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X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA


 

 

A apropriação dos Ambientes de Nascentes:

O Caso de Teresópolis-RJ

 

 

 

 

Autor: Robson Monteiro dos Santos

portenho@ig.com.br

Co-autor: Dr. Jorge Soares Marques

jorgesm@uol.com.br

 

 

 

UERJ- Universidade do Estado do Rio de Janeiro

 

 

 

Palavras-chaves: Mananciais, Urbanização, Cabeceiras de Drenagem

3 - Aplicação da Geografia Física à Pesquisa
3.4 - Aplicação temática em estudos de casos

 

 

 

 

 

 

INTRODUÇÃO

 

            A disponibilidade de água atua, desde a antigüidade, como um elemento determinante para ocupação humana sob a superfície terrestre. Desta forma a existência de rios, fontes, cabeceiras de drenagem e outros elementos fluviais, atua como um fator de forte atração de população, seja ela fixa (residência), ou flutuante (turismo e veraneio).

            Estes elementos dependem de condições ambientais favoráveis em sua área de ocorrência, tanto para o acumulo de água nas áreas de alimentação dos fluxos (ambientes de nascentes) bem como para a conservação de sua qualidade durante a drenagem nos canais.

A ocupação do solo quer seja em área rural ou urbana tende a alterar estas condições ambientais, no entanto em ambientes urbanos a gravidade se intensifica, pois o adensamento urbano, retira grande quantidade d’água para consumo e devolve aos cursos fluviais um volume de resíduos sem tratamento adequado (esgotos), muito superior a capacidade de absorção do ambiente, poluindo os rios. Além da poluição soma-se o desmatamento, o aumento do escoamento superficial, a conseqüente redução dos níveis de lençóis freáticos e do volume dos rios, bem como a intensificação de movimentos de massas.

Embora todos os elementos fluviais estejam sujeitos a essas deteriorações, é nos ambientes de nascentes que a degradação tende a ser mais danosa para o sistema de drenagem podendo trazer o comprometimento da qualidade da água e até mesmo sua extinção.

Compreende-se como ambientes de nascentes todas as áreas localizadas à montante de um ponto, onde se o tem início do curso em superfície de um canal fluvial, para o qual drena toda a água precipitada, seja este ponto fixo ou variável ao longo do tempo.

            O desenvolvimento deste artigo incorpora também a análise das características gerais e específicas de drenagem em nascentes no município de Teresópolis, buscando situar a área de estudo no quadro mais amplo.

Como objetivo este trabalho se propõem a analisar de que forma estes ambientes de nascentes são incorporados às áreas urbanas no caso específico de Teresópolis.

  

HistÓrico

 

Teresópolis, enquanto unidade político-administrativa, tem sua origem datada de abril de 1855, subordinada ao município de Magé, ainda com o nome de Freguesia de Santo Antônio de Paquequer, com um núcleo de 2.000 habitantes (IBGE, 1959, p.440).

Este núcleo central da Freguesia de Santo Antônio do Paquequer recebeu a denominação de Teresópolis em homenagem a Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II.[1]

Já por volta de 1871 a situação econômica de Teresópolis era bastante prospera, sendo considerado fundamental o papel desempenhado pelas suas belezas naturais e seu clima e suas paisagens, fazendo com que Teresópolis despontasse para o turismo nacional e até mesmo internacional (IBGE, 1959, p.440).

            Nota-se desde cedo que o município de Teresópolis tem seu surgimento e desenvolvimento enquanto área urbana vinculado à riqueza dos quadros ambientais abrigados em seu território.

“O próprio Imperador e sua esposa, sempre tão curiosos e amantes da natureza por varias vezes se hospedaram no bairro do Quebra Frascos, atraindo assim a atenção das elites para aquelas áreas.” (Op. Citado)

             Em 1891, já na Republica, a Freguesia de Santo Antônio do Paquequer é desmembrada de Magé, constituindo assim o novo município que passa a se chamar Teresópolis.

            No século XX, consolida-se a posição de Teresópolis e suas ligações com a cidade do Rio de Janeiro. Junto com Petrópolis e Nova Friburgo, na chamada Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, desenvolvem-se atividades de Industria e Serviços que se traduziram em aumento de suas populações permanentes e intensificação dos fluxos de populações flutuantes de fins de semana e veraneio.

