Voltar à Página da AGB-Nacional

                                                                                            

   

X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA

 

IMPACTOS AMBIENTAIS DA MONOCULTURA DA SOJA, NO MUNICÍPIO DE BALSAS-MA

 


Lenir Cardoso Brito, Curso de Geografia/NEPA/UFMA. lenirbrito@hotmail.com
Marcia Silva Furtado, Curso de Geografia/NEPA/UFMA. marcinhageo@hotmail.com
Antonio Cordeiro Feitosa, DEGEO/NEPA/UFMA. feitos@terra.com.br
 


Eixo 3: Aplicação da Geografia Física a Pesquisa
Sub-Eixo 3.4: Aplicação temática em estudo de casos



 

 

1 INTRODUÇÃO


O povoamento da região de Balsas teve inicio com a chegada de criadores de gado oriundos da região do Vale do São Francisco e do sertão nordestino, decorrente da expansão do ciclo do gado.
As características geográficas da região favoreceram o rápido desenvolvimento de atividades econômicas que proporcionaram significativo crescimento econômico apoiado na agricultura e na pecuária.
A pecuária pioneira foi cedendo espaço para a agricultura de subsistência com a produção de culturas diversificadas como arroz, milho, feijão e mandioca, praticadas nas áreas mais úmidas enquanto a pecuária se concentrava nas chapadas. Ao longo das três últimas décadas, as potencialidades econômicas da região foram objeto da atenção de agricultores gaúchos que se instalaram na região introduzindo as culturas de arroz e soja.
Através de iniciativas destes pioneiros e de gestões das lideranças políticas regionais, os governos Federal e Estadual passaram a desenvolver políticas públicas voltadas para o desenvolvimento da sojicultura regional.
A soja começou a dar lucros no Maranhão apenas em 1992, com a implantação da estrada de Ferro Carajás e Norte- Sul, antes da Estrada de Ferro ficava difícil atingir os portos que se localizam na porção norte do Maranhão. O plantio de soja teve inicio em meados da década de 1970 e teve como um dos pioneiros o holandês Leonardus Josephus Philipsen e a esposa Wilhelmina que já vinham do Sul do Brasil. Dona Wilhelmina, mais conhecida como dona Mina, foi homenageada emprestando seu nome a uma variedade de soja cultivada na região dos Gerais de Balsas.
Com presente estudo, pretende-se contribuir para a análise dos principais problemas socioambientais decorrentes da implantação da monocultura da soja na região dos gerais de Balsas, bem como das medidas mitigadoras que vêm sendo adotadas para atenuar os efeitos da degradação.


2 METODOLOGIA


Para a realização do presente trabalho foram desenvolvidas as seguintes atividades de pesquisa:
- levantamento e análise da bibliografia relacionada com o tema e a área objeto da pesquisa, através de visitas a instituições como IBGE, EMBRAPA, FAPCEN e sites da internet;
- localização geográfica de delimitação município de Balsas, demonstrando seus limites e organização espacial;
- caracterização geográfica da área do município, considerando os aspectos físicos e as atividades humanas;
- realização de atividades de campo compreendendo observação e avaliação dos impactos ambientais relacionados com a sojicultura, na área do município de Balsas. Foram visitados diferentes pontos dos rios Balsas, Maravilha, Coco e Cachoeira que drenam o município de Balsas;
- registro fotográfico das áreas mais impactadas por processos erosivos, notadamente ravinas e voçorocas;
- interpretação e análise dos resultados obtidos e
- redação preliminar e elaboração do relatório final do trabalho.

