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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

 

DINÂMICA DA PAISAGEM DA ÁREA NORDESTE DA ILHA DO MARANHÃO

 

 

Márcia Fernanda Pereira Gonçalves, Curso de Geografia/NEPA/UFMA. storm79@bol.com.br

 

Lenir Cardoso Brito, Curso de Geografia/NEPA/UFMA. lenirbrito@hotmail.com

 

Simone Cristina de Oliveira Silva, Curso de Geografia/NEPA/UFMA. banails@bol.com.br

 

Antonio Cordeiro Feitosa, DEGEO/NEPA/UFMA. feitos@terra.com.br

 

 

 

Eixo Temático: 3 - Aplicação da Geografia à Pesquisa

Sub-eixo: 3.4 – Aplicações Temáticas em Estudos de Caso

 

 

 

1  INTRODUÇÃO

A dinâmica da paisagem se constitui como um fascinante fenômeno natural decorrente de diversos processos. Fato este que desde tempos remotos atraí a curiosidade humana, que busca incessantemente compreender as formas adquiridas pela superfície terrestre, explicações que surgiram inicialmente baseadas em preceitos religiosos.

Os estudos de dinâmica da paisagem assumem papel de destaque dentro da ciência geomorfológica. Numa explanação de acordo com Thomas (1993:02), a dinâmica da paisagem natural pode variar através do espaço e do tempo. Mudanças ao longo do tempo podem ser classificadas como lentas e graduais podendo ocorrer modificações repentinas causadas por eventos catastróficos em determinado espaço.

No Brasil, a evolução do conhecimento geomorfológico ocorreu recentemente, apesar da existência de relevantes observações desde o século XIX. As observações de caráter estruturado e direito sobre o território brasileiro, pertence ao século XX (CHRISTOFOLETTI, 1980:20). No Estado do Maranhão, a abordagem geomorfológica foi efetuada por Ab Saber, que dividiu o relevo em quatro unidades : Chapadões das Regiões Centrais e Meridionais; uma área de transição com  Relevos Residuais; as Colinas Terciárias e o Golfão Maranhense.

A área-objeto de estudo compreende os municípios de Raposa e Paço do Lumiar, e parte de São José de Ribamar e de São Luís e se caracteriza por uma intensa dinâmica paisagística que procede da intensidade de energia que impulsionam os agentes exógenos que modelam o relevo.

 

2  METODOLOGIA

A primeira providência tomada foi a revisão bibliográfica através do processo de seleção de determinadas publicações , que apresentavam um conteúdo básico. Foram levantados conteúdos referentes aos processos dinâmicos da paisagem, onde foram relacionados a Geomorfologia Costeira e Geomorfologia Fluvial, a partir do estudo dos processos e das formas relacionadas aos agentes morfogenéticos costeiros e ao escoamento dos rios, da área nordeste da Ilha do Maranhão.

Posteriormente a revisão bibliográfica foi realizada a elaboração das cartas temáticas utilizando a imagem doa satélites SPOT, de 1991, na escala de 1: 100. 000 e TM Landsat-5, 1986, Bandas 543, na escala de 1:70000 e as folhas nº01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 11, 14, 15, 11, 16, 11, 17, 18, 19, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 32, 34 e 35 da carta preliminar elaborada pela diretoria do curso geográfico do Ministério do Exército- DSG/ME, na escala de 1: 10 000, com curvas de nível em intervalo de 5m, que abrangem totalmente a área- objeto do estudo. As diferentes escalas foram compatibilizadas para escala de trabalho, em 1: 50.000, com emprego de pantógrafo de madeira, 60cm, marca Trident, sem prejuízos de dados e informações.

 Foi necessário também a determinação dos parâmetros morfométricos dos rios Paciência e Santo Antônio foi baseada nos estudos de Christofoletti (1982:103) e Cunha (1996:157), para fins de caracterização dos seguintes parâmetros fluviais: hierarquia fluvial, descarga líquida, velocidades superfície e média, área e forma da seção transversal, padão de drenagem, área da bacia e comprimento do rio principal.Para a determinação da velocidade média dos rios estudados utilizou-se o método dos flutuadores, que exige a seleção de um trecho retilíneo do rio com pelo menos 10 metros de comprimento e os seguintes materiais: garrafa de 200mL, trena de 30 metros e cronômetro. A área e a forma da seção transversal forma determinadas com o auxílio de régua de madeira graduada com dois metros, trena e papel milimetrado.