            O Gráfico 1 nos confirma a tendência de crescimento de Teresópolis, destacando a década de 90, quando a cidade de Teresópolis supera a marca dos 100 mil habitantes.

            Atualmente cerca de 130.000 pessoas habitam o município, que tem na população urbana o seu maior contingente, atingindo a cifra dos 83,9% (109 mil). Deste total, 96% (104 mil) se encontra na sede municipal, enquanto os outros dois distritos do Vale do Bonsucesso e Vale do Paquequer (Cruzeiro), dividem aproximadamente os 4% restantes de população urbana, isto se confirma ao observa o gráfico 2, onde se observa a distribuição da população urbana e rural na cidade de Teresópolis e nos outros dois distritos. (CIDE, 2000)

 

 

Gráfico 1

Fonte: CIDE, 2000

 

  

 

Gráfico 2 -

Fonte: CIDE, 2000

 

  

Características do Município

 

            A área urbana de Teresópolis se desenvolveu nas proximidades dos limites sul do município, junto à borda da Serra do Mar. Nesta área predominam relevos extremamente marcados pela presença de encostas íngremes, por vezes desprovidas de vegetação, podendo ser constituídas de uma fina camada de solo ou em muitos casos apresentando-se sob a forma de grandes paredões rochosos (GUIMARÃES, 2000).

Esta vegetação embora devastada ainda pode ser encontrada em fragmentos de mata nativa, classificada como Floresta Ombrófila Densa (DAVIS & NAGHETTINI, 2001), estando estas áreas com acesso mais restrito, como por exemplo, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (FILARDI, 1992).

 O clima de Teresópolis está relacionado à altitude próxima dos 900m, apresentando temperaturas baixas podendo ser resumido como área domínio da ocorrência do clima tropical de altitude com uma escassez mediana de chuvas no período Junho-Agosto, índices pluviométricos da ordem de 1900 mm anuais (DAVIS & NAGHETTINI, 2001) e uma temperatura média de 17º (RADAMBRASIL, 1983).

            Devido ao tipo de topografia encontrado em Teresópolis, não se observa com facilidade a existência de áreas propícias a constituição de um sitio urbano, estando estas, restritas às baixadas, localizadas nos fundos dos vales como pequenos alvéolos cercados por muralhas rochosas.

A mancha urbana de Teresópolis, como muitos outros municípios da Região Serrana, se desenvolveu em uma destas pequenas áreas de fundo de vale, aos pés das encostas. Esta área se apresenta como ponto de confluência ao Rio Paquequer, dos principais fluxos d’água originados a partir das micro-bacias das proximidades dos limites ao sul. Hoje, porém, a ocupação urbana não se limita as áreas planas de fundo dos vales. Com o crescimento acelerado do município, atingindo atualmente a casa dos 130.000 habitantes, muitas das vezes o que se observa é o desenvolvimento de uma ocupação de encostas, tanto por classes mais baixas como por condomínios de classe média.  

 

 

CARACTERISTICAS DA DRENAGEM

 

 

 A área urbana de Teresópolis, esta disposta no sentido Norte-Sul, paralelamente ao Rio Paquequer, ainda no trecho ao sul da bacia com o mesmo nome, onde se observa uma rede de drenagem pouco densa, quando comparada com outras áreas do município (SHIMPFT, 1994. p12). Isto se confirma ao se observar o mapa 1, onde se destaca a área urbana de Teresópolis disposta sob a rede de drenagem e o mapa 2, onde se verifica que a cidade de Teresópolis se localiza exatamente na área cujos índices de densidade de nascentes são os menores de todo o município.

 

Mapa 1 – Drenagem e localização da cidade de Teresópolis

  

Mapa 2 – Densidade de Nascentes (canais de primeira ordem)

 

            A ocupação de Teresópolis, sempre se valeu desta rede de drenagem para suprir suas necessidades relativas ao consumo direto d’água, assim como para o lazer. No entanto, no presente, o processo de ocupação se encontra desordenado e este passa a ser cada vez mais intensificado a em áreas de nascentes trazendo grande problemas.

