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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

 

Análise Morfológica dos solos das toposseqüências Pousinhos e Boiko na Bacia Hidrográfica do rio Xaxim Prudentópolis Pr.

 

 

Nelson Douhi1, Manoel Luiz dos Santos1, Nelson Vicente L Gaspareto1.

 

1Universidade Estadual de Maringá – UEM, Programa de Pós-graduação em Geografia – Análise Regional e ambiental - CAPES

 

Pioneiro Simão Romeiro 128 – Vila Esperança, Maringá - Pr. CEP. 87020-550

nelsondouhy@pop.com.br

 

 

Palavras-chave: morfologia, solos, toposseqüência.

 

 

Eixo Temático: 3 - Aplicação da Geografia à Pesquisa

Sub-eixo: 3.4 – Aplicações Temáticas em Estudos de Caso

 

 

 

 

1. Introdução

                A área de pesquisa está localizada na bacia hidrográfica do rio Xaxim, no município de Prudentópolis, região central do Paraná (Fig. 1). Predominam no município a agricultura tradicional “roça” a pecuária extensiva e no setor industrial se destacam as industrias cerâmicas e madeireiras. A bacia encontra-se quase totalmente dentro do espaço urbano de Prudentópolis, no entanto, a ocupação mais adensada se restringe a algo em torno de 60% da bacia, o que possibilita diversos tipos de usos do solo, como agricultura, pastagem, reservas florestais, faxinais[1] etc.

                A carência de dados sobre estudos de solos é um fator relevante para o desenvolvimento deste trabalho, tendo em vista, que grande parte das atividades tanto na área rural quanto urbana dependem do conhecimento dos solos. Além disso, a área apresenta uma litologia diversificada com predomínio de rochas sedimentares pertencentes às formações Terezina e Rio do Rastro e rochas magmáticas da Formação Serra Geral, encontrados nas áreas de topo. Estas características também se refletem nas características morfológicas e estruturais dos solos.

                O objetivo desse trabalho é mostrar a ocorrência dos diferentes tipos de solos encontrados ao longo das toposseqüências Pousinhos e Boiko e identificar as características morfológicas e estruturais dos mesmos. A análise destas toposseqüências possibilitará que se extrapolem os resultados obtidos, considerando que a bacia hidrográfica do rio Xaxim apresenta características comuns à grande parte do município de Prudentópolis.

 

Figura 1: Mapa de localização da área de estudo.

 

2. Material e Métodos

O levantamento das características pedológicas foi feito com base na metodologia descrita por Boulet (1988), também utilizada por Gasparetto (1999), Nóbrega (1988), Martins (2000). As toposseqüências (Fig. 2 e 4) foram alocadas considerando as compartimentações do relevo, buscando representar os tipos de vertente mais comuns na área em estudo. Os estudos por meio de toposseqüências têm apresentado resultados muito satisfatórios, pois permitem que se realizem amostragens sistemáticas ao longo de uma vertente, possibilitando verificar de forma clara, a existência de descontinuidades e ou truncamentos de camadas e as espessuras das camadas, representando assim as variações horizontais e verticais dos solos.

                Para a descrição e coleta de amostras de solos, utilizou-se a metodologia proposta pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (1996), adequando-a aos critérios que teriam prioridade no levantamento. Na determinação das cores para padronização das amostras colhidas, utilizou-se a tabela de Munsell Soil Color Charts (2000). Nas amostras coletadas nos horizontes, foram realizadas análises físicas do solo, utilizando-se a metodologia de Pipeta in Métodos de análise química, mineralógica e física dos solos do Instituto Agronômico de Campinas (1986).

                 A classificação quanto à tipologia dos solos, obedeceu aos critérios apresentados no Sistema Brasileiro de Classificação de Solos – EMBRAPA (1999).

                Para a edição das figuras (toposseqüências) foi utilizado o software Auto Cad 2000 enquanto para representação dos dados das análises granulométricas foi utilizado o software Grapher.

 

3. Discussão e Resultados

 

3.1. Características dos Solos na Toposseqüência Pousinhos

        A toposseqüência Pousinhos (Fig.2) à margem esquerda do rio Xaxim apresenta uma topografia ondulada com o topo convexo e uma elevação na média-alta-vertente que forma um pequeno topo. Nessa porção o solo é raso, em razão da menor infiltração e menor intemperização da rocha, considerando que a área do topo é pequena e a declividade do entorno é alta. A partir da meia vertente a declividade torna-se mais acentuada com topografia ondulada  e com convexidade pouco marcada, tornando à convexa na baixa vertente.