3 LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA


O município de Balsas localiza-se na porção sul do Estado do Maranhão, limitando-se ao norte com os municípios de Novas Colinas, Fortaleza dos Nogueiras e São Raimundo das Mangabeiras, ao sul com Alto Parnaíba e com o Estado de Tocantins, a leste com os municípios de Sambaíba e Tasso Fragoso e a oeste com Riachão e o Estado de Tocantins. Balsas é uma das cidades mais desenvolvidas do Maranhão, sendo candidata à capital do novo Estado do Maranhão do Sul, em processo de discussão.
A fisiografia regional compreende uma estrutura geológica de base sedimentar da bacia sedimentar do Parnaíba, em cujo topo predominam litologias compostas de arenitos, siltitos e argilitos. O relevo é caracterizado por chapadas e chapadões intercalados por amplos vales em superfícies submetidas a processos de pedimentação e pediplanação, com altitudes variando entre 300 e 500 m.
O clima regional é do tipo tropical quente e úmido. O regime de chuvas se organiza da seguinte forma: as chuvas começam no mês de setembro, mas com maior intensidade e segurança à partir de novembro e termina em abril. Chove em torno de 1.400 milímetros ao ano. A temperatura média anual oscila em torno de 30 graus, com média das máximas em torno de 36 e das mínimas em torno de 25. Umidade relativa: também não cai muito. Em agosto está em 40%.
Dominado por formações vegetais do Cerrado, a paisagem regional é composta de árvores e arbustos espalhados, troncos retorcidos e galhos curtos, tortos e revestidos de casca grossa, típico deste bioma. As zonas rebaixadas, mais úmidas, são ocupadas por um padrão florísticos diferenciado pelo porte arbóreo, nomeado Cerradão; as vertentes são cobertas pelo padrão típico do Cerrado enquanto nos topos das chapadas a deficiência hídrica condiciona a formação de Campo Cerrado. Em face do desenvolvimento da agricultura Porém a paisagem do município vem sendo transformada rapidamente com a substituição dos campos naturais por imensos campos de soja.
Associada à flora, a fauna do cerrado compreende animais de médio e pequeno porte além de grande variedade de insetos. Dentre os animais destacam-se: onças, veados, guarás, raposas, jacarés, tejos, cutias, jararacas, cascavéis, tatus e tamanduás. Entre as aves, salientam-se as seriemas.
A área-objeto do estudo é banhada pelos rios Balsas, Balsinhas, Cocal, Macapá e Maravilha, todos afluentes do rio Balsas que deságua no rio Parnaíba, além do rio Sereno que é afluente do rio Manoel Alves Grande. Possui em seu território várias cachoeiras dentre as quais se destacam Três Marias e a Macapá.
Os solos do município são arenosos, muito drenados, erodíveis, com baixa fertilidade natural e baixa retenção de umidade associada a solos ácidos e bastante porosos (areias quartzosas, podzólico vermelho-amarelo), solos formados por partículas finas e concreções, bem drenados e porosos (solos litólicos e solos concessionários lateríticos).
Uma das primeiras instalações da área foi a construção de um porto fluvial através do qual se abastecia a região e por onde se escoava a produção de primeiros fazendeiros. Segundo antigos moradores, uma das primeiras instalações do local foi construída por Antônio Jacobina, Baiano festeiro, que tratou logo de reservar um espaço (barracão) para a realização de festas. As festas que fazia chamavam a atenção de muita gente das redondezas e muitos dos que vinham gostavam tanto do lugar que lá se instalavam em definitivo. Por este processo, a povoação foi crescendo e, em 23 de maio de 1882, pela lei n.º 1269, foi criada a Vila Nova, depois denominada de Vila de Santo Antônio em homenagem ao padroeiro da cidade. O município de Balsas foi criado em 1918, pela lei n.º 775.
A população tinha muitos problemas para escoar a produção, pois só havia duas maneiras de fazê-la: ou pelos tropeiros ou de balsas pelo rio. Para atender às necessidades de abastecimento e de escoamento da produção, a empresa Marc Jacob implantou o sistema de transporte fluvial com barcos a vapor. Eram barcos grandes, uma vez que o rio tinha potencial hídrico suficiente para suporta-los.
Ao longo da última década, o município de Balsas registrou crescimento e desenvolvimento econômico significativo, com projeção nacional, em face da produtividade e da qualidade da soja produzida na região e das possibilidade de sua distribuição nos mercados nacional e internacional. A nova condição conferiu progresso e dinamismo à economia de Balsas, mas vem causando sérios problemas sociais e ambientais.
O município conta com 52.933 habitantes, sendo a densidade demográfica de 4,20 h/km² distribuídos numa área de 12.616,8 km². Além das interferências nos sistemas ambientais naturais, a soja tem provocado alterações nos aspectos sócio-economicas e culturais de Balsas. A periferização da cidade tem aumentado cada vez mais rápido não só nas áreas mais afastadas como também nas proximidades do centro urbano principalmente na margem esquerda do rio Balsas. A agricultura mecanizada tem tirado emprego da população. Contudo a soja dinamizou a economia transformando a cidade em polo de desenvolvimento regional.
Nos aspectos sócioculturais, com a chegada dos sul-rio-grandenses o município perdeu sua identidade cultural. Em suas festas típicas não mais é possível ver as mesmas manifestações que ocorrem no restante do Estado do Maranhão.

