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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

ESBOÇO SÓCIO Ambiental da Micro-Bacia do Córrego Grande e da Área Urbana do Município de Pimenta, MG

 

 

Alberto Adriano Ribeiro dos Santos

Alberto Franco Lacerda

Fabiana de Sousa Santos

Ricardo Barbosa de Souza

Viviane Garcia da Costa

Graduandos do Curso de Geografia e Meio Ambiente

 

Marcelino dos Santos Morais

Professor do Curso de Geografia e Meio Ambiente

 

 

Palavras Chaves: Drenagens; êxodo rural; percepção ambiental.

 

Eixo Temático: 3 - Aplicação da Geografia à Pesquisa

Sub-eixo: 3.4 – Aplicações Temáticas em Estudos de Caso

 

 

 

INTRODUÇÃO

 

Dentro do universo da globalização, o meio ambiente é uma questão sempre em pauta e delicada de se discutir. A humanidade tem enfrentado vários problemas, tendo como objetivo buscar soluções para remediar ou amenizá-los a medida que surgem. Não diferente das questões políticas, culturais, raciais, econômicas, financeiras e geopolíticas, a questão ambiental é um dos problemas mais discutidos nos dias de hoje.

As alterações ambientais têm ocorrido no mundo inteiro. Há aproximadamente 200 anos atrás, deu-se início a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra, um processo que deflagrou em um grande salto tecnológico e um grande “avanço” do homem na face da Terra no que tange a transformação dos recursos naturais, no desenvolvimento de novas tecnologias, no crescimento do comércio; além de acumular capital nas mãos de poucos, aumentando assim, as desigualdades sociais e alterações no meio ambiente. Estas alterações são perceptíveis nos dias atuais e algumas delas reversíveis ou até mesmo, irreversíveis. Enumera-se algumas, como: o aumento do buraco da camada de ozônio, o aquecimento global (o efeito estufa), a extinção de espécies animais e vegetais, assoreamento dos recursos hídricos, poluição (ar, solo e água), conflitos e nações inteiras na miséria, estresse, etc.

O homem ainda busca atingir os seus próprios interesses. O meio ambiente já é visto por alguns, como meio de se obter lucros grandiosos com a extração dos recursos naturais de forma exacerbada; a supressão da vegetação endêmica para a formatação de culturas que são exóticas para a região, entre outras atividades; deflagrando assim, o enriquecimento de poucos e o empobrecimento de muitos. Além das graves conseqüências que podem ocorrer no próprio meio ambiente devido a introdução de culturas não recomendadas para determinadas localidades, que podem acarretar a uma degradação ambiental (empobrecimento do solo, salinização, processos de desertificação, a diminuição das águas subterrâneas etc.).

A humanidade percebeu que as alterações provocadas por ela no meio ambiente, têm resultado em conseqüências gravíssimas que impendem o processo de permanência e o desenvolvimento evolutivo da sociedade humana no planeta. O ser humano pode lucrar com o meio ambiente sem degradá-lo; lucrar de forma mais rentável de acordo com que cada região pode oferecer, levando-se em consideração a capacidade de suporte e a sustentabilidade local de modo prioritário.

Convém salientar, que é preciso relacionar as questões ambientais com as questões sociais, buscando sensibilizar a humanidade, pois a interação do homem com o seu meio de forma racional é essencial para a promoção da vida em todas as suas formas.

O que se pode notar é que a mentalidade do homem está mudando. Já se pensa, e já se faz, mudanças no modelo econômico vigente para que haja a preservação e manutenção do meio ambiente. Mudanças têm que serem feitas, pois os interesses econômicos particulares, promovidos pelo tipo de modelo econômico vigente, formatam lucros fabulosos, favorecidos por políticas ambientais subordinadas a estes interesses, contrariando na maioria das vezes os interesses das populações atingidas pelo problema ambiental.