 

Figura 2: Toposseqüência Pousinhos situada na margem esquerda do rio Xaxim

 

O rio nesse trecho apresenta-se bem encaixado, com margens protegidas por gramíneas e vegetação arbustiva. Os usos do solo nessa toposseqüência variam de capoeira na alta vertente, mata secundária na média-alta-vertente. Tais condições não causam degradação do solo e influenciam positivamente nos processos ligados a drenagem e ao sistema hidrológico Casseti (1991). No entanto, na média e baixa vertente predomina agricultura mecanizada, a qual deixa o solo descoberto em épocas do cultivo e influencia nos processos de infiltração e erosividade. Isso ocasiona um aumento dos fluxos superficiais e conseqüentemente na perda de solos Bertoni (1990). Os levantamentos de campo e as análises de laboratório permitiram identificar os seguintes tipos de solos: Latossolo Vermelho Escuro no topo, Vermelho Amarelo na alta vertente, Cambissolo na média-alta-vertente, Neossolos Litólicos na média e baixa vertente e solos aluviais nas margens do rio. Os horizontes apresentam-se organizados sem truncamentos entre as camadas, exceto o (BC), onde os limites de transição tornam-se graduais. As profundidades dos horizontes apresentam-se mais delgadas no topo, variando em razão da declividade, à medida que a inclinação aumenta ocorre um suave aprofundamento do horizonte superficial, que está em maior parte da vertente sobre a racha alterada (C).

Os horizontes identificados na toposseqüência Pousinhos foram: 1) horizonte (Ap) quando em Latossolo, apresenta transição clara e plana, estrutura subangular, cor predominante 2,5YR 3/4, poros médios (Muito pequenos: inferiores a 1mm de diâmetro, Pequenos: de 1 a 2mm, Médios: de 2 a 5mm, Grandes: de 5 a 10mm e Muito grandes: superiores a 10mm) consistência solta e atividade biológica comum. Nas áreas com Neossolos Litólicos apresenta transição clara e ondulada, estrutura granular a subangular, cor predominante 10YR 3/3, poros médios, consistência ligeiramente dura e atividade biológica abundante; 2) horizonte (O) apresenta transição gradual e plana, estrutura granular, com material em decomposição, cor predominante 10YR 4/3, poros grandes, consistência macia e atividade biológica abundante; 3) horizonte (Bw) presente apenas no topo da vertente, apresenta transição clara e plana, estrutura subangular, cor predominante 2,5YR 3/4, poros médios, consistência solta e atividade biológica comum; 4) horizonte (Bw1) apresenta transição gradual e ondulada, estrutura subangular, cor predominante 2,5YR 3/4, poros médios, consistência macia e pouca atividade biológica; 5) horizonte (Bwc) apresenta transição clara e plana, estrutura subangular, cor predominante 2,5YR 4/6, poros médios, consistência ligeiramente dura e pouca atividade biológica. Apresenta uma linha de concreções ferruginosas e seixos constituídos por quartzo, que desaparecem para jusante; 6) horizonte (BC) apresenta transição gradual e ondulada, estrutura subangular, cor predominante 2,5YR 4/6 com mosqueamento 10YR 6/4, poros pequenos, consistência ligeiramente dura e pouca atividade biológica. 6) horizonte (C) com estrutura subangular, cor predominante 10YR 4/8 com mosqueamento 2,5YR 4/6, poros pequenos, consistência ligeiramente dura e sem atividade biológica.

Na baixa vertente junto à margem do rio, os horizontes apresentam algumas características aluviais, como o aumento no percentual da areia e do silte e redução do teor de argila nos horizontes superficiais. Também ocorrem características de hidromorfia em função das oscilações do nível do rio. A transição dos horizontes torna-se gradual e ondulada com presença de concreções e mosqueamentos.  

 

3.2. Analise Granulométrica da Toposseqüência Pousinhos

                Nas análises granulométricas (Fig.3) verificou-se que nas TR1 e TR2 localizadas no topo da vertente, há um alto percentual de argila nos horizontes superficiais com pequena redução em profundidade e um sensível aumento do silte. A fração areia muito fina é predominante, porém com teor muito baixo. Os altos percentuais da fração argila acima de 70% são atribuídos a solos originados de rochas vulcânicas existentes apenas no topo da vertente. Esta variação litológica confere ao solo desta vertente, características típicas de solos originados em rochas ígneas, como: matiz 2,5YR, teor de argila superior a 70%, presença de nódulos de argila, concreções ferruginosas e seixos constituídos por quartzo que variam de 0,3 a 1cm de diâmetro.