4 RESULTADOS E DISCURSSÕES


Ao longo de seu processo de desenvolvimento econômico, o município de Balsas experimentou relativo comodismo até a fase de implantação da cultura de soja, a qual também precisou de tempo e recursos para atingir o crescimento com a estabilidade que se identifica na fase atual.
Depois de sucessivas decepções com a colheita que não se adaptava ao solo, os primeiros agricultores resolveram procurar auxílio no centro de pesquisa de soja da Embrapa, em Londrina-PR, onde conquistaram o interesse do pesquisador Irineu Alcides Bays, que desenvolveu um tipo de soja que se adaptaria as condições do sul do Maranhão. Somente a partir destes estudos conseguiram obter êxito no cultivo do grão. Como alternativa para o eqüacionamento de alguns problemas, vêm sendo desenvolvidas a cultura de sorgo e a fruticultura do abacaxi.
Alguns insucessos com a colheita de soja decorrem da falta de estudos que viabilizam o conhecimento dos parâmetros ambientais locais e se refletem em graves problemas socioambientais que compreendem a degradação das áreas de cultivo, poluição e degradação dos recursos naturais, êxodo rural e acelerada periferização urbana das cidades da região.
Um dos maiores problemas derivados da agricultura é o desmatamento. Na porção norte do Brasil ele está concentrado numa faixa que se estende pelo sul da região, do Maranhão até Rondônia. Essa faixa, denominada de Arco do Desmatamento, inclui Tocantins, Maranhão, Pará, Mato Grosso e Rondônia. A extensão total do arco é de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, entre florestas e cerrados. No setor amazônico do arco, 38% já tinham sido desmatados em 2000, mas possivelmente o índice é maior hoje.
Em relação ao município de Balsas, o cerrado deu lugar à extensas lavouras de soja. São 275 mil hectares plantados. Balsas produziu, na atual safra, 900 mil toneladas de soja. Deste total, 80 % foram exportados gerando uma receita de 600 milhões de dólares. Esse dinheiro nunca chega as mãos do maranhense, poucos agricultores são maranhenses. O Maranhão vende barato suas terras e pessoas de outras regiões aproveitam de suas riquezas e destroem o que não podem aproveitar como é o caso da vegetação. Esses empreendedores estão milionários e os maranhenses são seus bóias-frias.
Com a eliminação da vegetação nativa, além de pobre o solo fica desprotegido e sujeito aos agentes intempéricos. Fica seco, lixiviado e estéril, com reflexos diretos na fauna.
Com o advento da monocultura da soja, esses animais acabaram por perder seu habitat natural, uma vez que o cerrado deu lugar para vastas plantações, alguns não conseguiram sobreviver às mudanças e morreram, provavelmente muitas espécies estão à beira da extinção. Há outros animais que migraram buscando refúgio em outras áreas, contudo a alguns que mesmo diante das atuais circunstâncias conseguiram sobreviver e mais adaptar- se com o convívio do homem, mesmo sendo silvestres, e do seu novo habitat.
Não só os animais terrestres mais os aquáticos também sofrem muito, com a constante contaminação de agrotóxicos nos rios, assim como a diminuição intensa do volume de água, uma vez que a cada dia os rios estão mas assoreados e cheios de bancos de areia. O nível alto de agrotóxicos nos rios prejudica a respiração dos peixes assim como o assoreamento tem prejudicado na desova.
Outro grupo de animal que tem sido prejudicado pela monocultura da soja, são as aves, tendo que dividir seu espaço com pequenos aviões que despejam agrotóxicos na lavoura, poluindo terra, água e ar. Sem contar que com a derrubada das arvores ficam sem lugar para construir seus ninhos.
Os solos do município são arenosos, muito drenados, erodíveis, com baixa fertilidade natural e baixa retenção de umidade associada a solos ácidos e bastante porosos (areias quartzosas, podzólico vermelho- amarelo), solos formados por partículas finas e concreções, bem drenados e porosos (solos litólicos e solos concressionários lateríticos). A porção oeste do município é um pouco mais argilosa que as demais.
A maioria das lavouras em Balsas, no Maranhão, é feita por meio do plantio direto, um sistema pelo qual os resíduos da cultura anterior ficam na terra. O agricultor despeja menos produtos químicos no cerrado. Gasta menos tempo preparando a terra, gasta menos dinheiro e ainda colhe mais. Para ser implantado o plantio direto o solo primeiro necessita ser corrigido por meio de calagem – a calagem é feita através de adição de calcário ao solo retirando a acidez - posteriormente faz- se a fosfatagem – é o mesmo processo da calagem, mas ao invés de calcário, é adicionado fósforo -.
Depois da colheita da soja o solo passa por uma lavoura alternativa, o “descanso” do solo, o que mais se utilizava era o milho ou o arroz, porém depois do último Agrobalsas (feira agrícola que acontece anualmente não município de Balsas), o Sorgo está sob experimentação. Dizem os agrônomos que o Sorgo devolve parte dos nutrientes do solo e também é rentável, pois na região a muitos pecuaristas e o sorgo serve de alimento para os animais como bovinos, eqüinos e caprinos.
Nem mesmo com tanta tecnologia implantadas nessas lavouras o solo foi poupado, em todas as fazendas de soja (da mais sofisticada a mais simples) foram encontradas ravinas, voçorocas ou até o inicio de ravinas. A olho nu percebe- se o quanto o solo está gasto e sem proteção. Nas fotos abaixo mostra claramente a situação em que se encontra o solo do sul do maranhão.
São relativamente muitos os rios que banham o município de Balsas, quatro, Balsas (o principal), Maravilha, Coco e Cachoeira.sendo que os dois primeiros passam pela cidade enquanto os dois últimos apenas nas redondezas.
A agricultura de modo geral não utiliza diretamente a água dos rios, fazem uso da água dos aqüíferos achando uma atitude ecologicamente correta, porém os resultados dessa atitude já podem ser vistos, todos esses rios têm sofrido grandes assoreamentos percebidos claramente na foto abaixo, Na tradicional descida do Canaã (descida de parte do curso do rio Balsas) notei como a profundidade do rio tem diminuído ao longo dos anos há longos trechos os quais é necessário levantar para não colidir com as pedras do fundo do rio.
A água do rio Balsas continua cristalina o que faz com que os agricultores, pensem ter subsídios suficientes parem dizerem que não agridem os rios, basta perguntar para um dos donos de lavouras de soja se poluem os rios que imediatamente eles respondem: “Pode ir lá vê a água continua cristalina como sempre.” Fato esse impossível o agrotóxico mais usado na lavoura é o 22020 um dos mais fortes do mercado.
As lavouras de soja contaminam a água pela infiltração de nitrogênio, fósforo e pesticidas no solo empregados nas plantações. Realizando análise química da água do rio Balsas em diversos pontos do mesmo (povoados de Matinha, Ferrugem, Bom Acerto- montante, Gado Bravo), foram encontradas evidências de alterações dos níveis de nitrogênio, fósforo e pesticidas. Há dados que mostram que no cultivo da soja é absorvido a maior parte dos gastos dos agricultores com agrotóxicos: nada menos do que 35% do total. O que representa perigo à população, que é obrigada a ingerir desta água, por falta de alternativas.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS


A soja trouxe dinamismo à economia de Balsas mas vem colaborando para a degradação ambiental com o desmatamento, erosão do solo, assoreamento dos rios, entre outros aspectos. Retirou de Balsas o ar de cidade do interior, colaborou com a idéia de formação de um novo estado, o “Maranhão do Sul”.
A outrora pacata cidade, encontra-se, agora, cheia de turistas e com muita movimentação de pessoas por terra e ar. O rio que servia para escoar a produção dos antigos agricultores hoje é só para o lazer.
Quando se chega ao município, parece que se está chegando no Estado do Goiás. Não se vê mais o cerrado, apenas imensas extensões de lavouras de soja cortadas pela rodovia. A paisagem totalmente diferente de alguns anos atrás. Desde as margens das estradas vê-se processos erosivos devido à exposição do solo por falta de vegetação. O movimento no município e nas rodovias federais e estaduais é intenso, poeira que sobe das estradas de terra, transitadas por um frenético vaivém de caminhões e tratores, e o céu cinzento, coberto pela fumaça das queimadas, refletem o burburinho de uma nova fronteira agrícola em pleno desenvolvimento.
Uma das grandes vantagens de Balsas é o preço do hectare de terra, enquanto no Paraná o hectare custa em média R$ 2 mil, no sul do Maranhão não passa de R$ 300. Isso agora. Segundo o senhor Leonardus Philipsen, no inicio o governo queria empurrar a terra de qualquer maneira. Eram oferecidos financiamentos com 12 anos de prazo, mais quatro de carência, com juros de 1% ao mês. Isso atraiu muitos pequenos produtores de todo Brasil principalmente do Rio Grande do Sul.
Tendo em vista a problemática exposta, faz-se necessário analisar os reais valores, a soja esta trazendo lucros exorbitantes mais provocado muitos impactos ambientais, destruindo solo, água, vegetação e animais. É hora de avaliar o preço do progresso no município de Balsas, antes que seja tarde.