 

 

METODOLOGIA

 

O procedimento adotado na confecção deste trabalho tem como suporte o embasamento teórico obtido em sala de aula, as orientações do coordenador do curso de Geografia e Meio Ambiente, e do CEMA, centro de Estudos do Meio Ambiente do Centro Universitário Newton Paiva. O trabalho foi desenvolvido sob três etapas:

A primeira se constitui no trabalho de gabinete, onde procurou-se informações bibliográficas sobre o local em que se realizará o trabalho de campo. Onde estabeleceu ainda, dentro de um consenso, tarefas para serem executadas por nós alunos, de modo interdisciplinar, tendo como pano de fundo a análise de mapas geológicos, cartas topográficas, adequação do trabalho segundo às normas da ABNT, contextualização sócio-econômica do município, formulação de questionários específicos para as áreas rural e urbana.

A segunda etapa ocorreu em visita ao campo, com base no trajeto a ser percorrido, definido a priori em gabinete. O deslocamento até as propriedades situadas ao longo da Estrada do Quilombo foi feito por meio de bicicletas. Nas propriedades visitadas, aplicou-se questionários de percepção ambiental, o geo-referênciamento das propriedade, com a utilização de GPS - Global Position System (Sistema de Posicionamento Global), e aproveitou-se para observar de forma crítica, o meio ambiente onde as propriedades estavam inseridas. No meio urbano, a aplicação dos questionários aos moradores ocorreu de modo aleatório, onde ao escolher uma residência de um determinado lado da rua, saltava-se duas casas e visitava a seguinte.

Feito isto, em seguida, executou-se a terceira etapa, onde retornou-se novamente ao trabalho de gabinete, onde procurou-se formatar o presente trabalho, consubstanciando as informações de gabinete com as colhidas em campo, tabulação de dados, formatação de gráficos e textos. No que se refere ao tratamento das informações, contou-se ainda com a orientação do professor do saber explícitas do curso de Geografia e Meio Ambiente.

 

CONTEXTUALIZAÇÃO FISIOGRÁFICA

 

* Pimenta/mg

De acordo com dados extraídos do site da Assembléia Legislativa de Minas Gerais - ALMG1, o município de Pimenta se localiza no Centro-oeste do Estado de Minas Gerais, a 235 km de Belo Horizonte e a principal via de acesso ao município é pela rodovia MG-050. Pimenta ocupa uma área de 416,5 km2 e apresenta em seu território, uma altitude máxima de 1.312m, na Serra da Pimenta e a mínima de 822m, localizado na Represa de Furnas. A temperatura local possui uma média anual de 22,5ºC, sendo que a média máxima anual é de 28,4ºC e a média mínima anual é entorno de 14,6ºC. O seu índice pluviométrico anual gira em torno de 1.400mm. Os principais recursos hídricos da região são: do Ribeirão dos Patos e da Represa de Furnas, ambos pertencentes a bacia hidrográfica do Rio Grande.

Historicamente, segundo dados fornecidos pela Secretaria da Cultura (1999)2, o atual município recebeu a denominação de Rancho da Pimenta em 1841, pelo fundador tenente-coronel Antônio Gonçalves de Melo. Já em 1866, quando passa a arraial, adota a denominação de Pimenta, devido à grande quantidade de pimenta encontrada na região. A cidade supracitada pertenceu aos municípios de Formiga, Bambuí e Pains, até se emancipar-se em 1948.

Com base em dados colhidos no site da ALMG (2002), sobre a migração da área rural e urbana, pode-se analisar que a população residente no município de Pimenta, apresentou apartir da década de 70, uma crescente migração do meio rural para o meio urbano. Esta migração se estendeu nas décadas seguintes, devido ao processo de mecanização do campo, deflagrava o desemprego na região e estimulava, com isso, o êxodo rural. Muitos dos trabalhadores que tiravam o seu sustento e da família no campo, viu-se obrigados a buscar novas oportunidades de trabalho na cidade; pois o “desenvolvimento” do campo com a utilização de novas tecnologias, retirou o seu trabalho. E apesar do IDH3 - Índice de Desenvolvimento Humano, do Estado de Minas Gerais ser considerado semelhante a Bulgária (entre 0,7 < IDH < 0,8), classificação esta pertencente ao processo de regionalização proposto por este índice. Algumas regiões do Estado possui o IDH de 0,69% como o caso do município de Pimenta, segundo a Fundação João Pinheiro4, onde classifica a localidade como o Brasil da Índia (IDH < 0,7), devido aos indicadores sociais comparável ao deste país. Lembrando, que o IDH possui valores entre 0 até 1.