Partiu-se então para a execução dos trabalhos de campo, sendo realizados com intuito de verificar os diferentes usos e ocupações do solo e sua influência na dinâmica da paisagem na área de estudo, bem como a medição dos parâmetros morfométricos dos rios Paciência e Santo Antônio. O percurso foi iniciado com exercício de percepção ambiental das áreas das sedes dos municípios de Paço do Lumiar e São José de Ribamar, do conjunto Maiobão e dos povoados de Pindoba, Mocagituba, Iguaíba e Salina.

 

 

 

3  LOCALIZAÇÃO E SITUAÇÃO GEOGRÁFICA

A área estudada compreendida pelos municípios de Raposa,  Paço do Lumiar, parte de São José de Ribamar e de São Luís o norte e a leste, é delimitada pelo Oceano Atlântico, ao sul pela Baía de São José e a oeste adentra o território da própria Ilha do Maranhão no município de São Luís. As coordenadas geográficas da área de estudos são respectivamente: ao norte2º23’7’’ Latitude Sul e 44º01’21’’Longitude Oeste; ao sul 2º42’09’’Latitude Sul, 44º10’42’’Longitude Oeste; a Leste 02º26’46’’Latitude Sul e 44º01’14’’Longitude Oeste e a Oeste 2º28’07’’ Latitude Sul 44º12’58’’ Longitude Oeste,. Em relação às unidades administrativas, situa- se a leste do município de São Luís, Abrangendo outros municípios da Ilha do maranhão.

O acesso a área por via rodoviária efetua- se pelas rodovias MA 203, 204, 205, interligando a mesma a todas as sedes dos municípios da Ilha do Maranhão. Por via marítima, o acesso efetua- se através de embarcações que atracam em vários portos distribuídos ao longo da ilha.

 

4  RESULTADOS E DISCURSÕES

A geologia  da água estudada corresponde ao topo da bacia sedimentar de São Luís, composta principalmente por rochas de idade Terciária da formação Itapecuru, constituída de arenitos siltitos, e da série Barreiras, composta essencialmente de arenitos porosos e de modo geral friáveis. Estas estruturas são responsáveis pela ocorrência de superfícies tabulares e subtabulares modeladas por processos erosivos nas vertentes e quaternárias nos mangues depósitos de vasa.

A geomoforlogia da área Nordeste da Ilha do Maranhão é dominada por formas tabulares e subtabulares com bordas por vezes abruptas que caem para vertentes suaves em direção ao litoral, modeladas por processos denudacionais dando origem a formas residuais. Tais processos estão representados pelos agentes oceanográficos ( ondas, marés e correntes), e climáticos ( temperatura, pluviosidades, umidade e ventos) chuvas que dissecam todo o relevo da área.

De acordo com a classificação de Köppen (1948), o clima da área corresponde a do tipo AW, tropical úmido, caracterizado por dois períodos bem distintos: um chuvoso com grandes excedentes pluviométricos, que se estende de janeiro a julho, e outro seco, com baixa precipitação, que se estende de julho a dezembro. A temperatura média é superior a 26º e a precipitação ultrapassa os 2000 mm/anuais.

No objeto de estudo encontra-se dois conjuntos florísticos, representados pelo mangue e pela floresta secundária mista. O mangue acompanha a desembocadura dos rios Paciência e Santo Antônio e seus afluentes até o limite da maré salobra. As espécies encontradas são: “Rhizophora mangle, L.”, “Lagunculária racemosa, G.” e “Avicennia nítida, J.”.

Nas zonas mais elevadas, encontra-se a “floresta secundária mista”, já bastante reduzida pela expansão urbana da cidade de São Luís. Na porção de maior influência antrópica, evidencia-se a presença de vegetação arbustiva de dois a quatro metros de altura. Na área periodicamente alagada pelos afluentes do Bacanga, observam- se espécies como: Carapa guianense (Andiroba), Euterpe olerácia ( juçara), Mauritia flexuosa (buriti). Na mata de terra firme encontram-se espécies como Parkia pendula (faveiro), Hymeneae courbaril (jatobá), Plantonia insignis (bacuri).

As bacias fluviais da ilha do Maranhão caracterizam- se por rios de pequeno porte, com drenagem exorréica, deságuam nas baias de São Marcos e São José. De acordo com Feitosa (1988:51) os maiores rios da ilha, Anil e Bacanga, drenam a zona caracterizada por depósitos de vasa, igarapés e baixadas fluviomarinha, preenchidas por manguezais. Nestas constatações pode- se incluir os rios Paciência e Santo Antônio.