            Como risco direto destaca-se a possibilidade da ocorrência de deslizamentos e movimentos de massa, em geral concentrados na estação das chuvas, quando a instabilidade destas áreas, se potencializa. Como riscos indiretos é ressaltado a degradação de áreas de notável beleza cênica bem como áreas de mananciais e fontes d’água, que abastecem o fluxo dos canais urbanos, além da potencialização, da ocorrência de enchentes nas áreas mais baixas da cidade, em função da redução da capacidade de infiltração do solo ocorrida após seu desmatamento e ocupação (FARIA, 1994).

            Muitos dos canais fluviais da cidade de Teresópolis tem suas nascentes localizadas no interior do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, o que lhes garante um certo grau de conservação, ao menos enquanto drenam áreas localizadas no interior do Parque. Outras destas nascentes, porém se encontram em áreas, mais baixas, onde a ocupação em muitos casos, já se encontra presente como elevado grau de adensamento. Isto sem mencionarmos os bairros a leste da cidade que não contam com a presença de Unidades de Conservação de Uso Indireto, o que as tornam ainda mais vulneráveis à ocupações irregulares, fruto de invasões e a ações do capital imobiliário, por vezes com a conivência do poder publico.

            Destaca-se que as fontes, cachoeiras e os próprios canais fluviais, quase sempre, constituem-se em atrativos turísticos e locais de lazer para as populações. Nas cidades ditas turísticas, como é o caso de Teresópolis, tais atrativos são historicamente reverenciados nos guias turísticos, em placas de sinalização urbana e nas informações prestadas aos turistas pela população.

 

 

ÁREAS CRÍTICAS

 

            Ao percorrer a cidade e sua periferia vários exemplos da ocupação degradante são encontrados, entretanto algumas saltam aos olhos, dada a intensidade e a das transformações sofridas e a gravidade da situação nestes ambientes.

Como um exemplo bastante forte destaca-se a Fonte Judite, localizada no Bairro do Alto, ainda nas proximidades do Parque Nacional da Serra dos Órgãos. Esta fonte conta com a presença de radônio em quantidades salutares em suas águas e é uma das mais conhecidas e utilizadas pela população. No entanto a qualidade destas águas, já é bastante questionável, uma vez que à montante em um raio muito próximo (em alguns pontos há menos de 50 metros), encontra-se estabelecida uma comunidade de baixa renda, cuja ocupação, já bastante adensada, conta até mesmo com um centro de coleta e distribuição do lixo gerado nesta comunidade, que apresenta estruturas precárias, possibilitando a infiltração e contaminação do lençol pelo chorume do lixo residencial.

Esta mesma comunidade, ao promover a abertura de ruas e vielas, potencializou a instabilidade natural desta área, sendo possível identificar a ocorrência de um pequeno processo de escorregamento ocorrido no verão de 2003 no entorno imediato da fonte (menos de 20 metros). Nesta oportunidade, não se tomou conhecimento de nenhuma intervenção municipal, no tocante a manutenção ou melhoria desta fonte.

            Ao lado deste manancial, fora encontrado, um outro curso d’água, desta vez em superfície. Em seu percurso se localiza o lago Municipal, também conhecido como lago Iacy. Este lago acaba de passar por um processo de re-urbanização, que teve como objetivo maior, a construção de equipamentos de lazer, dando ao lago uma maior função estética.  Entretanto, no tocante diretamente ao uso d’água, ainda se observa uma sub-utilização de seus recursos, uma vez que toda a energia proveniente de seu curso, bem como suas águas não apresentam nenhum outro tipo de uso.

 A ocupação deste trecho é feita em sua maioria por habitações de classe média e classes medias altas, com a presença de alguns condomínios de luxo, o que acaba por consumir um maior espaço, por vezes, preservando um quantitativo maior de área sem impermeabilização, possibilitando assim uma redução de fluxos superficiais e aumento da infiltração para abastecimento do lençol freático.

            Já nas imediações do centro da cidade, observa-se a existência de outra fonte denominada Fonte Amélia. Sua área encontra-se ocupada em parte por residências em parte por empreendimentos da rede hoteleira, sem a presença de comunidades de baixa renda.