Hodiernamente, no “ranking” dos setores econômicos em que a população pimentense ocupa, o setor agropecuário, de extração vegetal e pesca, e esta diminuindo cada vez mais, se destacam em primeiro lugar, demonstrando a grande atuação da atividade primária que se configura como o setor econômico mais importante da região; em seguida, o setor de serviços ocupa a segunda posição, onde se inclui prestação de serviços, social, administração pública, serviços auxiliares, atividades econômicas, entre outras; e posteriormente, o setor industrial, incluindo a indústria de transformação, construção etc., se consolidam em terceiro lugar, como atividades econômicas que mais geram empregos e renda para o município.

Observando de forma quantitativa a produção dos principais produtos agrícolas, percebe-se que o café, a cana-de-açúcar, a mandioca, o milho e o tomate de mesa se destacam entre as demais culturas da agricultura pimentense, como os principais produtos agrícolas com o melhor rendimento médio em kg/hc. Na pecuária, a produção de bovinos, galináceos e suínos são os principais efetivos da região. Salienta-se que tal análise permite enfocar novamente, a importância da manutenção e o incentivo a produção das atividades do setor primário, visto que é uma das saídas, um dos caminhos para o Brasil alcançar o desenvolvimento frente às demais nações.

O ensino no município de Pimenta é precário, sem grandes possibilidades do cidadão pimentense aspirar uma vida acadêmica na própria cidade, sendo obrigado a se dirigir a um dos centros urbanos próximos à região, como Formiga, Divinópolis, Itaúna e Belo Horizonte, por exemplo, para adquirir um curso superior. Esta localidade detém apenas o ensino fundamental, e o ensino médio, ou melhor, sem habilitação. Não há uma instituição ainda que promova nesta cidade um curso profissional e/ou pós-médio.

As concessionárias estatais e privadas que fornecem serviços básicos à população são elas: TELEMAR no âmbito das telecomunicações; a CEMIG no setor de energia elétrica; e no serviço de água e esgoto, a SAAE - Serviço Autônomo de Água e Esgoto. O serviço de saúde não são dos melhores, apenas um hospital, contendo 33 leitos, segundo a ALMG, com dados fornecidos pelo Sistema Único de Saúde - SUS/Ministério da Saúde. Novamente, quando se necessita de um atendimento mais especializado, a população pimentense tem que se deslocar para as cidades pólos mais importantes do país , como: Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, etc..

 

 

* Área urbana de pimenta

A principal e a primeira grande etapa de desenvolvimento do capitalismo que é processo industrial, fez com que a população, tanto a brasileira como a mundial, saísse da área rural e seguisse em direção às cidades.

Estas populações na verdade acabaram por ser ao mesmo tempo atraídas e expulsas do campo. São atraídas pelas melhores condições de higiene as quais são oferecidas nas cidades, facilidades com relação a remédios, médicos e tudo que é relacionado a saúde. Outra objeto de atração são as pavimentações das ruas que facilitam o escoamento de produção e acaba por se tornar um estereotipo de avanço.

Segundo SPÓSITO (1994:13), “...uma razão (para o êxodo rural) está no nível de saúde, porque as cidades são os lugares em que as técnicas médicas e científicas, o pessoal perito e os auxílios provenientes das nações avançadas a menor custo.

As população do campo são atraídas também pelas oportunidades de emprego fornecidas principalmente pelas indústrias que no Brasil a sua proliferação se deu em meados do século XX e, consequentemente, pelo maior fluxo de capital que passava pelas cidades em relação aos capitais gerados no meio rural e posteriormente a geração de empregos por meio do desenvolvimento do setor de bens e serviços.

Segundo CLARK (1982:95), “A migração é em parte uma resposta às oportunidades oferecidas pela cidade em termos de empregos e padrões de vida”.

Estas populações também são expulsas porque principalmente os órgãos governamentais não oferecem subsídios para elas produzirem em suas roças as quais fixariam os produtores rurais nas suas terras.

Segundo GEORGE (1986: 56), “Hoje, não são apenas as regiões impróprias para uma agricultura satisfatória que se estão despovoando, mas todos os campos cujo povoamento ultrapassa o limiar da capacidade de emprego numa agricultura moderna e mecanizada visando à famosa paridade das rendas entre a família rural e a família urbana reinvidicada pelas organizações camponesas. Se o movimento de fuga das populações rurais está longe de ser igual em todo o lado, a verdade é que a tendência se manifesta em todos os países industriais de economia capitalista.”