Os rios Paciência e Santo Antônio desembocam na baía de Carupu e apresentam características singulares que provocam controvérsias quanto a esta denominação, pois grandes partes dos seus cursos são inundadas pelas águas das marés durante a preamar. Pela ausência de estudos sobre essa questão na área, considerou- se toda extensão dos rios para a elaboração do presente relatório, inclusive o trecho dominado pela hidrodinâmica marinha.

A ocupação da área da bacia do rio Paciência tornou- se mais intensa a partir de meados da década de 1980 com surgimento de grandes conjuntos habitacionais e numerosas invasões caracterizadas por habitações de baixa renda. O rio paciência, segundo moradores antigos , possuía um canal relativamente profundo que comportava embarcações de grande calado.

O rio Santo Antônio era conhecido pelas águas claras e límpidas, com rica fauna e flora, sendo utilizado para abastecimento da população ribeirinha, através do pescado e mariscos nos manguezais. Por drenar áreas de menor  densidade demográfica, onde as atividades antrópicas ainda  se caracterizam por sua prática rural, tem suas margens relativamente conservadas, embora a qualidade da água esteja comprometida pelos altos índices de coliformes fecais, além do assoreamento por erosão pluvial.

Tendo em vista a dinâmica da paisagem da área Nordeste da Ilha do maranhão. O estudo dos parâmetros morfométricos das bacias dos rios Paciência e Santo Antonio constitui um dos fatores fundamentais para caracterizar as transformações dessa área através da dinâmica da paisagem , além de ser um importante instrumento para atenuação dos efeitos antropicos diretos e indiretos no equilíbrio fluvial, cujos reflexos estão na erosão, no assoreamento, em inundações e no comprometimento da qualidade da água.

 

4.1  Rio Paciência

O rio Paciência nasce na chapada do Tirirical e é o principal curso d´água que banha a Zona Leste da Ilha do Maranhão. Possui 27,3 Km de extensão e uma área de 143,7 km². Sua foz está localizada próximo a ilha de Curupu e seus principais afluentes são os rios Itapiracó e Miritiua, que dependem das precipitações sazonais.

As maiores costas altímetras, em torno de 65m, estão localizadas na chapada do Tirirical e a direção do curso do rio varia entre Norte, Nordeste e Leste. Em relação ao padrão de drenagem, o rio Paciência apresenta o tipo dendrítico ou arborescente (CHRISTOFOLETTI, 1982:105), pois seus cursos fluviais tributários distribuem-se  em todas as direções da superfície do terreno, formando ângulos agudos e nunca chegando ao ângulo reto.

Para a determinação da hierarquia fluvial segue-se a proposta de Strahler apud Christofoletti (1982:107), segunda a qual os canais sem tributários, são considerados de primeira ordem, os canis de segunda ordem surgem da confluência de dois canais de primeira ordem, os de terceira ordem surgem da confluência de dois canais de segunda ordem e assim sucessivamente. Seguindo esse critério na determinação da ordem dos canais em estudo, pode se caracterizar como canal de quarta ordem.

As velocidades nas superfícies e média no trecho selecionado do rio Paciência atingem 0,4424m/s e 0,3760m/s respectivamente. O estudo da velocidade do fluxo de um rio permite o conhecimento das mudanças dentro de um sistema fluvial.

A sessão transversal ou perfil transversal do segmento do rio estudado possui uma área equivalente  a 9,5 m² com profundidade variando entre 1,08 cm e 0,73 cm, cujo talvegue encontra-se próximo à margem esquerda. Segundo Cunha (1996:165) “elaborações sucessivas e repetidas dos perfis transversais, em uma escala de tempo intermediária ( meses ao ano), representa um bom método para avaliar as mudanças laterais dos canais e a erosão das margens”.

Para a medição da descarga líquida no segmento selecionado do rio Paciência fez-se  a relação entre a largura ( 11,1 m), profundidade média (86,4 cm) e a velocidade da corrente (0,3760 m/s), obtendo-se a descarga de 3,57 m³/s no trecho analisado. O conhecimento da descarga líquida do rio é o importante do rio para o planejamento voltado para o melhor aproveitamento da água.

 

4.2  Rio Santo Antônio

A ocupação dos espaços naturais na Ilha do Maranhão, tem sido desenvolvida sem planejamento adequado, causando desequilíbrios ambientais de diferentes ordens de magnitude, com maior gravidade sobre os recursos florísticos e os cursos d’ água.

A área da bacia do rio Santo Antonio está seriamente comprometida em seu equilíbrio ecológico, devido as atividades antropicos que resultaram em continuados processos de ocupação desordenada e o desmatamento da mata ciliar.