Esta fonte fora alvo de uma intervenção da prefeitura municipal, que é o órgão responsável pelos locais de fontes públicas, no ano de 1999, cujo objetivo era elevar o ponto de captação de suas águas, comprovando assim que as águas em superfície naquele ponto já se encontravam bastante comprometidas.

            Ao norte, há cerca de 200 metros desta fonte, encontra-se um curso fluvial, o qual apresenta à montante uma queda d’água denominada Cascata dos Amores, apresentada nos guias da cidade como ponto turístico.

            Esta área dispõem em seu entorno uma ocupação residencial de estruturas, de classe média, com a presença de condomínios.

            Contrariamente as imediações do lago Iacy, onde existe a preocupação estética, nesta área, a ocupação parece haver adotado uma postura de desprezo pelos recursos oferecidos pelo ambiente. Como prova disto basta observar que quase a totalidade das construções erguida neste ponto, possui suas costas voltadas para o curso d’água, fazendo dele muitas vezes, apenas o receptor de esgotos, ainda que em pequena quantidade.

            A prefeitura, ainda tentou no passado desenvolver alguma infra-estrutura para o lazer com a implementação de uma praça pública à borda do canal, no entanto a falta de ações em outras direções acabou tornando esta medida, pouco eficaz. Hoje a praça e até mesmo áreas o interior da calha fluvial, são utilizadas, para rituais religiosos deixando no local restos de oferendas, que se juntam ao lixo comum ali lançado.

            Ao sul da cidade na direção da rodovia Teresópolis-Petrópolis, esta a Cascata do Imbuí. Trata-se de uma área de queda d’água bastante abrupta, onde a ocupação se estabeleceu à margem esquerda. Embora situada em um trecho com altitudes menores que os pontos anteriores, sua escolha se justifica pela presença de pequenas nascentes por contato, em ambas as margens. Além de seu Status de atrativo turístico, adquirido ao longo do tempo.2

De um modo geral suas condições são bastante precárias, com uma pesada carga de esgotos passando por este ponto. No entanto a margem direita apresenta condições de ocupação bastante melhores quando comparada à margem oposta, dada a seu difícil acesso.

A intervenção do poder público neste caso se deu com a construção de um mirante, que porém hoje não é mais visitado com freqüência por se tratar de um canal que apresenta continuamente mau cheiro decorrente da queda de um fluxo de esgotos a céu aberto e não mais uma água limpa em uma cachoeira de rara beleza.

            Deste ponto é possível observar logo após a cachoeira, um belo canal fluvial em terreno cristalino de forma retilínea de mais de 200 metros, representando uma situação de controle estrutural bastante evidente, formando um lindo cenário com a vegetação de mata no horizonte.

            Por último, destaca-se todo o entorno do Rio Meudon, um dos afluentes do Paquequer, localizado à leste da cidade.

            Nesta área, muito mais que os problemas ligados à estética e disponibilidade de água, destaca-se o problema de movimentos de massa. Assolada por uma série de eventos catastróficos, no final de 2002, esta localidade conta em boa parte, com ocupações assentadas, sob uma área de depósitos de talus. Este tipo de depósito apresenta uma instabilidade natural, dada a heterogeneidade de seus componentes. Esta instabilidade tende a ser potencializada, pelo adensamento da ocupação, que nesta área, se caracteriza pelo processo de favelização, nos trechos mais elevados, enquanto que próximo á área plana se estabelecem residências de classes médias. Por se tratar de uma área relativamente nova de ocupação, as intervenções da prefeitura se situam muito mais no campo da estrutura viária. 

            Cabe aqui ressaltar que a todas as áreas supracitadas encontram-se relacionadas em um inventário ambiental, como elementos de vital importância turística e ambiental para o município de Teresópolis, realizado no ano de 1978 (FLUMITUR, 1978).  

  

 

CONCLUSÕES

 

            Ao fim deste trabalho, conclui-se que no caso de Teresópolis, a incorporação de áreas de nascentes aos ambientes urbanos, se dá por habitantes de todas as classes, sejam elas baixas, médias ou abastadas. Fica evidente que não tem havido uma maior preocupação com relação ao ordenamento da ocupação do solo na cidade por parte do poder executivo local.