 

Figura 3: Distribuição granulométrica dos perfis nas toposseqüências.

 

A partir da TR3 localizada na média-alta-vertente a fração argila diminui para cerca de 50%, aumentando a fração silte para cerca de 45%. Na TR4 verifica-se uma redução do percentual de argila para cerca de 46%, mantendo o percentual de silte em torno de 45%. Na TR5 predomina a fração silte com cerca de 51% com redução do percentual de argila para cerca de 40% e aumento das frações areia nos horizontes superficiais. Este comportamento evidencia as características de solos poucos desenvolvidos e perfis pouco profundos. Na toposseqüência Pousinhos ocorre o predomínio da fração areia muito fina e fina nas TR1, TR2 e TR2 onde os solos são mais desenvolvidos.  As frações de areia média e grossa são praticamente inexpressivas. Nas TR4 e TR5, embora, predominem as frações areia muito fina e fina, a distribuição entre as demais classes de areia torna-se mais equilibrada, justificada pela ocorrência de Neossolo Litólico. Os percentuais de areia se mantém bem estáveis até a TR5, a partir da qual, se verifica um sensível aumento para jusante da fração areia nos horizontes superficiais e uma significativa redução em profundidade.

O predomínio da fração areia muito fina, se deve às rochas sedimentares, das Formações Terezina-Serrinha e Rio do Rastro, constituídos por siltitos, argilitos com intercalações de arenitos de granulometria muito fina.

 

3.3. Características dos Solos na Toposseqüência Boiko

                A toposseqüência Boiko (Fig.4) localizada na vertente da margem direita do rio Xaxim, apresenta uma topografia suavemente ondulada no topo a ondulada na média-baixa-vertente, com topo convexo e perfil retilíneo na meia vertente, tornando-se convexa na baixa vertente.

 

Figura 4: Toposseqüência Boiko localizada na margem direita do rio Xaxim

 

Neste setor do alto curso do rio, se localiza uma das nascentes do rio Xaxim. No entanto, apresenta algumas áreas alagadiças que interferem diretamente nas variações do lençol freático, condicionantes à ocorrência de hidromorfia na baixa vertente. Ocorrem também na baixa vertente, pequenas feições originando depressões que permanecem temporariamente úmidas. Estes tipos de feições são denominados de microrelevos, por Ranzani (1968), por ocuparem pequenas áreas do relevo e apresentarem diferenças de cotas inferiores a 1,5 metros. O uso do solo em toda toposseqüência compreende a área de pastagem com criação de bovinos e eqüinos, fator relevante no aspecto da compactação do horizonte superficial e na redução da infiltração Sudo (2000).

Na toposseqüência Boiko foram identificados os solos: Latossolo Vermelho Amarelo do topo a média-baixa-vertente e Gleissolos com alto percentual de matéria orgânica na baixa vertente, com predomínio dos seguintes horizontes: 1) horizonte (Ap) presente em toda área com características de Latossolo Vermelho Amarelo, apresenta transição clara e ondulada, estrutura angular, cor predominante 10YR 3/3, poros médios, consistência ligeiramente dura e atividade biológica abundante; 2) horizonte (H) apresenta transição difusa e irregular, estrutura granular com características orgânicas, cor predominante 10YR 2/1, poros médios, consistência solta e atividade biológica comum; 3) horizonte (Bw) apresenta transição gradual e ondulada, estrutura subangular, cor predominante 10YR 3/4 com mosqueados 7,5YR 4/6, poros grandes, consistência ligeiramente dura e pouca atividade biológica. 4) horizonte (Bwc) apresenta transição clara e plana, estrutura subangular, cor predominante 2,5YR 4/6, poros grandes, consistência ligeiramente dura e pouca atividade biológica. Apresenta grande quantidade de macroporos de 0,5 a 3cm de diâmetro e fragmentos de rocha calcária e seixos constituídos por quartzo, que desaparecem para jusante, quando o solo adquire características de hidromorfia; 5) horizonte (BC) apresenta transição clara e ondulada, estrutura subangular, cor predominante 10YR 4/8 com mosqueamento 5YR 5/8, poros pequenos, consistência ligeiramente dura e sem atividade biológica; 6) horizonte (Bg) apresenta transição clara e ondulada, estrutura prismática, cor predominante 10YR 6/1 com mosqueamento 2,5Y 6/6, poros pequenos, consistência macia e sem atividade biológica. Apresenta forte gleização e fendas com espessura de até um centímetro preenchidas com areia lavada. 7) horizonte (C) com estrutura subangular, cor predominante 10YR 7/3 com mosqueamento 5YR 5/6, poros pequenos, consistência ligeiramente dura e sem atividade biológica.