A ocupação compreende a totalidade da área emersa do município de Paço do Lumiar, atualmente com área correspondente a 121,4 km²  e população de 76.188 habitantes( BRASIL, 2000), apresentando níveis diferentes de adensamento de residências e de intensidade das atividades humanas. Em área ainda pouco representativas para o conjunto do município, a presença humana já se evidência nos manguezais e nas matas galerias dispostos na área da bacia do rio Santo Antonio, causando grande devastação pela rápida expansão urbana.

Na área da bacia do rio Santo Antonio, a ocupação vêm gerando alguns problemas, dentre os quais se destacam: ameaça á sustentabilidade do sistema da aproveitamento da água para o consumo da população ribeirinha e a devastação da fauna e da flora. A mata ciliar está completamente devastada no curso superior, localizada nas vertentes da Chapada do Tirirical e sua destruição esta relacionada ao acelerado processo de expansão urbana do município de São Luís, sem planejamento, particularmente com a construção dos conjuntos habitacionais; Cidade Operária e Paranã. No médio e baixo curso do rio, o desmatamento é bastante reduzido, o que garante para a área um dos conjuntos florísticos mais conservados da ilha, inclusive servindo de subsistência para população ribeirinha, através da extração de mariscos e moluscos.

O rio Santo Antonio nasce no bairro da Cidade operária, onde estão as maiores altitudes da sua bacia, atingindo cotas superiores a 60 m. o seu comprimento total chega a 25,3 km, da nascente ate a foz localizada próximo à praia de Panaquatira.

A área da bacia esta em torno de 108,0km². Seus principais afluentes são intermitentes, dependendo do regime fluvial do período chuvoso destacando- se o rio Paranã. A direção dos eu curso varia entre norte e leste e apresenta padrão de drenagem tipo dendrítico ou arborecente.

De acordo com a metodologia de Strahler, apud Christofoletti (1982:107), pode- se classificar o rio Santo Antonio como um canal de quarta ordem. No conjunto os rios da bacia Santo Antonio compreendem 62 canais de primeira ordem, 14 de segunda ordem, 5 de terceira ordem e 1 de quarta ordem. As velocidades superficiais e médias chegam a 0, 1428 m/s e 0, 1213 m/s respectivamente. Na seção transversal possui uma área de 19 m² com profundidade variando entre 1,8 cm a 0,73 cm. A descarga líquida encontrada é resultado da relação entre a largura (22 m), profundidade média (86 cm) e a velocidade da corrente (0,1213 m/s), obtendo- se a descarga de 2, 30 m³/s no trecho estudado.

 

5  CONCLUSÃO

Dentre as principais dificuldades encontradas no decorrer da execução das atividades previstas no projeto, citam- se o deslocamento para área em estudo, em função da precária rede de transporte interurbana que presta serviço aos municípios. Outro problema é a sensibilidade de alguns instrumentos que podem ser facilmente danificados por agentes climáticos, como pelo excesso de umidade provocado pela precipitação atmosférica e também pelas partículas arenosas suspensas pela ação eólica.

Outra dificuldade está relacionada com a execução das atividades de laboratório para análises granulométricas, pois o laboratório da Universidade Federal do Maranhão, situado no prédio de Ciências Humanas, encontra- se deficiente de aparelhos necessários à medição, como a balança de precisão e o quarteador de amostra.

Os rios da ilha estão em acelerado processo de degradação ambiental, que compromete o abastecimento de água da população , como é o caso do rio Paciência cujas águas são utilizadas para a irrigação de hortaliças e também como manancial subterrâneo, através da perfuração de poços. A poluição por agrotóxicos, também é o principal problema ambiental da bacia de Santo Antônio, devido principalmente as características sedimentares da água.

Na área-objeto de estudo, a aceleração dos processos morfogenéticos, está relacionada à expansão urbana e industrial, sem planejamento e com caráter especulativo, pois a pequena amplitude altimétrica e a baixa declividade das unidades geomorfológicas não oferecem limitações para o uso e ocupação do solo.

Os estudos realizados durante a pesquisa apresentam resultados significantes, apesar das dificuldades encontradas em relação à carência de instrumentos e de aparelhos para a execução das atividades.

Mediante a ausência de estudo da área nordeste da Ilha do Maranhão, evidenciou-se a importância do presente estudo para o conhecimento científico das características físicas dessas localidades, no sentido de diagnosticar e prognosticar as causas e efeitos das intensivas transformações paisagísticas que sofre essa área. Para isso, serão realizados novos trabalhos de campo para a obtenção de parâmetros morfodinâmicos.

 

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