No município de Pimenta à 243 quilômetros de Belo Horizonte, no qual o processo de urbanização é bem nítido e vem ocorrendo desde à 40 anos atrás mas vem aumentando e se intensificando à aproximadamente 10 anos podemos observar na tabela 1.

 

TABELA 1

Tempo de residência dos moradores do município de Pimenta

Tempo de residência na área urbana

Tempo de residência na área urbana

Quantidade de famílias

Menos de 1 ano

8 famílias

1 ano_________ 5 anos

11 famílias

6 anos_________ 10 anos

11 famílias

11 anos ________ 15 anos

7 famílias

16 anos ________ 20 anos

6 famílias

21 anos ________ 25 anos

6 famílias

26 anos ________ 30 anos

5 famílias

31 anos ________ 35 anos

3 famílias

36 anos ________ 40 anos

4 famílias

41 anos ________45 anos

0 famílias

46 anos ________ 50 anos

2 famílias

51 anos ________ 55 anos

0 famílias

56 anos ________ 60 anos

0 famílias

61 anos ________ 65 anos

1 família

Quantidade de famílias

 

Fonte: Pesquisa realizada pelos fomentadores deste artigo

A partir do início do processo de industrialização, as cidades começaram a crescer devido ao crescimento da população urbana mas principalmente por causa das migrações que ocorriam cada vez mais freqüentes.

De acordo com CLARK (1982:95), “O crescimento natural é reforçado pela migração”.

Na maioria dos casos, o crescimento urbano teve como principal agente a migração que em alguns lugares no Brasil ultrapassaram os 50% em relação a este crescimento. CLARK (1982)

O processo migratório é um dos grandes responsáveis pelo processo de degradação ambiental ocorrido nas cidades com um grande fluxo de pessoas nas cidades, o esgoto produzido pela população é muito grande e acaba por ser jogado em alguns rios, lagos e represas.

No município de Pimenta pôde-se observar uma parte da represa de Furnas recebendo um devido tratamento da água e outra parte sem nenhum tratamento sendo que boa parte do esgoto produzido na cidade é jogado nesta represa fazendo com que a população local sinta o problema ambiental gerado como por exemplo: animais entrando dentro das casas, o mal cheiro da água perto das casas.

Como foi dito anteriormente, a urbanização também tem os seus pontos negativos que é a perda da cultura e do modo de vida rural, as condições ambientais que são cada vez mais agravadas a medida que as cidades vão se saturando de pessoas, diferentemente da área rural que possui o ambiente bem mais preservado devido à falta de indústrias, a sua melhor conservação da fauna e flora em relação à cidade entre outras causas.

A população está tão alienada ambientalmente que certas mudanças realizadas no meio ambiente, a população principalmente da área urbana, aceita sem qualquer protesto nem de satisfação, nem com insatisfação. A sociedade torna tudo tão normal e satisfatório desde que não esteja prejudicando a sua vida particular.

TABELA 2

Existe ou existiu algum curso d’água na cidade de Pimenta?

 

Sim

47 pessoas

Não

5 pessoas

Não sabe/não respondeu

13 pessoas

 

Fonte: Pesquisa realizada pelos fomentadores deste artigo


TABELA 3

Morador viu ou vê alguma alteração nos cursos de água do município de Pimenta?

Está melhorando (limpando)

 

Está melhorando (limpando)

4

Por causa da represa trouxe mais turista e assim melhorou

1

Mesma quantidade de água

4

Antes tinha mais peixe

9

Mesma coisa

11

Menos árvores

2

Hoje é proibido pescar

2

Menos água

1

Esgoto cai na represa

2

Mau cheiro

3

Mais lixo

8

Mais pássaros

2

Mais mosquitos

2

Animais mortos

2

 

Fonte: Pesquisa realizada pelos fomentadores deste artigo

 

Ainda segundo CLARK (1982:61-2), “A urbanização (... ) é um processo social e não espacial que se refere às mudanças nas relações comportamerntais e sociais que ocorrem na sociedade, como resultado de pessoas morando em cidades. Essencialmente, isso refere-se às mudanças complexas do estilo de vida, que decorrem do impacto das cidades sobre a sociedade”.

