistema como fontes alternativas de alimentação e de renda.

     

     

    4. CONCLUSÕES

     

    Os resultados obtidos com a aplicação dos questionários nas três questionários indicam que:

    a)Os impactos ambientais identificados no manguezal de Pedras de Una estão relacionados a fatores externos e não ao uso do ecossistema pela comunidade pesqueira local;

    b)Nos três manguezais, a falta de saneamento básico, portanto, medidas públicas, constituem-se no principal fator de degradação do ecossistema;

    c)O conhecimento das leis e normas impostas pelos órgãos ambientais do governo para o exercício da pesca e preservação do ambiente são mais conhecidas pelas comunidades que utilizam o manguezal para fins de sobrevivência (Pedras de Una e Canavieiras);

    d)O manguezal da “Rua do Mosquito” é o que apresenta uma maior ação impactante do homem, em decorrência do seu uso para moradia e por este ecossistema não constituir-se em meio de sobrevivência para a população.

     

     

    5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

     

    CINTRON, G. Caracterizacion y manejo de áreas de manglar. In: Simpósio sobre Ecossistemas da Costa Sul e Sudeste Brasileira: síntese dos conhecimentos. Cananéia, ACIESP. N 16754, vol:3:77-97, 1987.

     

    GRASSO, M.; TOGNELLA, M.M.P., SCHAEFFER-NOVELLI & COMUNE, A.E. Aplicação de técnicas de avaliação econômica ao ecossistema manguezal. In: May, p. H. (org.), Economia Ecológica: Aplicação no Brasil. Rio de Janeiro:Editora Campus, 1995. p. 49-81.

     

    PEDROSA, C. Manguezais. In: Tipos e aspectos do Brasil: excertos da Revista Brasileira de Geografia. Rio de Janeiro, 1963. 7 ed. p.256-261.

     

    SEVERO, M.I.G. Etude de e’impact toxicologique des polluants minéraux (Cu, Cr) engendré par des rejets agricoles sur les crustacés de l’etat de Bahia – Brésil. These de Doutorat en Sciences, Université de Reims Champagnne – Ardenne.1999. 152p.

     

    SILVA JÚNIOR, R.L.; QUEIROZ, A.F.S.; SANTOS, A.L.S.; OLIVEIRA, O.M.C.; SANTIAGO, C.A. da C. Estudos geoquímicos no manguezal do estuário do rio Jacuípe-Camaçari – Região Metropolitana de Salvador – Subsídios para um monitoramento ambiental sistemático. In: CONGRESSO BAIANO DE MEIO AMBIENTE, 1. Anais... 1996. p.75-77.

     

    TALIBO-VALDIVESO, E. El benefício de los humedales en America Central: el potencial de los humedales para el desarrollo. 2ª ed. Turrialba, 1999. 58p.

     

    TAM, N.F.Y.; WONG, Y.S. Retention and distribuion of heavy metals in mangrove soils receiving wastewater. Envir. Pollut. 94(3):p.283-291. 1996.

     

    VANUCCI, M. Os manguezais e nós: Uma síntese de percepções. Trad. De D. Navas-Pereira. São Paulo: EDUSP, 1999. 233p.