Nos limites definidos como Latossolo Vermelho Amarelo os horizontes apresentam-se organizados paralelos ao relevo, sem truncamentos entre as camadas, exceto o (BC), onde os limites de transição tornam-se graduais. As variações de espessuras dos horizontes são relativamente estáveis, sendo que no topo o horizonte (Bw) apresenta-se mais delgado, reduzindo na média vertente onde se torna mais espesso o horizonte (BC). A partir da média-baixa-vertente, até a margem do rio (área alagadiça), ocorre o Gleissolo, periodicamente saturado por água onde predomina o fluxo lateral no solo através de fendilhamento. As fendas normalmente apresentam grande concentração de areia lavada. Segundo Manual de solos da EMBRAPA (1999), estes solos caracterizam-se pela forte gleização, em decorrência do regime de umidade redutor, que se processa em meio anaeróbio, com muita deficiência ou mesmo ausência de oxigênio, devido ao encharcamento do solo por longo período ou durante o ano todo.

 

3.4. Análise Granulométrica da toposseqüência Boiko

Nas análises granulométricas (Fig.3) verificou-se que na TR1 localizada no topo da vertente, o horizonte superficial apresenta em torno de 45% de argila, 33% de silte e 22% de areia. O teor de argila aumenta até 1.44 metros de profundidade, quando ocorre uma queda brusca nos percentuais da argila e do silte e um significativo aumento da areia. Esse comportamento é influenciado pela presença do horizonte (BC), com menor porosidade e estruturação que interfere na drenagem subterrânea e principalmente no movimento vertical da água, forçando-a a criar caminhos preferenciais na horizontal. São encontrados no perfil, macroporos com diâmetros que variam de 0,5 a 3cm, preenchidos com areia lavada. Estes macroporos acabam interferindo diretamente na circulação da água e nas características do perfil de solo. Na TR2 localizada na média-baixa-vertente, a distribuição granulométrica obedece às mesmas características da TR1, com cerca de 52% de argila. 37% de silte e 11% de areia. Porém, não apresenta redução abrupta nos percentuais de argila e silte e aumento da areia em profundidade. A partir da TR2 até a TR3, ocorre um aprofundamento do horizonte superficial húmico e o aparecimento do horizonte (Bg) com características de hidromorfia. Na TR3 ocorre um aumento da fração argila para cerca de 60% no horizonte superficial, reduzindo em profundidade onde ocorre o aumento da fração silte e areia.  As análises quanto à classe das areias, demonstraram o predomínio da fração areia muito fina e fina nas três trincheiras, ficando as classes areia média e grossa praticamente inexpressivas.

 

4. Conclusão

                Os levantamentos e análises realizadas para caracterização da morfologia dos solos da Toposseqüências Pousinhos e Boiko, demonstraram uma grande importância da estrutura geológica nos aspectos granulométricos do solo, tanto nas frações argila e silte, quanto na distribuição das classes da areia muito fina e fina predominantes nos perfis analisados.

Na Toposseqüência Pousinhos dois aspectos merecem destaque, o alto percentual da fração silte, nas áreas com litologia sedimentar e com solos menos desenvolvidos e os altos percentuais da fração argila verificados na TR1 e TR2 que apresentam características de rochas magmáticas. Outro fator importante é a predominância do matiz 2,5YR e a presença de concreções ferruginosas e seixos de quartzo a uma profundidade média de 130cm, nas TR1 e TR2 o que denota uma diferenciação litológica. Porém essas características carecem de uma análise mais detalhada.

Na Toposseqüência Boiko foram identificadas influências da drenagem nas características granulométricas do perfil na TR1, que apresentou uma redução abrupta nos percentuais de argila e silte e o aumento da areia na entre os horizontes (Bwc) e (BC). Na baixa vertente a presença de solos hidromórficos, demonstra uma estrita relação com o comportamento da drenagem de subsuperfície, responsável pela alteração das características morfológicas e estruturais dos solos.

O conhecimento da distribuição dos solos e suas características vai além da necessidade científica, pois representa um mecanismo necessário para que a sociedade possa fazer seu uso de forma adequada, respeitando suas aptidões e fragilidades. Permite também a implementação de medidas de controle quanto à ocupação dos solos em áreas urbanas, sendo que destas resulta o (des) equilíbrio ambiental da bacia hidrográfica.

 

Nota

[1] Áreas utilizadas para pecuária, constituídas por pastagem e um estrato arbóreo relativamente ralo.

 

 

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