            As áreas de nascentes, naturalmente mais vulneráveis, são aquelas que mais sofrem com a atual situação, ocorrendo uma contaminação das águas por poluição, obrigando a esta população, muitas das vezes sem condições econômicas, de pagar taxas cada vez mais elevadas para a obtenção de água para os mais variados tipos de uso.

            As intervenções municipais, na maioria das vezes, ocorrem em pontos de classe média e tendo quase sempre o objetivo estético em primeiro plano.

Esta ótica de intervenção sobre estes ambientes, além de exacerbar uma tendência segregadora, não soluciona os problemas, uma vez que boa parte da população continua exposta a riscos de contaminação e de movimentos de massa.

 A simples criação de Unidades de Conservação nem sempre se apresenta como uma boa alternativa, primeiramente porque o alto valor da terra, principalmente nas imediações do centro, torna esta medida muito dispendiosa e posteriormente porque mesmo depois de  implantadas, a manutenção destas áreas em ambientes urbanos além de apresentar custos elevados, é politicamente difícil, em função da presença, nem sempre benéfica do capital imobiliário na política urbana.

            Uma linha mais realista de planejamento deverá levar em conta políticas habitacionais, utilização efetiva de planos diretores que fiscalizem o uso do solo e a implantação de rede de esgotos (saneamento básico) com a eficiência máxima possível nestes ambientes, além da possibilidade de criação de sistemas que permitam a utilização da água disponível, para usos que não sejam o consumo humano direto, como por exemplo, lavagem de logradouros públicos. Estas medidas, além de propiciar um maior acesso da população aos recursos hídricos disponíveis, poderão reduzir gastos públicos com a compra de água para usos nem sempre tão nobres, além da redução do consumo de energia, valendo-se da energia potencial existente nestas águas.
 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 

CIDE Anuário Estatístico do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Nigraph, 2000.CD-ROM.

 

DAVIS, E. G & NAGHETTINI, M. C. Estudo de Chuvas Intensas no Estado do Rio de Janeiro IN: DANTAS, M. E. Estudo Geoambiental do Estado do Rio de Janeiro. Brasília: CPRM, 2001. CD-ROM

 

FARIA, Antônio P. As conseqüências da erosão em microbacias sobre os canais efêmeros, intermitentes e perenes. Caderno de Geociências, Rio de Janeiro, n.11, p. 67-83. jul./set. 1994

 

FILARDI, F. G. Avaliação de riscos quanto a escorregamento na zona urbana da cidade de Teresópolis-RJ, 48p. Bacharelado em   Geologia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1992

 

FLUMITUR. Inventario Turístico do Estado do Rio de Janeiro – Região Serrana  - Teresópolis. Rio de Janeiro, 1978, p. 10

 

GUIMARÃES, L. T Utilização do Sistema de Informação  Geográfica (SIG) para Identificação de Áreas Potenciais  para disposição de  resíduos na bacia do paquequer, município de Teresópolis  - RJ.  172 p. Mestrado em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2000

 

IBGE Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, Volume XII. Rio de Janeiro, 1959 468p.

 

MONTEIRO, Robson dos  (2001). A Geomorfologia Aplicada na Caracterização e Avaliação das Condições de Relevo, Drenagem e Uso d’água no Município de Teresópolis. In: Caderno de Resumos do IX Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada, Recife v. 1

 

RADAMBRASIL. Levantamento dos Recursos naturais. Volume 32. Rio de Janeiro: 1983, 775p

 

SHIMPFT, E. P. Prospectos Aluvionares e reconhecimento Geológico e Petrográfico da Bacia Hidrográfica do Rio Bengalas 52 p. Bacharelado em Geologia, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1994.

 


[1] 1-Disponível na internet : http://www.trip.com.br/pousadas/HtereHist.html .16/12/2002

[2] A FLUMITUR elaborou em 1979 um inventário ambiental, onde estavam incluídos vários elementos fluviais como patrimônio, ambiental e turístico do município, dentre eles se destacam as fontes e cachoeiras