REFERÊNCIAS


________. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil,
________. Geomorfologia fluvial. In: CUNHA, Sandra Baptista da, GUERRA, Antonio José Teixeira (Orgs.). Geomorfologia: exercícios, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. p. 157-188.
_________ . Geomorfologia : Uma atualização de Bases e conceitos. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil. 394.
_______________. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1994. 472p.
_________________. Evolução geomorfológica do litoral norte da ilha do Maranhão. Rio claro: IGCE - Cp - UNESP, 1989. 210p.
_________________. Maranhão primitivo: Uma tentativa de reconstrução. São Luís: Editora Augusta, 1983. 142p
1996. 394p.
ABREU, Pedro. O nascimento de Balsas. 1ed. Balsas: Gráfica Balsas, 1998. 15p.
ADEODATO, Sérgio. O Eldorado de Balsas. ÉPOCA, Rio de Janeiro, ed26, 20- 22, 11/1998.
ARGENTO, Mauro Sérgio Fernandes, CRUZ, Carla Bernadete Madureira. Mapeamento Geomorfológico. In: GUERRA, Antônio José Teixeira, CUNHA, Sandra B. da. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. 265-277p.
BRASIL. Secretária do Estado do Meio Ambiente e turismo. Diagnóstico dos principais problemas ambientais do estado do Maranhão. São Luís: 1991.189 p.
CHAVES, Luís C. M. Utilização das Cartas de declividade do Terreno para o Planejamento Ambiental no Município da Raposa - MA. Monografia de Graduação. São Luís: 2000. 37p.
CHRISTOFOLETI, Antonio. Geomorfologia. 2ed. São Paulo: editora Edgard Blücher Ltda., 1980. 188p.
CHRISTOFOLETTI, Antônio. Geomorfologia. São Paulo: Edgar Blücher, 1982. 150p.
DUARTE, Paulo Araújo. Cartografia Básica. Florianópolis: EDUFSC, 1988. 2ºed., 183p.
FEITOSA, Antônio Cordeiro. Dinâmica dos Processos geomorfológicos da área costeira a nordeste da ilha do Maranhão. Rio Claro: IGCE - Cp - UNESP, 1996. 249p.
FÔNSECA, Alexandre V. de Lima. Importância dos mapas base para os estudos ambientais do município de São Luís. São Luís: 1993, 54 p. monografia de pós-graduação. DG-UFMA.
GUERRA, Antônio José Teixeira, CUNHA, Sandra B. da. Degradação Ambiental. In: GUERRA, Antônio José Teixeira, CUNHA, Sandra B. da. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. p. 337-376.
GUERRA, Antonio Teixeira. Dicionário Geológico-Geomorfológico. 7a ed., Rio de Janeiro, IBGE, 1987.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Brasil). Enciclopédia dos Municípios Brasileiros. Rio de Janeiro, 1956.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Coleção de monografias municipais.n°281.Rio de Janeiro.1985.30p. Nova Série.
LEINZ, Viktor , AMARAL, Sérgio Estanislau do . Geologia Geral. 8ª ed. São Paulo: Editora Nacional, 1980. 397p.
MARANHÃO. ‘’Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos’’. Diagnóstico ambiental da microrregião da aglomeração urbana de São Luís e dos Municípios de Alcântara, Bacabeira e Rosário. São Luís, 1998.
NETTO, Ana Luíza Coelho, AVELAR, André de Souza. Hidrologia de Encosta na Interface com a Geomorfologia. In: GUERRA, Antônio José Teixeira, CUNHA, Sandra B. da. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. 103-137p.
POPP, José Henrique . Geologia Geral. 5ºed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos S.A., 1998. 376p.
ROCHA, Francisco das Chagas Costa. A Problemática Ambiental na Área da Bacia Hidrográfica do Jaguarema, São Luís- São José de Ribamar-MA. Monografia de Licenciatura. Monografia de Graduação. São Luís: 2000. 45 p.
ROSS, Jurandir L. S. Geomorfologia: ambiente e planejamento. São Paulo: contexto, 1990. 84p.
SUGUIO, Kenitiro. Rochas Sedimentares: propriedades, gênese, importância econômica. 4. reimp. São Paulo: Edga

000000>