Segundo CLARK (1982:61): “O desenvolvimento urbano é o processo de emergência de um mundo dominado pelas cidades e pelos valores urbanos.”

Mas, boa parte da população urbana de Pimenta como podemos constatar na tabela abaixo, possuem em certos momentos; sentimento de nostalgia se referindo a vida rural o que pode ser identificado em relação a quantidade de animais domésticos que as famílias possuem uma vez que em meio rural elas costumavam ver diariamente animais soltos em meio as suas propriedades. Segundo TUAN (1980), os animais de estimação são identificados como símbolos de outro estilo de vida em que os moradores possuíam antes.


TABELA 4


Animal doméstico

Quantos

Cachorro

10

Gato

9

Peixe

2

Coelho

1

Algum tipo de pássaro

7

Galinha

7

Não possui

29

 

Fonte: Pesquisa realizada pelos fomentadores deste artigo

 

ÁREA RURAL

 

A área rural do município de Pimenta possui um total de 16 propriedades rurais visistadas e percorridas no período de 2 dias, um total de 48 km com a utilização de bicicletas. A aplicação de questionário de percepção ambiental para a população rural o qual possui o caráter investigativo, com o intuito de avaliar a percepção ambiental dos proprietários rurais, em relação as mudanças ambientais ocorridas na região, além de avaliar o potencial agrícola das propriedades.

As principais atividades agrícolas que se destacam na região é de hortaliça; milho, gado com a produção de leite e derivados.

O questionário aborda a identificação do proprietário e seu tempo de residência, que em média é acima de 10 anos, se possui empregados e a sua quantidade. Além de avaliar a sua renda e sua escolaridade, como é mostrado no gráfico abaixo.

 

A renda dos proprietários rurais em média é de dois salários mínimos, isto nos mostra que a produção dos proprietários rurais é de subsistência.

Em relação a percepção ambiental, o questionário propôs identificar se o proprietário conhece algumas das drenagens ou se uma delas passa pela sua propriedade que compõe a bacia do córrego Grande. Com esta identificação além de avaliar as mudanças ambientais ocorridas durante o período de moradia. Com estes questionamentos identificando como era o córrego antigamente e como é atualmente. Além de identificar se o córrego é utilizado para irrigar as plantações, se utiliza bombas etc.

Analisando como o proprietário utiliza sua propriedade para o seu cultivo, foi abordado no questionário se o proprietário utiliza agrotóxico, se possui algum tipo de assistência técnica; o que é feito com as embalagens dos agrotóxicos utilizados

 

 

NOTAS

 

1 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS. Belo Horizonte. Disponível na Internet: <http://www.almg.gov.br/munmg/m50505.asp>. Acesso em :07 de junho. 2002.

2 PROJETO CIDADES. Belo Horizonte. Disponível na internet: <http://www.cidades.mg.gov.br/cidades/owa/menuprinc>. Acesso em: 22 de agosto. 2002.

3 IDH - ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO. Parâmetro formatado pela Nações Unidas com o intuito de mapear o desenvolvimento humano.

4 FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO (1998). Dados de 1.991, que demonstram ou procuram demonstrar uma realidade mais exata do espaço brasileiro, por meio de uma regionalização do três Brasis (Brasil-Índia, Brasil-

Bulgária e Brasil-Bélgica). Em suma, as regiões que possuem uma destas classificações, possuem o IDH próximos destes países.

 

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

 

CLARK, David. Introdução à Geografia Urbana. Bertrand Brasil 2a edição 1982, Londres, p.61-2, 94-9, 102-5

 

SPÓSITO, Eliseo Savério. A vida nas cidades. Contexto. 1994, São Paulo, p.13

 

GEORGE, Pierre. Geografia da População. Difel. 7a edição, 1986, São Paulo, p.55-60, 75, 79, 80, 92, 93

ZE=2 face="Arial">SPÓSITO, Eliseo Savério. A vida nas cidades. Contexto. 1994, São Paulo, p.13

 

GEORGE, Pierre. Geografia da População. Difel. 7a edição, 1986, São Paulo, p.55-60, 75, 79, 80, 92, 93